Segurança Pública · 2026-10-28 · Redação Notícia ES

Dona de bar em Vila Velha foi morta pelo próprio segurança, diz polícia

O chefe do Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic), delegado Gabriel Monteiro, afirmou que o suspeito era uma pessoa de confiança da vítima

Dona de bar em Vila Velha foi morta pelo próprio segurança, diz polícia
Dona de bar em Vila Velha foi morta pelo próprio segurança, diz polícia

As investigações sobre o assassinato de uma dona de bar em Vila Velha apontaram que a vítima foi atacada pelo próprio segurança do estabelecimento. Idalete Pereira Figueiredo, de 58 anos, era proprietária do "Bar da Loira", muito conhecido em Itapuã.

Prisão de Sérgio Silva Soares, de 34 anos, ocorreu

Segundo a Polícia Civil, a prisão de Sérgio Silva Soares, de 34 anos, ocorreu em 19 de outubro, mas só foi divulgada nesta quarta-feira (28). O crime aconteceu em 7 de junho e é investigado como latrocínio, roubo seguido de morte.

Na ocasião, foram levados pertences pessoais de Idalete, dinheiro e mercadorias do bar. De acordo com a investigação, Sérgio trabalhava ocasionalmente como segurança no estabelecimento, sem vínculo empregatício.

O chefe do Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic), delegado Gabriel Monteiro, afirmou que o suspeito era uma pessoa de confiança da vítima.

No dia do crime, testemunhas relataram que Sérgio estava

No dia do crime, testemunhas relataram que Sérgio estava nervoso e teria dito que precisava de dinheiro porque o celular havia quebrado.

As investigações, no entanto, apontaram que o aparelho estava em uma boca de fumo, onde Sérgio teria uma dívida. Ele procurou Idalete para pedir um adiantamento de pagamento, mas não conseguiu.

“Ele era de confiança para a vítima. No dia do crime, estava nervoso e ajudando a colocar as cadeiras de forma ríspida.

Mais à frente descobrimos que ele estava brigando com essa dona, pedindo antecipação de pagamento porque ele tinha que recuperar o celular na boca de fumo”, detalhou o delegado.

A reportagem tenta localizar a defesa de Sérgio. O espaço segue aberto para manifestação.

Ainda segundo Monteiro, o crime foi premeditado. Filmagens mostram Sérgio ajudando Idalete a arrumar o bar. Ele também dormiu no estabelecimento, alegando que começaria a trabalhar bem cedo no dia seguinte.

De acordo com o delegado, Sérgio desligou da tomada o circuito interno de videomonitoramento, acreditando que, assim, as imagens não seriam gravadas.

No entanto, a equipe de investigação conseguiu imagens de uma câmera externa, voltada para a rua, que mostram o suspeito saindo do local às 2h30. Nas imagens, ele abre uma mochila que pertencia à vítima. Veja o vídeo:

Dias depois do crime, a equipe encontrou uma calça com marcas de sangue na casa onde Sérgio estava. Segundo a polícia, o exame pericial confirmou que o sangue era de Idalete.

À época, uma funcionária relatou à polícia que passou aquele domingo tentando entrar em contato com Idalete, sem sucesso. Ela ligou várias vezes e, ao anoitecer, decidiu ir até o estabelecimento.

A porta de aço do bar estava fechada, mas não trancada. A funcionária entrou e foi até os fundos do imóvel, onde encontrou o corpo da proprietária com marcas de facadas. A arma utilizada no crime foi deixada sobre o corpo da vítima, segundo a polícia.

As investigações sobre o assassinato de uma dona de bar em Vila Velha apontaram que a vítima foi atacada pelo próprio segurança do estabelecimento. Idalete

O chefe do Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic), delegado Gabriel Monteiro, afirmou que o suspeito era uma pessoa de confiança da vítima.

No dia do crime, testemunhas relataram que Sérgio estava nervoso e teria dito que precisava de dinheiro porque o celular havia quebrado.

As investigações, no entanto, apontaram que o aparelho estava em uma boca de fumo, onde Sérgio teria uma dívida. Ele procurou Idalete para pedir um adiantamento de pagamento, mas não conseguiu.

“Ele era de confiança para a vítima. No dia do crime, estava nervoso e ajudando a colocar as cadeiras de forma ríspida.

Mais à frente descobrimos que ele estava brigando com essa dona, pedindo antecipação de pagamento porque ele tinha que recuperar o celular na boca de fumo”, detalhou o delegado.

Ainda segundo Monteiro, o crime foi premeditado. Filmagens mostram Sérgio ajudando Idalete a arrumar o bar. Ele também dormiu no estabelecimento, alegando que começaria a trabalhar bem cedo no dia seguinte.

De acordo com o delegado, Sérgio desligou da tomada o circuito interno de videomonitoramento, acreditando que, assim, as imagens não seriam gravadas.

No entanto, a equipe de investigação conseguiu imagens de uma câmera externa, voltada para a rua, que mostram o suspeito saindo do local às 2h30. Nas imagens, ele abre uma mochila que pertencia à vítima. Veja o vídeo:

À época, uma funcionária relatou à polícia que passou aquele domingo tentando entrar em contato com Idalete, sem sucesso. Ela ligou várias vezes e, ao anoitecer, decidiu ir até o estabelecimento.

A porta de aço do bar estava fechada, mas não trancada. A funcionária entrou e foi até os fundos do imóvel, onde encontrou o corpo da proprietária com marcas de facadas.

A arma utilizada no crime foi deixada sobre o corpo da vítima, segundo a polícia.

Em resumo

O que aconteceu?

As investigações sobre o assassinato de uma dona de bar em Vila Velha apontaram que a vítima foi atacada pelo próprio segurança do estabelecimento. Idalete Pereira Figueiredo, de 58 anos, era proprietária do "Bar da Loira", muito conhecido em Itapuã.

Qual é o ponto principal?

Segundo a Polícia Civil, a prisão de Sérgio Silva Soares, de 34 anos, ocorreu em 19 de outubro, mas só foi divulgada nesta quarta-feira (28). O crime aconteceu em 7 de junho e é investigado como latrocínio, roubo seguido de morte.

Quais são os dados mais importantes?

Na ocasião, foram levados pertences pessoais de Idalete, dinheiro e mercadorias do bar. De acordo com a investigação, Sérgio trabalhava ocasionalmente como segurança no estabelecimento, sem vínculo empregatício.

Qual é o contexto?

O chefe do Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic), delegado Gabriel Monteiro, afirmou que o suspeito era uma pessoa de confiança da vítima. No dia do crime, testemunhas relataram que Sérgio estava nervoso e teria dito que precisava de dinheiro porque o celular havia quebrado.

Quais são os próximos desdobramentos?

As investigações, no entanto, apontaram que o aparelho estava em uma boca de fumo, onde Sérgio teria uma dívida. Ele procurou Idalete para pedir um adiantamento de pagamento, mas não conseguiu.

Fontes