Deputado diz que campanha de Flávio considera contestar resultado da eleição
Para Danilo Forte (PP-CE), prorrogação do horário de votação gerou insegurança no processo eleitoral

Jornalista formada pela Universidade Católica de Brasília, atua na cobertura do Congresso Nacional e do Palácio do Planalto pela Revista Oeste. Antes, fez parte das redações de Poder360, Correio Braziliense, Alô Brasília e Aqui DF. Também foi editora na TV Brasília.
• Danilo Forte (PP-CE) afirmou que a campanha
• Danilo Forte (PP-CE) afirmou que a campanha de Flávio Bolsonaro considera contestar o resultado eleitoral depois da reeleição de Lula.
• O deputado criticou a decisão de Cristiano Zanin, do STF, que prorrogou o horário de votação até as 19h.
• A medida ocorreu depois de reclamações sobre transporte público na Bahia; Forte afirmou que a decisão gerou insegurança eleitoral.
Deputado federal Danilo Forte (PP-CE) afirmou, neste domingo, 25,
O deputado federal Danilo Forte (PP-CE) afirmou, neste domingo, 25, que a campanha de Flávio Bolsonaro considera contestar o resultado do segundo turno das eleições presidenciais.
A declaração ocorreu depois da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e teve como motivo a decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal, de prorrogar o horário de votação.
+ Leia mais: Entenda o que é a política no Brasil em Oeste
“O resultado foi uma surpresa, até porque a motivação da campanha vinha muito positiva”, declarou Forte. O parlamentar também criticou a atuação do Supremo.
“Isso cria um desconforto e uma insegurança muito grande, e isso com certeza será muito questionado, e isso enfraquece o Brasil e a democracia.”
Neste domingo, Zanin determinou a prorrogação do horário de votação das 17h para as 19h, depois de uma reclamação da campanha de Lula sobre problemas na oferta de transporte público em cidades da Bahia.
Segundo a coligação, as dificuldades prejudicavam o deslocamento dos eleitores e contrariavam a obrigação de garantir transporte gratuito no dia da eleição.
O ministro tomou a decisão por volta das 17h, quando parte das seções eleitorais já havia encerrado a votação. Mais tarde, esclareceu que a prorrogação valeria apenas para os locais onde as urnas permaneciam abertas.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) também interrompeu a totalização dos votos e retomou a divulgação dos resultados depois das 19h.
Às 21h17, com 99,79% das urnas apuradas, Lula somava 64 milhões de votos , equivalentes a 51,76% dos válidos. Flávio tinha 59,7 milhões de votos, ou 48,24%. A diferença ultrapassava 4,3 milhões de votos, e a vitória do petista já estava matematicamente definida.
Imagens de Oeste mostram pessoas deixando o local onde Flávio acompanhava a apuração enquanto a contagem se aproximava de 100% das urnas. Antes em clima de festa, o ambiente ficou silencioso depois de Lula ultrapassar Flávio na contagem dos votos.
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Em resumo
Jornalista formada pela Universidade Católica de Brasília, atua na cobertura do Congresso Nacional e do Palácio do Planalto pela Revista Oeste. Antes, fez parte das redações de Poder360, Correio Braziliense, Alô Brasília e Aqui DF. Também foi editora na TV Brasília.
• Danilo Forte (PP-CE) afirmou que a campanha de Flávio Bolsonaro considera contestar o resultado eleitoral depois da reeleição de Lula. • O deputado criticou a decisão de Cristiano Zanin, do STF, que prorrogou o horário de votação até as 19h. • A medida ocorreu depois de reclamações sobre transporte público na Bahia; Forte afirmou que a decisão gerou insegu
O deputado federal Danilo Forte (PP-CE) afirmou, neste domingo, 25, que a campanha de Flávio Bolsonaro considera contestar o resultado do segundo turno das eleições presidenciais. A declaração ocorreu depois da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e teve como motivo a decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal, de prorrogar
+ Leia mais: Entenda o que é a política no Brasil em Oeste
“O resultado foi uma surpresa, até porque a motivação da campanha vinha muito positiva”, declarou Forte. O parlamentar também criticou a atuação do Supremo. “Isso cria um desconforto e uma insegurança muito grande, e isso com certeza será muito questionado, e isso enfraquece o Brasil e a democracia.”