Política Nacional · 2026-10-20 · Redação Notícia ES

A 5 dias da eleição, Ibovespa sobe mais de 1% e dólar cai com Flávio à frente de Lula

No início do pregão, principal índice da bolsa de valores avançava 1,3%, aos 207,8 mil pontos; dólar operava em baixa, a R$ 5

A 5 dias da eleição, Ibovespa sobe mais de 1% e dólar cai com Flávio à frente de Lula
A 5 dias da eleição, Ibovespa sobe mais de 1% e dólar cai com Flávio à frente de Lula

Jornalista formado pela Cásper Líbero, é pós-graduado em marketing político e propaganda eleitoral pela USP. Trabalhou no site da ESPN, pelo qual foi à China para cobrir a Olimpíada de Pequim, em 2008.

Também teve passagens por Metrópoles, InfoMoney, O Antagonista, iG

Também teve passagens por Metrópoles, InfoMoney, O Antagonista, iG e Terra, cobrindo política e economia. Como assessor de imprensa, atuou na Câmara dos Deputados e no Ministério da Cultura.

É autor dos livros “Dias: a Vida do Maior Jogador do São Paulo nos Anos 1960” e “20 Jogos Eternos do São Paulo”.

A cinco dias do segundo turno da eleição presidencial no Brasil, o mercado financeiro reage às pesquisas que mostram Flávio Bolsonaro (PL) à frente de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Na manhã de 20 de outubro de 2026,

Na manhã de 20 de outubro de 2026, o dólar operava em queda, cotado a R$ 5,026, enquanto o Ibovespa subia 1,33%, alcançando 207.807,99 pontos.

Pesquisas recentes indicam Flávio com 50,3% a 52% das intenções de voto, ante 48% a 49,7% de Lula.

A apenas cinco dias do segundo turno da eleição presidencial no Brasil, o mercado financeiro continua reagindo às pesquisas eleitorais que, em sua maioria, vêm mostrando o senador Flávio Bolsonaro (PL) em vantagem contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição.

Na manhã desta terça-feira, 20, pouco depois da abertura do pregão, o dólar operava em queda firme frente ao real, negociado por volta de R$ 5, enquanto a Bolsa de Valores registrava valorização de mais de 1%.

Depois de uma semana de “ajustes” e correções, o Ibovespa opera nesta semana sob forte influência do processo eleitoral no Brasil, que entra em sua reta final. A votação que definirá o próximo presidente da República acontece no domingo dia 25 de outubro.

Se, na semana passada, as atenções dos investidores se dividiram entre o cenário político doméstico e dados de inflação nos EUA, desta vez a tendência é que o mercado nacional fique com suas atenções totalmente voltadas para o confronto entre Flávio Bolsonaro e Lula nas urnas.

Desde segunda-feira, os investidores repercutem o debate entre os dois candidatos na noite de domingo 18, na TV Bandeirantes, e novos números de pesquisas eleitorais.

Segundo o levantamento do BTG/Nexus, por exemplo, Flávio lidera, com 50,3% das intenções de voto contra 49,7% de Lula (em votos válidos, que excluem brancos e nulos).

Já a pesquisa do PoderData/Aya mostrou o candidato do PL ao Planalto com 52% das intenções de voto, ante 48% de Lula .

Nesta terça-feira, outras duas pesquisas mostraram Flávio à frente de Lula. Segundo o levantamento do Real Time Big Data, o candidato do PL marca 52% ante 48% do petista . O instituto Alfa Inteligência, por sua vez, indica que Flávio tem 51,5% e Lula, 48,5% .

A expectativa da maioria dos agentes econômicos é que uma possível vitória de Flávio Bolsonaro na eleição presidencial mude os rumos da economia do país a partir de janeiro de 2027.

O mercado espera que um novo governo implemente um programa de ajuste fiscal, com a redução das despesas do governo e a diminuição do tamanho da dívida pública brasileira em relação ao Produto Interno Bruto (PIB).

Também há grande expectativa em relação a uma agenda de reformas de um governo liberal na economia, entre as quais a reforma administrativa e uma nova etapa da previdenciária.

Há projeções que apontam para a redução da taxa básica de juros (Selic) pelo Banco Central (BC) diante de um possível alívio na inflação.

Segundo Rebecca Nossig, estrategista de ações da Nomad, “o grande direcionador das expectativas continua sendo a corrida eleitoral presidencial, com os agentes econômicos reagindo de forma bastante atenta às recentes pesquisas de intenção de voto e às perspectivas sobre o controle das contas públicas”.

“Além da influência das eleições, os investidores também estão de olho na temporada de balanços corporativos nos EUA e no comportamento do câmbio.

O dólar iniciou os negócios operando em queda frente ao real, o que reflete a entrada de fluxo estrangeiro e contribui para a melhora do humor na bolsa”, explica Nossig.

“A sustentação desse viés de alta ao longo do dia dependerá de como o mercado continuará digerindo as notícias externas e os resultados de grandes empresas de tecnologia globais, mantendo o pregão dinâmico e sujeito a volatilidades pontuais.”

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Em resumo

O que aconteceu?

Jornalista formado pela Cásper Líbero, é pós-graduado em marketing político e propaganda eleitoral pela USP. Trabalhou no site da ESPN, pelo qual foi à China para cobrir a Olimpíada de Pequim, em 2008. Também teve passagens por Metrópoles, InfoMoney, O Antagonista, iG e Terra, cobrindo política e economia. Como assessor de imprensa, atuou na Câmara dos Deput

Qual é o ponto principal?

A cinco dias do segundo turno da eleição presidencial no Brasil, o mercado financeiro reage às pesquisas que mostram Flávio Bolsonaro (PL) à frente de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Na manhã de 20 de outubro de 2026, o dólar operava em queda, cotado a R$ 5,026, enquanto o Ibovespa subia 1,33%, alcançando 207.807,99 pontos. Pesquisas recentes indicam Flávio

Quais são os dados mais importantes?

A apenas cinco dias do segundo turno da eleição presidencial no Brasil, o mercado financeiro continua reagindo às pesquisas eleitorais que, em sua maioria, vêm mostrando o senador Flávio Bolsonaro (PL) em vantagem contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição.

Qual é o contexto?

Na manhã desta terça-feira, 20, pouco depois da abertura do pregão, o dólar operava em queda firme frente ao real, negociado por volta de R$ 5, enquanto a Bolsa de Valores registrava valorização de mais de 1%.

Quais são os próximos desdobramentos?

Depois de uma semana de “ajustes” e correções, o Ibovespa opera nesta semana sob forte influência do processo eleitoral no Brasil, que entra em sua reta final. A votação que definirá o próximo presidente da República acontece no domingo dia 25 de outubro.

Fontes