BBAS3 cai mais de 6% e perde suporte: até onde ação do Banco do Brasil pode recuar?
BBAS3 cai mais de 6%, perde suporte de R$ 25,19 e IFR sai da sobrecompra. Veja próximos suportes, resistências e o preço-alvo do JPMorgan.

As ações do Banco do Brasil ( BBAS3 ) ampliaram a correção nesta terça-feira (6) e devolvem parte do forte rali das últimas semanas. Por volta das 13h20, o papel caía cerca de 6,4%, a R$ 24,64 , depois de oscilar entre R$ 24,37 e R$ 26,29 no pregão.
Queda também altera a leitura técnica de curto prazo
A queda também altera a leitura técnica de curto prazo. BBAS3 perdeu a região de R$ 25,19 , primeiro suporte apontado pelo estudo técnico, enquanto o Índice de Força Relativa de nove períodos (IFR9) recuou para cerca de 63 pontos .
No fechamento anterior, o IFR9 estava em 83,48 pontos , nível associado a uma condição de sobrecompra. A correção desta terça-feira, portanto, retirou parte relevante do esticamento acumulado pela ação.
Apesar da queda, a estrutura de alta ainda não foi totalmente perdida. BBAS3 permanece acima da média móvel de 21 dias, em R$ 23,24 , usada como referência para a tendência de curto prazo, e da média móvel de 200 dias, em R$ 21,87 , que serve de parâmetro para a tendência de prazo mais longo.
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A primeira referência abaixo do preço atual está na MM21, em R$ 23,24 . Uma perda dessa média colocaria no radar a faixa de R$ 22,24 a R$ 22,29 , onde praticamente coincidem o próximo suporte técnico e o HiLo Activator .
Logo abaixo está a MM200, em R$ 21,87 . Com isso, a região entre aproximadamente R$ 21,90 e R$ 22,30 concentra referências importantes caso a correção avance.
Do lado de cima, BBAS3 precisaria primeiro recuperar os R$ 25,19 . A resistência seguinte está em R$ 27,19 . Acima dela, o estudo aponta projeções em R$ 33,07 e R$ 42,58 .
Outro sinal relevante aparece no volume financeiro. Por volta das 13h20, BBAS3 já havia movimentado cerca de R$ 1,57 bilhão , com a barra do pregão se destacando em relação às sessões anteriores no gráfico diário.
A combinação de queda superior a 6%, perda de suporte e aumento de volume reforça a intensidade da realização depois do rali recente.
Ao mesmo tempo, o IFR9 caiu de 83,48 para cerca de 63 pontos . Isso significa que a ação deixou a região de sobrecompra observada no fechamento anterior.
O movimento reduz o esticamento técnico, embora o preço ainda permaneça acima das médias de 21 e 200 dias.
A correção ocorre no mesmo dia em que o JPMorgan rebaixou Banco do Brasil para Underweigh t e definiu preço-alvo de R$ 23 por ação para dezembro de 2027 .
Na avaliação do banco, BBAS3 pode parecer barata quando observada apenas pelo múltiplo de aproximadamente 0,8 vez o valor patrimonial , mas essa leitura precisa ser comparada à menor rentabilidade atual.
Segundo o relatório, o ROE está rodando perto de 8% , ante aproximadamente 20% nos períodos em que a ação chegou a negociar entre 1,1 e 1,2 vez o valor patrimonial .
Leia mais: JPMorgan rebaixa Banco do Brasil para venda e eleva Bradesco após rali; ações reagem
Em resumo
As ações do Banco do Brasil ( BBAS3 ) ampliaram a correção nesta terça-feira (6) e devolvem parte do forte rali das últimas semanas. Por volta das 13h20, o papel caía cerca de 6,4%, a R$ 24,64 , depois de oscilar entre R$ 24,37 e R$ 26,29 no pregão.
A queda também altera a leitura técnica de curto prazo. BBAS3 perdeu a região de R$ 25,19 , primeiro suporte apontado pelo estudo técnico, enquanto o Índice de Força Relativa de nove períodos (IFR9) recuou para cerca de 63 pontos .
No fechamento anterior, o IFR9 estava em 83,48 pontos , nível associado a uma condição de sobrecompra. A correção desta terça-feira, portanto, retirou parte relevante do esticamento acumulado pela ação.
Apesar da queda, a estrutura de alta ainda não foi totalmente perdida. BBAS3 permanece acima da média móvel de 21 dias, em R$ 23,24 , usada como referência para a tendência de curto prazo, e da média móvel de 200 dias, em R$ 21,87 , que serve de parâmetro para a tendência de prazo mais longo.
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