Australiana conclui compra de projeto de terras raras e nióbio em MG
Mineradora Oceana Metals assume controle do projeto Serra Negra e acelera perfurações para dimensionar depósito no estado

A mineradora australiana Oceana Metals anunciou, nesta segunda-feira (19), a conclusão da aquisição do projeto Serra Negra, de terras raras e nióbio, localizado nos municípios de Patrocínio e Guimarânia, em Minas Gerais.
Operação foi realizada por meio da compra de 100%
A operação foi realizada por meio da compra de 100% da Songeo Mineração, empresa responsável pelo empreendimento. A Oceana pagou US$ 2,95 milhões em dinheiro e emitiu aproximadamente 15,5 milhões de ações.
O acordo também prevê pagamentos adicionais de até US$ 2,25 milhões, condicionados ao avanço das pesquisas minerais.
O projeto está localizado em um complexo geológico com aproximadamente 10 quilômetros de diâmetro. Segundo a companhia, a área conhecida de mineralização de terras raras mais que dobrou após a reanálise de sondagens históricas, ultrapassando 4,5 quilômetros quadrados.
Resultados divulgados anteriormente pela empresa identificaram intervalos de 50
Resultados divulgados anteriormente pela empresa identificaram intervalos de 50 metros com concentração média de 4% de óxidos totais de terras raras e de 22 metros com teor de 4,7%.
Atualmente, quatro sondas estão em operação no empreendimento. A companhia conduz um programa de aproximadamente 20 mil metros de perfurações e pretende divulgar, nos próximos meses, a primeira estimativa oficial de recursos minerais de Serra Negra.
A aquisição ocorre em meio ao avanço de projetos de terras raras e nióbio em Minas Gerais, impulsionados também pelos resultados da australiana St George Mining, que desenvolve o projeto Araxá, em estágio mais avançado de exploração e desenvolvimento.
A St George já identificou recursos minerais de 111,2 milhões de toneladas, com concentrações médias de 3,57% de óxidos de terras raras e 0,57% de óxido de nióbio, além de avançar em estudos de viabilidade e testes de processamento mineral.
O empreendimento se tornou uma referência para outras companhias que buscam desenvolver depósitos semelhantes no Brasil.
A própria Oceana já citou o projeto da St George em comunicados à bolsa australiana, utilizando Araxá como referência para destacar o potencial geológico de Serra Negra.
O nióbio é utilizado principalmente na produção de aços especiais de alta resistência, enquanto as terras raras são consideradas estratégicas para a fabricação de ímãs permanentes utilizados em veículos elétricos, turbinas eólicas e equipamentos industriais.
Apesar da conclusão da compra, a Oceana ainda aguarda uma decisão da Agência Nacional de Mineração sobre pedidos de inclusão de terras raras e nióbio em dois títulos minerários do projeto. A manifestação definitiva é esperada para o primeiro trimestre de 2027.
A mineradora australiana Oceana Metals anunciou, nesta segunda-feira (19), a conclusão da aquisição do projeto Serra Negra, de terras raras e nióbio, localizado nos municípios de Patrocínio e Guimarânia, em Minas Gerais.
A operação foi realizada por meio da compra de 100% da Songeo Mineração, empresa responsável pelo empreendimento. A Oceana pagou US$ 2,95 milhões em dinheiro e emitiu aproximadamente 15,5 milhões de ações.
O acordo também prevê pagamentos adicionais de até US$ 2,25 milhões, condicionados ao avanço das pesquisas minerais. O projeto está localizado em um complexo geológico com aproximadamente 10 quilômetros de diâmetro.
Segundo a companhia, a área conhecida de mineralização de terras raras mais que dobrou após a reanálise de sondagens históricas, ultrapassando 4,5 quilômetros quadrados. Leia Mais
Em resumo
A mineradora australiana Oceana Metals anunciou, nesta segunda-feira (19), a conclusão da aquisição do projeto Serra Negra, de terras raras e nióbio, localizado nos municípios de Patrocínio e Guimarânia, em Minas Gerais.
A operação foi realizada por meio da compra de 100% da Songeo Mineração, empresa responsável pelo empreendimento. A Oceana pagou US$ 2,95 milhões em dinheiro e emitiu aproximadamente 15,5 milhões de ações. O acordo também prevê pagamentos adicionais de até US$ 2,25 milhões, condicionados ao avanço das pesquisas minerais.
O projeto está localizado em um complexo geológico com aproximadamente 10 quilômetros de diâmetro. Segundo a companhia, a área conhecida de mineralização de terras raras mais que dobrou após a reanálise de sondagens históricas, ultrapassando 4,5 quilômetros quadrados.
Resultados divulgados anteriormente pela empresa identificaram intervalos de 50 metros com concentração média de 4% de óxidos totais de terras raras e de 22 metros com teor de 4,7%.
Atualmente, quatro sondas estão em operação no empreendimento. A companhia conduz um programa de aproximadamente 20 mil metros de perfurações e pretende divulgar, nos próximos meses, a primeira estimativa oficial de recursos minerais de Serra Negra.