Dow Jones Futuro sobe em semana de balanços de big techs e decisões de juros
Os resultados de Microsoft, Alphabet, controladora do Google, e Amazon estarão no centro das atenções

Os índices futuros de Nova York operam em alta nesta segunda-feira (26), com os investidores à espera de uma bateria de balanços de gigantes de tecnologia que deve ajudar a avaliar a sustentabilidade dos investimentos em inteligência artificial (IA).
Resultados de Microsoft, Alphabet, controladora do Google, e Amazon
Os resultados de Microsoft, Alphabet, controladora do Google, e Amazon estarão no centro das atenções, em meio ao escrutínio sobre os gastos bilionários com a expansão da IA e após um período de volatilidade nas ações do setor.
Além dos balanços, a agenda dos bancos centrais deve orientar os mercados nesta semana.
O Federal Reserve (Fed), dos Estados Unidos, anuncia sua decisão sobre os juros na quarta-feira, seguido pelo Banco Central Europeu (BCE), na quinta-feira, e pelo Banco do Japão (BoJ), na sexta-feira.
Consenso do mercado prevê que a Microsoft registre receita
O consenso do mercado prevê que a Microsoft registre receita de US$ 90,6 bilhões e lucro por ação ajustado de US$ 4,73.
Para a Amazon, a expectativa é de faturamento de US$ 202 bilhões e lucro por ação de cerca de US$ 1,97. Já a Alphabet, controladora do Google, deve apresentar receita de US$ 128 bilhões e lucro por ação de US$ 3,00.
Os mercados europeus operam com alta em sua maioria. Os custos de financiamento da França recuaram ligeiramente, com o rendimento dos títulos públicos de 10 anos caindo 5 pontos-base.
O movimento ocorreu após a Moody’s manter a classificação de crédito do país em Aa3 na sexta-feira, mas preservar a perspectiva negativa.
A França enfrenta uma crise fiscal crescente e tenta convencer os investidores de sua capacidade de controlar a dívida pública e manter a credibilidade de suas contas.
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam sem direção única, com os investidores focados nas principais decisões dos bancos centrais e na Quinta Reunião Plenária da China.
Os preços do petróleo recuam à medida que os investidores avaliam a ameaça de novos ataques à infraestrutura energética da Arábia Saudita em contraposição às preocupações de que os preços elevados pudessem, eventualmente, corroer a demanda.
Na sexta-feira, Trump afirmou que os EUA podem realizar outra operação militar contra o Irã, enquanto Teerã ameaçou com represálias, incluindo ataques a cabos submarinos.
As cotações do minério de ferro na China fecharam perto da estabilidade, enquanto os investidores avaliavam a demanda sazonalmente mais fraca na China, em contraposição às apostas em novos estímulos de Pequim para impulsionar a segunda maior economia do mundo.
Em resumo
Os índices futuros de Nova York operam em alta nesta segunda-feira (26), com os investidores à espera de uma bateria de balanços de gigantes de tecnologia que deve ajudar a avaliar a sustentabilidade dos investimentos em inteligência artificial (IA).
Os resultados de Microsoft, Alphabet, controladora do Google, e Amazon estarão no centro das atenções, em meio ao escrutínio sobre os gastos bilionários com a expansão da IA e após um período de volatilidade nas ações do setor.
Além dos balanços, a agenda dos bancos centrais deve orientar os mercados nesta semana. O Federal Reserve (Fed), dos Estados Unidos, anuncia sua decisão sobre os juros na quarta-feira, seguido pelo Banco Central Europeu (BCE), na quinta-feira, e pelo Banco do Japão (BoJ), na sexta-feira.
O consenso do mercado prevê que a Microsoft registre receita de US$ 90,6 bilhões e lucro por ação ajustado de US$ 4,73. Para a Amazon, a expectativa é de faturamento de US$ 202 bilhões e lucro por ação de cerca de US$ 1,97. Já a Alphabet, controladora do Google, deve apresentar receita de US$ 128 bilhões e lucro por ação de US$ 3,00.
Os mercados europeus operam com alta em sua maioria. Os custos de financiamento da França recuaram ligeiramente, com o rendimento dos títulos públicos de 10 anos caindo 5 pontos-base. O movimento ocorreu após a Moody’s manter a classificação de crédito do país em Aa3 na sexta-feira, mas preservar a perspectiva negativa.