Economia · 2026-10-30 · Redação Notícia ES

Brasil tem desemprego de 5,2% no tri até setembro, em linha com o esperado

IBGE registra 5,2% de desemprego até setembro e recorde de 103,6 milhões de ocupados; construção foi um dos destaques do período.

Brasil tem desemprego de 5,2% no tri até setembro, em linha com o esperado
Brasil tem desemprego de 5,2% no tri até setembro, em linha com o esperado

O desemprego brasileiro atingiu 5,2% no trimestre encerrado em setembro de 2026, segundo a Pnad Contínua, divulgada pelo IBGE nesta sexta-feira, 30 de outubro. O resultado coincidiu com a mediana das projeções de mercado citadas pela Reuters.

O país contabilizou cerca de 5,6 milhões de desocupados, número inferior aos 5,4% de desemprego registrados no trimestre encerrado em junho e aos 5,6% observados no mesmo intervalo de 2025. Ao mesmo tempo, a população ocupada alcançou 103,6 milhões, maior nível da série histórica.

Setores com avanço de ocupação

A construção apresentou crescimento de 2,8% no total de trabalhadores em relação ao trimestre anterior, o equivalente a aproximadamente 210 mil pessoas adicionais, de acordo com os dados citados na divulgação do IBGE.

O contingente de empregadores alcançou 4,5 milhões de pessoas, após aumento de 4,3% no trimestre. Esse indicador acompanha a quantidade de pessoas que mantêm empreendimento com trabalhadores contratados e oferece uma perspectiva diferente da taxa geral de desocupação.

Estabilidade em outras modalidades de trabalho

O setor público reunia cerca de 13,2 milhões de empregados, com estabilidade na comparação trimestral. Já o emprego privado com carteira assinada, sem incluir trabalhadores domésticos, permaneceu próximo de 39,4 milhões.

Também apresentaram estabilidade no trimestre os grupos de empregados privados sem carteira, trabalhadores por conta própria e empregados domésticos. Assim, a melhora do índice agregado não significa crescimento uniforme de todas as modalidades de ocupação.

O levantamento cobre julho, agosto e setembro. Para compreender a evolução mais ampla do mercado de trabalho, é necessário considerar a renda dos ocupados, a informalidade e a participação na força de trabalho, além da taxa de desemprego.

Os resultados foram publicados inicialmente pelo IBGE e repercutidos pelo InfoMoney. A reportagem compara esses indicadores e os diferentes segmentos de ocupação sem atribuir o desempenho a um único fator.

Em resumo

O que aconteceu?

O desemprego brasileiro atingiu 5,2% no trimestre encerrado em setembro de 2026, segundo a Pnad Contínua, divulgada pelo IBGE nesta sexta-feira, 30 de outubro. O resultado coincidiu com a mediana das projeções de mercado citadas pela Reuters.

Qual é o ponto principal?

O país contabilizou cerca de 5,6 milhões de desocupados, número inferior aos 5,4% de desemprego registrados no trimestre encerrado em junho e aos 5,6% observados no mesmo intervalo de 2025. Ao mesmo tempo, a população ocupada alcançou 103,6 milhões, maior nível da série histórica.

Quais são os dados mais importantes?

A construção apresentou crescimento de 2,8% no total de trabalhadores em relação ao trimestre anterior, o equivalente a aproximadamente 210 mil pessoas adicionais, de acordo com os dados citados na divulgação do IBGE.

Qual é o contexto?

O contingente de empregadores alcançou 4,5 milhões de pessoas, após aumento de 4,3% no trimestre. Esse indicador acompanha a quantidade de pessoas que mantêm empreendimento com trabalhadores contratados e oferece uma perspectiva diferente da taxa geral de desocupação.

Quais são os próximos desdobramentos?

O setor público reunia cerca de 13,2 milhões de empregados, com estabilidade na comparação trimestral. Já o emprego privado com carteira assinada, sem incluir trabalhadores domésticos, permaneceu próximo de 39,4 milhões.

Fontes