Aliado de Flávio diz que brasão e título de
Aliado de Flávio diz que brasão e título de. Registro original em CBN - Política. A Redação Notícia ES reapurou a pauta para a editoria Tecnologia.

O jornalista Paulo Figueiredo, aliado do senador Flávio Bolsonaro (PL), revelou que o brasão antigo com 'Brazil' e o título de 'presidente eleito' da carta de teor golpista divulgada nessa quarta-feira (28), foram por causa da inteligência artificial.
Ele disse que o irmão de Flávio, Eduardo Bolsonaro,
Ele disse que o irmão de Flávio, Eduardo Bolsonaro, que compartilhou o texto nas redes sociais, 'pediu ao ChatGPT que inserisse o brasão da República. Por que o ChatGPT escolheu um brasão antigo da época em que Brasil se escrevia com Z, eu não sei'.
'O segundo erro foi que, ao gerar o documento, a IA acabou incluindo uma versão anterior do texto, em que o Flávio se apresentava como o verdadeiro "presidente eleito"', segue ele.
Paulo Figueiredo diz que a versão final escreve 'verdadeiro líder' por 'precisão jurídica' e 'liderança que carrega um valor moral'.
'Quando me mandaram a versão tida como final, perguntei
'Quando me mandaram a versão tida como final, perguntei se podia distribuir para a imprensa e me deram o ok. Assim o fiz e publiquei no meu X.
Pouco depois percebemos os equívocos e corrigimos: primeiro o brasão, depois o texto. Para evitar conflito de versões, deixamos inclusive que o próprio Flávio tuitasse a versão corrigida. Nada demais', escreveu.
Grupo de advogados pede que PF investigue uso de brasão da república em carta com teor golpista de Flávio Bolsonaro
Flávio Bolsonaro em fotos publicadas nas redes sociais com Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem. — Foto: Reprodução/Redes Sociais
Um grupo de 10 advogados apresentou à Polícia Federal uma notícia de fato pedindo uma investigação sobre o uso do brasão da República em uma carta de teor golpista divulgada nessa quarta-feira (28) pelo senador Flávio Bolsonaro.
Inicialmente, o texto do político dizia que ele era o 'verdadeiro presidente eleito', usando o brasão antigo do país, escrito como 'Estados Unidos do Brazil'. Depois, o texto mudou para o brasão atual e cita ele como 'líder do Brasil'.
O pedido é assinado pelos advogados Reinaldo Santos de Almeida, do Rio de Janeiro, e Anderson Lopes, Ricardo Ueno, Caio Ferreira, Sean Kompier Abib, Marcos Rodolfo Araujo Sá, André Jorgetto, Eduardo Samoel Fonseca, Thais Cristina Tavares e Gilney Batista de Melo, de São Paulo.
Segundo a notícia, foram três versões da carta que circularam em menos de uma hora. Uma primeira trazia o brasão de 1889, nas seguintes sendo modificadas para os brasões atuais.
Os advogados defendem que a mudança do símbolo pode indicar 'uso indevido de sinal público para conferir aparência oficial a uma manifestação política particular'.
'O uso foi indevido sob qualquer ângulo: i.) a carta não é ato oficial de nenhum órgão da União, e muito menos da Presidência da República, cargo que o noticiado [Flávio Bolsonaro] não ocupa e nem ocupará; ii.) não se trata de papel de expediente do Senado Federal, nem o documento foi produzido no exercício da função parlamentar típica; e iii.) o símbolo foi associado à falsa qualidade de 'presidente eleito" e, na versão final, à de 'líder do Brasil', com o fim declarado de se apresentar perante a 'comunidade internacional' como titular de investidura estatal que não possui', diz um trecho da notícia de fato.
Eles pedem que sejam preservados arquivos e metadados, para entender quem produziu e divulgou as versões. Também pedem que a apuração do crime de uso indevido de símbolo identificador da Administração Pública.
Por fim, os advogados defendem que o caso seja submetido ao Supremo Tribunal Federal para abertura de um inquérito. E tentam entender se servidores ou canais do gabinete de Flávio estiveram envolvidos com o documento.
Carta de teor golpista de Flávio Bolsonaro gera desconforto entre aliados
Em resumo
O jornalista Paulo Figueiredo, aliado do senador Flávio Bolsonaro (PL), revelou que o brasão antigo com 'Brazil' e o título de 'presidente eleito' da carta de teor golpista divulgada nessa quarta-feira (28), foram por causa da inteligência artificial.
Ele disse que o irmão de Flávio, Eduardo Bolsonaro, que compartilhou o texto nas redes sociais, 'pediu ao ChatGPT que inserisse o brasão da República. Por que o ChatGPT escolheu um brasão antigo da época em que Brasil se escrevia com Z, eu não sei'.
'O segundo erro foi que, ao gerar o documento, a IA acabou incluindo uma versão anterior do texto, em que o Flávio se apresentava como o verdadeiro "presidente eleito"', segue ele.
Paulo Figueiredo diz que a versão final escreve 'verdadeiro líder' por 'precisão jurídica' e 'liderança que carrega um valor moral'.
'Quando me mandaram a versão tida como final, perguntei se podia distribuir para a imprensa e me deram o ok. Assim o fiz e publiquei no meu X. Pouco depois percebemos os equívocos e corrigimos: primeiro o brasão, depois o texto. Para evitar conflito de versões, deixamos inclusive que o próprio Flávio tuitasse a versão corrigida. Nada demais', escreveu.