Política ES · 2026-11-03 · Redação Notícia ES

Eleição municipal é logo ali. Como chegam os prefeitos?

Diversos prefeitos da Grande Vitória não podem mais se reeleger, mas ainda não têm sucessores

Eleição municipal é logo ali. Como chegam os prefeitos?
Eleição municipal é logo ali. Como chegam os prefeitos?

Com as Eleições Gerais de 2026 encerradas e o tabuleiro político capixaba redesenhado, os olhares começam a se voltar para 2028, quando haverá novamente disputa pelas prefeituras e câmaras municipais.

O contexto do cenário político

Ao longo da campanha deste ano, diversos candidatos já demonstravam mirar a próxima eleição. Entre os que disputaram vagas na Câmara dos Deputados, há quem pretenda concorrer à prefeitura de seu município ou tentar uma cadeira de vereador, por exemplo.

Muitos buscaram se fortalecer neste ano justamente com esse intuito.

Por incrível que pareça, alguns deputados estaduais eleitos, segundo apurou a coluna, nem sequer tomaram posse e já planejam disputar prefeituras.

Informações e repercussões do episódio

Enquanto isso, suplentes de seus partidos alimentam a expectativa de herdar uma vaga na Ales. Na política, cada movimento é pensado a médio prazo.

Alguns prefeitos da Grande Vitória não poderão disputar a reeleição em 2028 e terão de escolher sucessores.

Por enquanto, a maioria ainda não tem nomes definidos, embora as especulações já movimentem os bastidores.

Em Cariacica, por exemplo, comenta-se que Euclério Sampaio (MDB) poderia indicar a atual vice, Shymenne (PSB), ou o deputado federal Messias Donato (União).

Em Vila Velha, Arnaldinho (PSDB) também não poderá se reeleger e terá de escolher um sucessor. O mesmo vale para Wanderson Bueno (Pode), em Viana.

Na Serra, Weverson Meireles (PDT), em tese, tem a prerrogativa para disputar novo mandato, mas decisão dependerá de articulações internas.

Serginho Vidigal (Pode) chegou a ser cotado antes do pleito deste ano, mas, após derrota na disputa à Câmara, há quem avalie que perdeu força.

Nesse cenário, uma das grandes vencedoras do processo eleitoral deste ano foi a prefeita de Vitória, Cris Samorini (PP). Assumiu o comando da capital em abril, após Pazolini (Rep) deixar o cargo para disputar o governo.

Com quase dois anos pela frente, Cris tem uma vantagem para 2028: poderá contar com o apoio do governador eleito para impulsionar seu projeto, caso seja a escolhida por ele para representar o grupo político na disputa.

O governador eleito, Lorenzo Pazolini (Rep), aproveitou o Dia de Finados, ontem, para homenagear o pai, Renato Pazolini, que morreu quando ele ainda era adolescente.

“Sua presença segue em cada memória, em cada valor que carrego e em cada passo da minha caminhada”, escreveu.

O governador eleito, Lorenzo Pazolini (Rep), já definiu alguns nomes para a equipe de transição e mantém conversas de bastidores sobre possíveis integrantes do futuro secretariado.

Como a coluna já antecipou, boa parte dos cotados atualmente ocupa cargos na Prefeitura de Vitória.

Em resumo

O que aconteceu?

Com as Eleições Gerais de 2026 encerradas e o tabuleiro político capixaba redesenhado, os olhares começam a se voltar para 2028, quando haverá novamente disputa pelas prefeituras e câmaras municipais.

Qual é o ponto principal?

Ao longo da campanha deste ano, diversos candidatos já demonstravam mirar a próxima eleição. Entre os que disputaram vagas na Câmara dos Deputados, há quem pretenda concorrer à prefeitura de seu município ou tentar uma cadeira de vereador, por exemplo.

Quais são os dados mais importantes?

Muitos buscaram se fortalecer neste ano justamente com esse intuito.

Qual é o contexto?

Por incrível que pareça, alguns deputados estaduais eleitos, segundo apurou a coluna, nem sequer tomaram posse e já planejam disputar prefeituras.

Quais são os próximos desdobramentos?

Enquanto isso, suplentes de seus partidos alimentam a expectativa de herdar uma vaga na Ales. Na política, cada movimento é pensado a médio prazo.

Fontes