Economia · 2026-10-13 · Redação Notícia ES

Bolsa dispara e dólar cai 4,64%; o que esperar dos mercados?

Ibovespa sobe 8,82%, renova recorde e mira 215 mil pontos; veja suportes, resistências e cenários para dólar, Bitcoin e Wall Street.

Bolsa dispara e dólar cai 4,64%; o que esperar dos mercados?
Bolsa dispara e dólar cai 4,64%; o que esperar dos mercados?

Na minha leitura, o Ibovespa foi o principal destaque da última semana ao avançar 8,82% , aos 209.066 pontos , e completar o segundo período consecutivo de valorização.

Impulso comprador ganhou força especialmente na segunda-feira (5), quando

O impulso comprador ganhou força especialmente na segunda-feira (5), quando o índice disparou 7,70% , e culminou na renovação da máxima histórica em 209.713 pontos .

A estrutura técnica permanece fortemente positiva, mas o movimento recente está esticado. O Ibovespa se afastou das médias móveis e o IFR (14) alcançou 80,30 pontos , em zona de sobrecompra.

Esse cenário não invalida a tendência de alta, mas aumenta a possibilidade de uma realização ou de um pullback antes de novas máximas.

Dólar futuro seguiu na direção oposta e caiu 4,64%

O dólar futuro seguiu na direção oposta e caiu 4,64% na semana, aos 5.013 pontos , passando a testar a região psicológica dos 5.000 pontos .

No exterior, Nasdaq e S&P 500 renovaram suas máximas históricas, enquanto o Bitcoin aprofundou a correção e passou a negociar abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos.

No gráfico diário, observo que o Ibovespa mantém uma forte tendência de alta no curto prazo. O índice encerrou a última sessão com valorização de 1,38% , aos 209.066 pontos , depois de renovar a máxima histórica em 209.713 pontos .

Na semana, a alta acumulada foi de 8,82% , garantindo o segundo período consecutivo de valorização.

O índice permanece acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, todas inclinadas para cima, configuração que reforça o domínio comprador e preserva o potencial de continuidade da tendência.

O principal ponto de atenção está no afastamento em relação às médias móveis. O IFR (14), em 80,30 pontos , encontra-se na região de sobrecompra, elevando a possibilidade de uma realização ou de um pullback no curto prazo.

Ainda assim, uma eventual aproximação das médias poderá representar apenas um ajuste técnico, sem necessariamente comprometer a estrutura principal de alta.

Para prolongar o movimento comprador, considero necessário superar a máxima histórica de 209.713 pontos . Acima desse nível, os próximos objetivos aparecem em 215.130 pontos e 221.450 pontos , com alvo mais longo na região dos 230.000 pontos .

Do lado vendedor, acompanho inicialmente o suporte em 203.984 pontos , seguido pela antiga máxima histórica de 199.354 pontos .

A perda dessas referências poderá ampliar a correção até 189.487 pontos , 178.000 pontos e 171.560 pontos . Em um movimento mais extenso, o índice poderá buscar os 164.835 pontos .

No gráfico diário, observo que o dólar futuro encerrou a semana com forte pressão vendedora. O contrato recuou 4,64% , aos 5.013 pontos , interrompendo uma sequência de três semanas consecutivas de valorização.

Na última sessão, o dólar futuro caiu 0,51% e permaneceu próximo da região psicológica dos 5.000 pontos . O ativo negocia abaixo das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, com afastamento considerável após a queda recente, configuração que mantém o viés negativo.

O IFR (14), em 36,39 pontos , aproxima-se da zona de sobrevenda. Essa leitura aumenta a possibilidade de um repique técnico, embora ainda não represente, isoladamente, uma reversão do movimento vendedor.

Para prolongar a queda, considero necessário perder os suportes em 5.000/4.968,5 pontos . Abaixo dessa faixa, os próximos objetivos aparecem em 4.910/4.842 pontos , com alvos mais longos em 4.798,5/4.697 pontos .

Para recuperar força compradora, o contrato precisa superar inicialmente as resistências em 5.046/5.083,5 pontos . Acima dessa região, projeto objetivos em 5.175,5/5.268,5 pontos e, posteriormente, em 5.383,5/5.446 pontos .

Na Nasdaq, observo a manutenção do fluxo comprador, com o índice completando a quarta semana consecutiva de valorização e renovando sua máxima histórica nos 27.722 pontos .

Na sessão mais recente, a Nasdaq recuou 0,44% , aos 27.245 pontos , e permaneceu acima das médias móveis de 9 e 21 períodos. Em outubro, o índice acumula alta de 1,43% , mantendo a região do recorde no radar.

Para dar continuidade ao movimento comprador, considero necessário superar a máxima histórica de 27.722 pontos . O rompimento desse nível poderá abrir espaço para os 27.895 pontos e, posteriormente, para a faixa de 28.330/29.000 pontos .

Em resumo

O que aconteceu?

Na minha leitura, o Ibovespa foi o principal destaque da última semana ao avançar 8,82% , aos 209.066 pontos , e completar o segundo período consecutivo de valorização. O impulso comprador ganhou força especialmente na segunda-feira (5), quando o índice disparou 7,70% , e culminou na renovação da máxima histórica em 209.713 pontos .

Qual é o ponto principal?

A estrutura técnica permanece fortemente positiva, mas o movimento recente está esticado. O Ibovespa se afastou das médias móveis e o IFR (14) alcançou 80,30 pontos , em zona de sobrecompra. Esse cenário não invalida a tendência de alta, mas aumenta a possibilidade de uma realização ou de um pullback antes de novas máximas.

Quais são os dados mais importantes?

O dólar futuro seguiu na direção oposta e caiu 4,64% na semana, aos 5.013 pontos , passando a testar a região psicológica dos 5.000 pontos . No exterior, Nasdaq e S&P 500 renovaram suas máximas históricas, enquanto o Bitcoin aprofundou a correção e passou a negociar abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos.

Qual é o contexto?

No gráfico diário, observo que o Ibovespa mantém uma forte tendência de alta no curto prazo. O índice encerrou a última sessão com valorização de 1,38% , aos 209.066 pontos , depois de renovar a máxima histórica em 209.713 pontos .

Quais são os próximos desdobramentos?

Na semana, a alta acumulada foi de 8,82% , garantindo o segundo período consecutivo de valorização. O índice permanece acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, todas inclinadas para cima, configuração que reforça o domínio comprador e preserva o potencial de continuidade da tendência.

Fontes