Brasil Bitcoin movimenta R$ 28 bilhões em 12 meses e pede autorização ao BC
Brasil Bitcoin movimentou R$ 28 bilhões em 12 meses e pediu autorização ao BC. Veja os planos para IA, pagamentos e tokenização.

A Brasil Bitcoin protocolou em 15 de outubro pedido de autorização para funcionar como Sociedade Prestadora de Serviços de Ativos Virtuais (SPSAV) junto ao Banco Central.
Movimento ocorre em um momento de expansão da companhia,
O movimento ocorre em um momento de expansão da companhia, que afirma ter movimentado R$ 28 bilhões nos últimos 12 meses , considerando a plataforma e o atendimento institucional.
Em operação desde 2018, a corretora tem cerca de 650 mil clientes e 200 criptoativos disponíveis para negociação. Ao mesmo tempo, ampliou a atuação para pagamentos internacionais, soluções para empresas e serviços baseados em inteligência artificial.
Agora, prepara uma nova frente: investimentos em infraestrutura para emissão e tokenização de ativos .
“Para nós, regulação nunca foi obstáculo
“Para nós, regulação nunca foi obstáculo. É o caminho que escolhemos”, afirma Jorge de Almeida, CEO da Brasil Bitcoin .
As novas regras do Banco Central passaram a disciplinar a autorização e o funcionamento das sociedades prestadoras de serviços de ativos virtuais, com exigências relacionadas a governança, segurança, controles internos e prevenção à lavagem de dinheiro.
A Brasil Bitcoin protocolou seu pedido como empresa que já estava em atividade. Enquanto o processo é analisado, a plataforma segue operando dentro das regras de transição previstas pelo regulador.
Na avaliação de Almeida, o novo ambiente regulatório também pode ampliar a confiança de empresas e investidores institucionais.
Essa frente inclui a mesa de liquidez para operações de maior volume e o BB Core , solução que permite a parceiros integrar serviços de compra, venda e custódia de criptoativos aos próprios sistemas.
“O novo marco vai trazer mais empresas para o setor, e a maioria não vai querer construir infraestrutura do zero”, diz.
A estratégia de expansão da Brasil Bitcoin passa também por integrar investimentos e pagamentos internacionais em uma mesma plataforma.
“A proposta é que ele invista, receba e envie pagamentos globalmente, na mesma plataforma”, afirma Almeida.
A Conta Global é uma conta em dólar e euro na titularidade do cliente, disponível para pessoas físicas e empresas. Segundo a companhia, permite receber recursos do exterior e enviar dinheiro para mais de 60 países.
Na prática, pode ser usada por um freelancer que recebe de uma empresa estrangeira, por uma família que envia dinheiro para alguém nos Estados Unidos ou por uma companhia que paga importações e fornecedores internacionais.
A Conta Global está integrada ao Cartão Internacional , que pode ser usado em compras online e presenciais. O saldo recebido na conta pode ser utilizado diretamente no cartão, sem conversão intermediária para reais.
Os serviços fazem parte do BB Plus , plano que também prevê taxa zero em negociações elegíveis no livro de ofertas, conforme as condições da plataforma.
Na infraestrutura dessas operações, a empresa utiliza stablecoins , ativos digitais desenvolvidos para acompanhar o valor de outros ativos, como moedas fiduciárias.
Segundo a Brasil Bitcoin , essa estrutura funciona 24 horas por dia, sete dias por semana, e pode reduzir etapas de conversão e processamento.
Em resumo
A Brasil Bitcoin protocolou em 15 de outubro pedido de autorização para funcionar como Sociedade Prestadora de Serviços de Ativos Virtuais (SPSAV) junto ao Banco Central. O movimento ocorre em um momento de expansão da companhia, que afirma ter movimentado R$ 28 bilhões nos últimos 12 meses , considerando a plataforma e o atendimento institucional.
Em operação desde 2018, a corretora tem cerca de 650 mil clientes e 200 criptoativos disponíveis para negociação. Ao mesmo tempo, ampliou a atuação para pagamentos internacionais, soluções para empresas e serviços baseados em inteligência artificial.
Agora, prepara uma nova frente: investimentos em infraestrutura para emissão e tokenização de ativos .
“Para nós, regulação nunca foi obstáculo. É o caminho que escolhemos”, afirma Jorge de Almeida, CEO da Brasil Bitcoin .
As novas regras do Banco Central passaram a disciplinar a autorização e o funcionamento das sociedades prestadoras de serviços de ativos virtuais, com exigências relacionadas a governança, segurança, controles internos e prevenção à lavagem de dinheiro.