Augusto Cury reconhece vitória de Lula nas urnas e pede que o presidente ‘governe sem revanchismo’
O terceiro colocado na disputa presidencial ressaltou a importância de ‘governar para mais de 210 milhões de brasileiros’, superando a polarização.

Augusto Cury reconhece vitória de Lula nas urnas e pede que o presidente ‘governe sem revanchismo’
Psiquiatra e escritor Augusto Cury, do Avante, reconheceu
O psiquiatra e escritor Augusto Cury, do Avante, reconheceu a vitória do presidente Lula e pediu que ele governe “sem revanchismo e sem sentimentos de vingança”.
Governadores eleitos reagem à vitória de Lula e se dividem entre críticas e apoio Flávio Bolsonaro recua e diz que vai pedir a cassação da chapa de Lula
Cury foi o terceiro colocado no primeiro turno da eleição presidencial, com quase três milhões e meio de votos, 2,9% dos votos válidos.
No segundo turno, o escritor manifestou apoio a Flávio
No segundo turno, o escritor manifestou apoio a Flávio Bolsonaro (PL). Quando ainda era candidato, Augusto Cury tinha condicionado o apoio em um eventual segundo turno caso Flávio Bolsonaro provasse que não houve corrupção no financiamento do filme Dark Horse.
Cury fez o posicionamento sobre a reeleição de Lula em vídeo divulgado nas redes sociais:
“A sociedade brasileira precisa estar acima do nome de uma pessoa, de uma família, de um partido ou de uma ideologia. Entretanto, a reeleição faz parte das regras vigentes e o presidente Lula obteve um quarto mandato.
Reitero a minha posição: considero que um quarto mandato dificulta a renovação das ideias, projetos, equipes e motivações.
Mas respeito o resultado e quero cumprimentá-lo, fazendo um apelo sincero ao presidente: que governe sem revanchismo e sem sentimentos de vingança. Que governe para mais de 210 milhões de brasileiros.
Não apenas para a esquerda, mas também para todos os eleitores da direita”.
Augusto Cury ainda se dirigiu a eleitores que discordam do resultado. Ele disse que eventuais questionamentos, inclusive sobre as urnas e sobre a atuação do Supremo Tribunal Federal no processo eleitoral, devem ser feitos dentro das regras democráticas.
Segundo ele, o país “não suporta mais uma polarização e uma radicalização”.
Caiado, Zema e Renan Santos também se manifestaram
Após a vitória de Lula, outros adversários do presidente no primeiro turno também se manifestaram sobre o resultado.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, do PSD, que apoiou Flávio Bolsonaro na segunda etapa, reconheceu a decisão das urnas e afirmou que os democratas devem respeitar a escolha da maioria.
Já Renan Santos, fundador do Movimento Brasil Livre e candidato à Presidência pelo Missão, atribuiu a derrota de Flávio Bolsonaro à postura da família Bolsonaro e de aliados.
Em vídeo publicado nas redes sociais, ele afirmou que Lula venceu não por ter feito um bom governo, mas pela rejeição ao bolsonarismo.
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Em resumo
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O psiquiatra e escritor Augusto Cury, do Avante, reconheceu a vitória do presidente Lula e pediu que ele governe “sem revanchismo e sem sentimentos de vingança”.
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Cury foi o terceiro colocado no primeiro turno da eleição presidencial, com quase três milhões e meio de votos, 2,9% dos votos válidos.
No segundo turno, o escritor manifestou apoio a Flávio Bolsonaro (PL). Quando ainda era candidato, Augusto Cury tinha condicionado o apoio em um eventual segundo turno caso Flávio Bolsonaro provasse que não houve corrupção no financiamento do filme Dark Horse.