'Devia ter eleição toda semana', diz Flávio sobre guinada do PT pela redução da maioridade penal
Candidato defende responsabilização criminal a partir dos 16 anos; petismo tem histórico de oposição à medida

• Flávio Bolsonaro criticou a mudança de posição do PT sobre a redução da maioridade penal durante transmissão ao vivo.
• O líder petista Camilo Santana apresentou emenda à
• O líder petista Camilo Santana apresentou emenda à PEC da Segurança Pública para responsabilizar adolescentes a partir dos 16 anos.
• Flávio ironizou a iniciativa, que contrasta com a posição dos deputados do PT, contrários à redução em 2015.
O senador Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência da República, ironizou nesta quinta-feira, 15, a mudança de posição de integrantes do PT sobre a redução da maioridade penal.
Durante uma transmissão ao vivo, o parlamentar ironizou
Durante uma transmissão ao vivo, o parlamentar ironizou a iniciativa do líder petista no Senado, Camilo Santana (CE), de apresentar uma emenda à PEC da Segurança Pública para permitir a responsabilização criminal de adolescentes a partir dos 16 anos em casos de crimes hediondos.
“A bancada do PT estava ensaiando apresentar uma emenda a favor da redução da maioridade penal”, afirmou Flávio, durante conversa com o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e o senador eleito Guilherme Derrite (PL-SP).
A emenda de Santana foi apresentada nesta quinta-feira e recebeu 28 assinaturas. “Tinha que ter eleição toda semana.”
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A proposta contrasta com o histórico da legenda. Em 2015, todos os deputados federais do PT votaram contra a redução da maioridade penal durante a análise da PEC 171/1993 . Na ocasião, a Câmara rejeitou a proposta por não alcançar os 308 votos necessários à aprovação.
Em junho deste ano, o PT e o Psol votaram contra a admissibilidade de uma proposta de redução da maioridade penal de 18 para 16 anos. “Desde a época do Jair Bolsonaro, o PT tenta travar e trava essa pauta”, afirmou Nikolas.
A proposta apoiada por Flávio é mais ampla que a apresentada pelo líder petista. A emenda defendida pelo PL prevê a redução da maioridade penal para 16 anos em qualquer crime e para 14 anos nos casos de crimes hediondos e equiparados.
Durante a transmissão, Flávio criticou a exclusão dos crimes equiparados a hediondos da proposta de Santana. Essa categoria inclui o tráfico de drogas , que ficaria fora da redução pretendida pelo senador petista.
Além da redução da maioridade penal, Flávio defendeu o aumento das punições para crimes patrimoniais e o endurecimento das regras de cumprimento de pena.
O candidato propôs estabelecer pena mínima de oito anos de prisão para o roubo de celulares e para a revenda dos aparelhos. A medida integra seu plano de governo.
Derrite destacou alterações feitas na PEC da Segurança Pública durante sua tramitação no Congresso.
Entre os pontos mencionados estão a restrição do direito ao voto de presos provisórios e a previsão de regimes especiais de cumprimento de pena para integrantes de organizações criminosas e autores de crimes violentos.
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Em resumo
• Flávio Bolsonaro criticou a mudança de posição do PT sobre a redução da maioridade penal durante transmissão ao vivo. • O líder petista Camilo Santana apresentou emenda à PEC da Segurança Pública para responsabilizar adolescentes a partir dos 16 anos. • Flávio ironizou a iniciativa, que contrasta com a posição dos deputados do PT, contrários à redução em 2
O senador Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência da República, ironizou nesta quinta-feira, 15, a mudança de posição de integrantes do PT sobre a redução da maioridade penal.
Durante uma transmissão ao vivo, o parlamentar ironizou a iniciativa do líder petista no Senado, Camilo Santana (CE), de apresentar uma emenda à PEC da Segurança Pública para permitir a responsabilização criminal de adolescentes a partir dos 16 anos em casos de crimes hediondos.
“A bancada do PT estava ensaiando apresentar uma emenda a favor da redução da maioridade penal”, afirmou Flávio, durante conversa com o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e o senador eleito Guilherme Derrite (PL-SP). A emenda de Santana foi apresentada nesta quinta-feira e recebeu 28 assinaturas. “Tinha que ter eleição toda semana.”
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