Brasília Hoje: Gilmar Mendes provoca críticos de urnas eletrônicas e cita vitória apertada de Moro no Paraná
Ministro do STF diz que nenhuma liderança política questionou legitimidade das urnas eletrônicas

Bastidores, vídeos e análises de economia e política. De segunda a sexta-feira.
Decano do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Gilmar Mendes
O decano do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Gilmar Mendes , provocou nas redes sociais nesta terça-feira (6) políticos críticos às urnas eletrônicas em eleições passadas, mas que nada disseram sobre o tema neste pleito —marcado por avanço da direita.
"Um bom exemplo é o Paraná, onde o governador eleito obteve 50,10% dos votos válidos, apenas 0,10 ponto percentual acima do necessário para vencer no primeiro turno", escreveu o ministro no X (antigo Twitter).
"Chama a atenção o fato de nenhuma liderança política de expressão ter questionado esse tipo de resultado, obtido por meio do mesmo sistema de votação eletrônica utilizado nas eleições de 2018 e 2022, que, além de auditável, assegura o sigilo do voto e evita velhas práticas fraudulentas".
No primeiro turno desta eleição, realizado no domingo (4),
No primeiro turno desta eleição, realizado no domingo (4), houve vitória da direita em vários estados, no Congresso Nacional e na disputa à Presidência, com Flávio Bolsonaro ( PL ) ficando à frente de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Gilmar citou o exemplo do Paraná, que elegeu como governador o ex-procurador Sergio Moro (PL), com 50,1% dos votos válidos. Em 2022, Moro chegou a afirmar que o presidente Lula havia sido eleito "entre aspas", insinuando uma possível fraude no pleito.
Em meio à onda de direita vista no primeiro turno, figuras que antes criticaram as urnas não levantaram dúvidas sobre o processo eleitoral. É o exemplo do próprio senador Flávio Bolsonaro, que, em julho, espalhou informações falsas sobre os instrumentos .
Políticos de direita, como o próprio Jair Bolsonaro (PL), fizeram críticas sistemáticas às urnas eletrônicas, sem qualquer base em fatos.
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O decano do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Gilmar Mendes , provocou nas redes sociais nesta terça-feira (6) políticos críticos às urnas eletrônicas em eleições passadas, mas que nada disseram sobre o tema neste pleito —marcado por avanço da direita.
"Um bom exemplo é o Paraná, onde o governador eleito obteve 50,10% dos votos válidos, apenas 0,10 ponto percentual acima do necessário para vencer no primeiro turno", escreveu o ministro no X (antigo Twitter).
"Chama a atenção o fato de nenhuma liderança política de expressão ter questionado esse tipo de resultado, obtido por meio do mesmo sistema de votação eletrônica utilizado nas eleições de 2018 e 2022, que, além de auditável, assegura o sigilo do voto e evita velhas práticas fraudulentas".
No primeiro turno desta eleição, realizado no domingo (4), houve vitória da direita em vários estados, no Congresso Nacional e na disputa à Presidência, com Flávio Bolsonaro ( PL ) ficando à frente de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Em resumo
Bastidores, vídeos e análises de economia e política. De segunda a sexta-feira.
O decano do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Gilmar Mendes , provocou nas redes sociais nesta terça-feira (6) políticos críticos às urnas eletrônicas em eleições passadas, mas que nada disseram sobre o tema neste pleito —marcado por avanço da direita.
"Um bom exemplo é o Paraná, onde o governador eleito obteve 50,10% dos votos válidos, apenas 0,10 ponto percentual acima do necessário para vencer no primeiro turno", escreveu o ministro no X (antigo Twitter). "Chama a atenção o fato de nenhuma liderança política de expressão ter questionado esse tipo de resultado, obtido por meio do mesmo sistema de votação
No primeiro turno desta eleição, realizado no domingo (4), houve vitória da direita em vários estados, no Congresso Nacional e na disputa à Presidência, com Flávio Bolsonaro ( PL ) ficando à frente de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Gilmar citou o exemplo do Paraná, que elegeu como governador o ex-procurador Sergio Moro (PL), com 50,1% dos votos válidos. Em 2022, Moro chegou a afirmar que o presidente Lula havia sido eleito "entre aspas", insinuando uma possível fraude no pleito.