Justiça · 2026-10-25 · Redação Notícia ES

Decano do STF, Gilmar Mendes não deve votar no 2° turno por questão médica

Ministro votou em Mato Grosso no primeiro turno; magistrado lesionou o braço e vai permanecer na capital federal neste domingo (25)

Decano do STF, Gilmar Mendes não deve votar no 2° turno por questão médica
Decano do STF, Gilmar Mendes não deve votar no 2° turno por questão médica

O ministro Gilmar Mendes , do STF (Supremo Tribunal Federal), não deve registrar o voto para presidente da República no segundo turno das eleições, realizado neste domingo (25). O decano da Suprema Corte lesionou o braço e está em tratamento médico.

Zona eleitoral onde o magistrado é apto a votar

A zona eleitoral onde o magistrado é apto a votar fica na cidade de Diamantina, em Mato Grosso, onde ele votou no primeiro turno das eleições, no último dia (4). No entanto, o ministro deve permanecer em Brasília neste domingo, segundo apurou a CNN .

Gilmar Mendes tem viagem marcada para o Japão , na próxima terça-feira (27), e nos próximos dias pretende manter tratamento intensivo para que a lesão esteja curada até a data da viagem. O tempo de voo na rota do Brasil até o Japão é de mais de 24 horas.

Em Mato Grosso, os eleitores do estado votam neste domingo apenas para o cargo de presidente da República. A disputa para governador foi decidida ainda no primeiro turno, com a vitória de Otaviano Pivetta (Republicanos).

Ao deixar de votar, Gilmar Mendes não precisa justificar

Ao deixar de votar, Gilmar Mendes não precisa justificar a ausência, porque tem 70 anos. A partir dessa idade, o voto não é mais obrigatório.

Espera-se que 158.745.463 brasileiros se dirijam às urnas no pleito deste ano, segundo informações do TSE . O número representa um acréscimo de 2,2 milhões de eleitores em relação ao pleito anterior.

Além do voto para a Presidência, eleitores do Distrito Federal e de cinco estados também decidem o segundo turno para governador: Espírito Santo, Rio Grande do Norte, Amazonas, Acre e Tocantins.

Segundo o TSE, cada turno é considerado uma eleição diferente para efeito de comparecimento às urnas , dessa forma, eleitores cujo voto é obrigatório devem comparecer às urnas no segundo turno, independente de terem votado ou não no primeiro turno .

A regra também vale para quem não votou no primeiro turno. A ausência na primeira etapa não impede a participação na segunda, desde que a situação eleitoral esteja regular e o título não esteja cancelado ou suspenso.

As seções eleitorais de todo o país abrem às 8h de Brasília e encerram às 17h , quando a votação termina e dá-se início à contagem de votos.

Para votar é obrigatório apresentar um documento oficial com foto como RG, CNH, passaporte ou certificado de reservista, sendo aceito também a versão digital desses documentos.

O título de eleitor e o e-Título também são documentos aceitos, desde que tenham uma foto do eleitor. A carteira de trabalho também é aceita, mas apenas na sua versão física, já que a versão digital não apresenta foto. Certidões de nascimento ou de casamento não são aceitas.

Para garantir uma votação sem dúvidas, é permitido levar uma "colinha" com o número do seu candidato anotado em um papel e consultá-la na cabine de votação.

O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes

O ministro Gilmar Mendes , do STF (Supremo Tribunal Federal), não deve registrar o voto para presidente da República no segundo turno das eleições, realizado neste domingo (25).

O decano da Suprema Corte lesionou o braço e está em tratamento médico. A zona eleitoral onde o magistrado é apto a votar fica na cidade de Diamantina, em Mato Grosso, onde ele votou no primeiro turno das eleições, no último dia (4).

No entanto, o ministro deve permanecer em Brasília neste domingo, segundo apurou a CNN .

Gilmar Mendes tem viagem marcada para o Japão , na próxima terça-feira (27), e nos próximos dias pretende manter tratamento intensivo para que a lesão esteja curada até a data da viagem.

O tempo de voo na rota do Brasil até o Japão é de mais de 24 horas. Em Mato Grosso, os eleitores do estado votam neste domingo apenas para o cargo de presidente da República.

A disputa para governador foi decidida ainda no primeiro turno, com a vitória de Otaviano Pivetta (Republicanos). Ao deixar de votar, Gilmar Mendes não precisa justificar a ausência, porque tem 70 anos.

A partir dessa idade, o voto não é mais obrigatório. Leia Mais:

Em resumo

O que aconteceu?

O ministro Gilmar Mendes , do STF (Supremo Tribunal Federal), não deve registrar o voto para presidente da República no segundo turno das eleições, realizado neste domingo (25). O decano da Suprema Corte lesionou o braço e está em tratamento médico.

Qual é o ponto principal?

A zona eleitoral onde o magistrado é apto a votar fica na cidade de Diamantina, em Mato Grosso, onde ele votou no primeiro turno das eleições, no último dia (4). No entanto, o ministro deve permanecer em Brasília neste domingo, segundo apurou a CNN .

Quais são os dados mais importantes?

Gilmar Mendes tem viagem marcada para o Japão , na próxima terça-feira (27), e nos próximos dias pretende manter tratamento intensivo para que a lesão esteja curada até a data da viagem. O tempo de voo na rota do Brasil até o Japão é de mais de 24 horas.

Qual é o contexto?

Em Mato Grosso, os eleitores do estado votam neste domingo apenas para o cargo de presidente da República. A disputa para governador foi decidida ainda no primeiro turno, com a vitória de Otaviano Pivetta (Republicanos).

Quais são os próximos desdobramentos?

Ao deixar de votar, Gilmar Mendes não precisa justificar a ausência, porque tem 70 anos. A partir dessa idade, o voto não é mais obrigatório.

Fontes