Dólar sobe e bolsa oscila com política no Brasil e juros, PIB e inflação nos EUA
Investidores seguem repercutindo tensão política no país, além de dados de inflação e atividade econômica nos EUA

Jornalista formado pela Cásper Líbero, é pós-graduado em marketing político e propaganda eleitoral pela USP. Trabalhou no site da ESPN, pelo qual foi à China para cobrir a Olimpíada de Pequim, em 2008.
Também teve passagens por Metrópoles, InfoMoney, O Antagonista, iG
Também teve passagens por Metrópoles, InfoMoney, O Antagonista, iG e Terra, cobrindo política e economia. Como assessor de imprensa, atuou na Câmara dos Deputados e no Ministério da Cultura.
É autor dos livros “Dias: a Vida do Maior Jogador do São Paulo nos Anos 1960” e “20 Jogos Eternos do São Paulo”.
Na manhã de 29 de outubro de 2026, o dólar apresentava leve alta de 0,44%, cotado a R$ 5,364, enquanto o Ibovespa operava praticamente estável, com uma queda de 0,18%.
Foco dos investidores estava na divulgação de indicadores econômicos
O foco dos investidores estava na divulgação de indicadores econômicos dos EUA, que mostraram um crescimento do PIB de 3,4% no terceiro trimestre, superando as expectativas.
No Brasil, o cenário político seguia em destaque após a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva, com o senador Flávio Bolsonaro deixando o país depois da apreensão de seu passaporte.
O dólar operava em alta na manhã desta quinta-feira, 29, em um dia no qual os investidores concentram as atenções na divulgação de indicadores econômicos dos Estados Unidos .
No Brasil, o foco ainda é o cenário político, com os desdobramentos do processo eleitoral que terminou com a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Derrotado no segundo turno, o senador Flávio Bolsonaro (PL) deixou o país e foi para os EUA, depois de o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) , determinar a apreensão de seu passaporte.
Além do cenário doméstico, os investidores repercutem nesta quinta-feira a divulgação de novos dados sobre a maior economia do mundo.
De acordo com dados preliminares do Departamento de Comércio dos EUA, o Produto Interno Bruto (PIB) do país avançou 3,4% no terceiro trimestre de 2026, na base de comparação anual.
O desempenho da economia norte-americana veio ligeiramente acima da média das projeções do mercado, que era de 3,2%. No trimestre anterior, o PIB dos EUA cresceu 2,2%.
Também nesta quinta, foi divulgado o Índice de Preços de Gastos com Consumo (PCE, na sigla em inglês), a chamada “inflação do consumo” nos EUA, um dos indicadores monitorados com maior atenção pelo Federal Reserve (Fed, o Banco Central norte-americano) para definir a taxa de juros.
Em setembro, o PCE ficou em 3,6%, na base anual, em linha com as estimativas do mercado e acelerando em relação ao mês anterior (3,4%). Na comparação mensal, o índice foi de 0,5%, também dentro do esperado, ante 0,3% de agosto.
Nesta quarta-feira, 28, o BC dos EUA anunciou a manutenção da taxa básica de juros do país no intervalo entre 3,75% e 4% ao ano, confirmando a expectativa do mercado.
A decisão do Fed não foi unânime: foram dez votos pela manutenção dos juros neste patamar e dois votos contrários – de Lisa Cook e Beth Hammack, que defenderam um aumento de 0,25 ponto porcentual.
A taxa básica de juros é o principal instrumento dos bancos centrais para controlar a inflação.
Segundo Rebecca Nossig, estrategista de ações da Nomad, o mercado financeiro reflete a repercussão dos “desdobramentos políticos no cenário doméstico” e uma “postura defensiva dos investidores, que adotam cautela enquanto aguardavam definições macroeconômicas cruciais no exterior”.
“O comportamento do dólar reflete os ajustes e as tentativas de proteção de patrimônio por parte dos agentes financeiros, que dividem suas atenções entre o noticiário local mais tenso e os desdobramentos nos EUA”, afirma.
Em resumo
Jornalista formado pela Cásper Líbero, é pós-graduado em marketing político e propaganda eleitoral pela USP. Trabalhou no site da ESPN, pelo qual foi à China para cobrir a Olimpíada de Pequim, em 2008. Também teve passagens por Metrópoles, InfoMoney, O Antagonista, iG e Terra, cobrindo política e economia. Como assessor de imprensa, atuou na Câmara dos Deput
Na manhã de 29 de outubro de 2026, o dólar apresentava leve alta de 0,44%, cotado a R$ 5,364, enquanto o Ibovespa operava praticamente estável, com uma queda de 0,18%. O foco dos investidores estava na divulgação de indicadores econômicos dos EUA, que mostraram um crescimento do PIB de 3,4% no terceiro trimestre, superando as expectativas. No Brasil, o cenár
O dólar operava em alta na manhã desta quinta-feira, 29, em um dia no qual os investidores concentram as atenções na divulgação de indicadores econômicos dos Estados Unidos .
No Brasil, o foco ainda é o cenário político, com os desdobramentos do processo eleitoral que terminou com a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Derrotado no segundo turno, o senador Flávio Bolsonaro (PL) deixou o país e foi para os EUA, depois de o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) , determinar a apreensão de seu passaporte.