Economia · 2026-11-07 · Redação Notícia ES

Confederação defende redução do 'Imposto do Pecado' para pequenos produtores de bebidas

Confederação defende redução do 'Imposto do Pecado' para pequenos produtores de bebidas. Registro original em Revista Oeste - Feed. A Redação Notícia ES reapurou a pauta para a editoria Economia.

Confederação defende redução do 'Imposto do Pecado' para pequenos produtores de bebidas
Confederação defende redução do 'Imposto do Pecado' para pequenos produtores de bebidas

• A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) considerou positiva a proposta de redução das alíquotas do imposto seletivo para pequenos produtores de bebidas alcoólicas, conforme a Medida Provisória (MP) 1.399/2026, enviada ao Legislativo.

Dados e contexto do setor

• A MP, que ainda precisa ser aprovada pelo Congresso, prevê descontos de até 40% nas alíquotas, que entrarão em vigor em 2 de fevereiro de 2027.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) afirmou, em nota, que avalia como positiva a previsão de redução das alíquotas do imposto seletivo aos pequenos produtores de bebidas alcoólicas.

A redução está prevista na Medida Provisória (MP) 1.399/2026, enviada ao Legislativo pelo Poder Executivo, que prevê desconto de até 40% da alíquota para pequenos produtores de vinhos e espumantes, cervejas, cachaças e aguardentes.

Impactos e informações adicionais

O chamado “Imposto do Pecado” entrará em vigor em 2 fevereiro de 2027 no âmbito da reforma tributária. A MP ainda precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional.

A CNA disse na nota que defendeu a demanda junto ao Ministério da Fazenda e à Receita Federal.

Para a confederação, a redução busca “assegurar um tratamento tributário diferenciado aos pequenos produtores de vinhos e espumantes, cervejas, cachaças e aguardentes, visando dar competitividade a estes segmentos”.

A redução de até 40% na alíquota é prevista para pequenos produtores com escala de até 50 mil litros de álcool.

As outras reduções da alíquota variam de acordo com o volume de produção do ano anterior e as faixas de produção acima de 50 mil até 125 mil litros; e mais de 125 mil até 250 mil litros, segundo a CNA.

+ Entenda como funciona a economia brasileira no guia de Oeste

Para os produtores de vinhos e espumantes, cuja alíquota geral proposta é de 8%, com a redução de 40% para aqueles com produção de até 50 mil litros de álcool a alíquota será de 4,8%.

Na faixa acima de 50 mil até 125 mil litros, o desconto será de 20% e a alíquota de 6,4%. Já os produtores com volume acima de 125 mil até 250 mil litros terão redução de 10%, e a alíquota ficará em 7,2%, segundo a CNA.

No caso das cervejas, que têm alíquota geral proposta de 4,2%, os pequenos produtores também terão redução de 40%, com alíquota de 2,5% para produção de até 50 mil litros de álcool.

Para a faixa acima de 50 mil até 125 mil litros, o desconto será de 20%, resultando em uma alíquota de 3,4%.

Os produtores com volume acima de 125 mil até 250 mil litros terão redução de 10%, com alíquota de 3,8%, detalhou a CNA.

Para cachaças e aguardentes, a alíquota geral proposta é de 20%. Os produtores com até 50 mil litros de álcool terão redução de 40%, passando a recolher 12%.

Na faixa acima de 50 mil até 125 mil litros, o desconto será de 20%, com alíquota de 16%. Para aqueles com produção acima de 125 mil até 250 mil litros, a redução será de 10%, resultando em uma alíquota de 18%.

Em resumo

O que aconteceu?

• A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) considerou positiva a proposta de redução das alíquotas do imposto seletivo para pequenos produtores de bebidas alcoólicas, conforme a Medida Provisória (MP) 1.399/2026, enviada ao Legislativo.

Qual é o ponto principal?

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) afirmou, em nota, que avalia como positiva a previsão de redução das alíquotas do imposto seletivo aos pequenos produtores de bebidas alcoólicas.

Quais são os dados mais importantes?

A CNA disse na nota que defendeu a demanda junto ao Ministério da Fazenda e à Receita Federal. Para a confederação, a redução busca “assegurar um tratamento tributário diferenciado aos pequenos produtores de vinhos e espumantes, cervejas, cachaças e aguardentes, visando dar competitividade a estes segmentos”.

Qual é o contexto?

A redução de até 40% na alíquota é prevista para pequenos produtores com escala de até 50 mil litros de álcool. As outras reduções da alíquota variam de acordo com o volume de produção do ano anterior e as faixas de produção acima de 50 mil até 125 mil litros; e mais de 125 mil até 250 mil litros, segundo a CNA.

Quais são os próximos desdobramentos?

+ Entenda como funciona a economia brasileira no guia de Oeste

Fontes