Deputada argentina denuncia entrada de Flávio Bolsonaro no país
Marcela Pagano afirmou que Bolsonaro estava proibido de deixar o Brasil por ordem judicial e questionou as versões oficiais que inicialmente negavam sua entrada em território argentino.

A deputada nacional Marcela Pagano anunciou que apresentou uma denúncia criminal à Justiça Federal de Puerto Iguazú pela entrada de Flávio Bolsonaro na Argentina e sua posterior saída em um avião particular.
Ela comunicou a medida por meio do X antes
Ela comunicou a medida por meio do X antes de a Direção Nacional de Migrações confirmar que o senador brasileiro havia entrado no país acompanhado de três familiares e que o grupo havia embarcado em um voo com destino a Guayaquil, no Equador.
Em sua publicação, Pagano afirmou que Bolsonaro estava proibido de deixar o Brasil por ordem judicial e questionou as versões oficiais que inicialmente negavam sua entrada em território argentino.
“Se ele entrou, alguém o deixou entrar. Se quiseram retirá-lo por um aeroporto federal, alguém fez vista grossa”, escreveu.
Presenté denuncia penal en la Justicia Federal de Puerto
Presenté denuncia penal en la Justicia Federal de Puerto Iguazú. Flávio Bolsonaro tiene prohibido salir de Brasil por orden judicial.
Los medios ubican su ingreso clandestino por Iguazú, un jet de matrícula argentina esperándolo para volar a EE.UU. y a la ANAC frenando ese despegue. Mientras tanto, el Gobierno dice que "nunca ingresó".
Si entró, alguien lo dejó entrar. Si lo quisieron sacar por un aeropuerto federal, alguien miró para otro lado.
Pedí preservar las cámaras del puente y del aeropuerto, los planes de vuelo, la lista de pasajeros y el contrato del chárter, e investigar por tráfico de personas en tránsito e incumplimiento de los deberes de funcionario público.
La frontera argentina no es un pasillo VIP de nadie. La soberanía no se negocia ni se presta. Fiel al compromiso de seguir dando testimonio en tiempos difíciles.
— Marcela Pagano (@Marcelampagano) October 28, 2026
A deputada pediu a preservação das gravações das câmeras da ponte internacional e do aeroporto, dos planos de voo, da lista de passageiros e do contrato do voo fretado.
Além disso, solicitou a investigação de possíveis crimes relacionados ao trânsito de pessoas e ao descumprimento dos deveres de funcionário público.
O candidato derrotado à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) entrou na Argentina pela fronteira com o Brasil às 22h50 de terça-feira (27). Quarenta minutos depois, embarcou em um voo privado para Guayaquil, no Equador, onde pousou na manhã desta quarta-feira (28).
O mesmo avião decolou horas depois com destino a Miami . A previsão de pouso é de 10h39, no horário de Brasília, no aeroporto Miami-Opa Locka Executive Airport (OPF), como mostra o site Flightaware.
Segundo apuração da TN (Todo Noticias), afiliada da CNN na Argentina , é a aeronave que transportou Flávio Bolsonaro e sua família até o Equador.
Na noite de terça-feira, o presidente Donald Trump disse que havia sido informado de que Flávio estaria na Argentina, mas sem saber seu real paradeiro.
Ao ser perguntado por jornalistas sobre a ida do candidato derrotado aos EUA, ele disse que "aprovaria" a entrada da família no país .
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato ao Planalto pelo PL
A deputada nacional Marcela Pagano anunciou que apresentou uma denúncia criminal à Justiça Federal de Puerto Iguazú pela entrada de Flávio Bolsonaro na Argentina e sua posterior saída em um avião particular.
Ela comunicou a medida por meio do X antes de a Direção Nacional de Migrações confirmar que o senador brasileiro havia entrado no país acompanhado de três familiares e que o grupo havia embarcado em um voo com destino a Guayaquil, no Equador.
Em sua publicação, Pagano afirmou que Bolsonaro estava proibido de deixar o Brasil por ordem judicial e questionou as versões oficiais que inicialmente negavam sua entrada em território argentino.
“Se ele entrou, alguém o deixou entrar. Se quiseram retirá-lo por um aeroporto federal, alguém fez vista grossa”, escreveu. Presenté denuncia penal en la Justicia Federal de Puerto Iguazú.
Flávio Bolsonaro tiene prohibido salir de Brasil por orden judicial. Los medios ubican su ingreso clandestino por Iguazú, un jet de matrícula argentina esperándolo para volar a EE.UU. y a la ANAC frenando ese despegue.
Mientras tanto, el Gobierno dice que "nunca ingresó". Si entró, alguien lo dejó entrar. Si lo quisieron sacar por un aeropuerto federal, alguien miró para otro lado.
Pedí preservar las cámaras del puente y del aeropuerto, los planes de vuelo, la lista de pasajeros y el contrato del chárter, e investigar por tráfico de personas en tránsito e incumplimiento de los deberes de funcionario público.
La frontera argentina no es un pasillo VIP de nadie. La soberanía no se negocia ni se presta. Fiel al compromiso de seguir dando testimonio en tiempos difíciles. — Marcela Pagano (@Marcelampagano) October 28, 2026
Em resumo
A deputada nacional Marcela Pagano anunciou que apresentou uma denúncia criminal à Justiça Federal de Puerto Iguazú pela entrada de Flávio Bolsonaro na Argentina e sua posterior saída em um avião particular. Ela comunicou a medida por meio do X antes de a Direção Nacional de Migrações confirmar que o senador brasileiro havia entrado no país acompanhado de tr
Em sua publicação, Pagano afirmou que Bolsonaro estava proibido de deixar o Brasil por ordem judicial e questionou as versões oficiais que inicialmente negavam sua entrada em território argentino.
“Se ele entrou, alguém o deixou entrar. Se quiseram retirá-lo por um aeroporto federal, alguém fez vista grossa”, escreveu.
Presenté denuncia penal en la Justicia Federal de Puerto Iguazú. Flávio Bolsonaro tiene prohibido salir de Brasil por orden judicial. Los medios ubican su ingreso clandestino por Iguazú, un jet de matrícula argentina esperándolo para volar a EE.UU. y a la ANAC frenando ese despegue. Mientras tanto, el Gobierno dice que "nunca ingresó". Si entró, al
— Marcela Pagano (@Marcelampagano) October 28, 2026