Política Nacional · 2026-09-22 · Redação Notícia ES

Candidatos debatem segurança e social e lembram ausências de Lula e Flávio | CNN Brasil

Ronaldo Caiado, Augusto Cury e Romeu Zema participaram de debate na noite desta segunda-feira (21) em São Paulo

Candidatos debatem segurança e social e lembram ausências de Lula e Flávio | CNN Brasil
Candidatos debatem segurança e social e lembram ausências de Lula e Flávio | CNN Brasil

Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Augusto Cury (Avante) voltaram a citar adversários ausentes e fizeram críticas a Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) durante o debate presidencial promovido pelo Flow nesta segunda-feira (21). Os três também apresentaram propostas para áreas como segurança pública, políticas sociais, economia, saúde e educação.

Contexto

Sem a presença dos líderes das pesquisas, os candidatos aproveitaram diferentes momentos do encontro para questionar a decisão dos dois de não participar do debate. O episódio também foi usado como argumento para se apresentar como alternativa na disputa presidencial.

A ausência dos dois principais candidatos já havia marcado o debate realizado pela Band, em agosto. Na ocasião, porém, Lula e Flávio permaneceram no centro das discussões entre os participantes, mesmo sem comparecer ao estúdio. No encontro desta segunda, houve mais espaço para a apresentação de propostas e também divergências entre os três candidatos presentes.

Logo no início, Zema criticou a ausência dos adversários e defendeu que o horário eleitoral gratuito seja utilizado para a realização de debates entre os candidatos. “Eu tenho uma proposta. Como eu estou vendo, tem gente que vai e tem gente que não vai. Eu quero que o horário eleitoral gratuito, em vez de ser baboseira, seja utilizado para fazer debates”, afirmou.

Desdobramentos

Caiado também criticou os candidatos que não comparecem aos encontros. Segundo ele, o eleitor pode acabar tendo que escolher entre apenas dois nomes. “Eles se sentem no direito de se omitirem. O cidadão não está pensando em si e no Brasil”, disse.

Cury afirmou que os candidatos ausentes são “covardes de certa maneira” e criticou a lógica de votar no “menos pior”. O candidato também voltou a defender que pretende governar tanto para a direita quanto para a esquerda.

Ao longo do debate, Lula e Flávio foram citados em diferentes momentos, especialmente nas discussões sobre economia e corrupção. As acusações contra Flávio por envolvimento no caso Master, e as contra o filho e o ex-chefe de gabinete de Lula foram lembradas reiteradamente.

Cury criticou o modelo econômico do governo Lula e afirmou que o presidente “nunca plantou uma horta” para definir os rumos da agricultura. Ao mencionar Flávio Bolsonaro, disse que o senador “montou uma loja de chocolate” em que “há muita coisa para ser explicada”.

Zema também fez críticas ao governo Lula. Ao discutir políticas sociais, afirmou que o brasileiro está “apertado” por causa da política econômica, dos juros e das apostas esportivas. “O Lula é o pai da pobreza; ele quer que todo mundo continue na miséria, dependendo de Bolsa Família. O Lula tira a esperança e a perspectiva de futuro”, afirmou.

O candidato do Novo também mencionou o caso Master durante uma discussão sobre corrupção. “Precisamos de instituições funcionando adequadamente, cadeia para ministro, fiscal do BC, presidente de partido, mandar para a cadeia essas autoridades, esses intocáveis”, disse.

A segurança pública foi um dos principais temas do encontro e gerou uma das principais divergências entre Caiado e Cury.

Zema defendeu o enquadramento de facções criminosas como organizações terroristas e afirmou que pretende buscar apoio internacional para combater o crime organizado. “A grande ameaça à soberania do Brasil se chama facções criminosas, e não outro país”, declarou.

Em resumo

O que aconteceu?

Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Augusto Cury (Avante) voltaram a citar adversários ausentes e fizeram críticas a Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) durante o debate presidencial promovido pelo Flow nesta segunda-feira (21). Os três também apresentaram propostas para áreas como segurança pública, políticas sociais, economia, saúd

Qual é o ponto principal?

Sem a presença dos líderes das pesquisas, os candidatos aproveitaram diferentes momentos do encontro para questionar a decisão dos dois de não participar do debate. O episódio também foi usado como argumento para se apresentar como alternativa na disputa presidencial.

Quais são os dados mais importantes?

A ausência dos dois principais candidatos já havia marcado o debate realizado pela Band, em agosto. Na ocasião, porém, Lula e Flávio permaneceram no centro das discussões entre os participantes, mesmo sem comparecer ao estúdio. No encontro desta segunda, houve mais espaço para a apresentação de propostas e também divergências entre os três candidatos present

Qual é o contexto?

Logo no início, Zema criticou a ausência dos adversários e defendeu que o horário eleitoral gratuito seja utilizado para a realização de debates entre os candidatos. “Eu tenho uma proposta. Como eu estou vendo, tem gente que vai e tem gente que não vai. Eu quero que o horário eleitoral gratuito, em vez de ser baboseira, seja utilizado para fazer debates”, af

Quais são os próximos desdobramentos?

Caiado também criticou os candidatos que não comparecem aos encontros. Segundo ele, o eleitor pode acabar tendo que escolher entre apenas dois nomes. “Eles se sentem no direito de se omitirem. O cidadão não está pensando em si e no Brasil”, disse.

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