Equipe de Lula diz que presidente aceitou termos colocados por Flávio
Autorização para divulgação de sigilo dos dois candidatos foi assinada em encontro entre as campanhas na sede do Tribunal Superior Eleitoral nesta quinta-feira (22)

A equipe de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quinta-feira (22) ter concordado com as exigências do adversário Flávio Bolsonaro (PL) para a divulgação da quebra de sigilo dos dois candidatos.
Lula e a advogada de Flávio, a ex-ministra Maria
Lula e a advogada de Flávio, a ex-ministra Maria Claudia Bucchianeri , assinaram, na sede do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), uma petição em que aceitam a quebra de seus respectivos sigilos, de familiares e empresas associadas.
A informação foi anunciada pelos coordenadores da campanha petista, o presidente nacional do PT, Edinho Silva , e o senador Camilo Santana (PT-CE), após encontro entre as campanhas no TSE. Uma foto veiculada mostra a assinatura também de Bucchianeri.
"O presidente Lula não tem nenhuma restrição, não colocou nenhuma restrição", afirmou Edinho em entrevista a jornalistas no TSE.
Camilo afirmou que, inicialmente, houve divergência entre as campanhas
Camilo afirmou que, inicialmente, houve divergência entre as campanhas sobre a inclusão na autorização da Alcaraz Holding , uma empresa pertencente ao advogado Willer Tomaz , que supostamente teria ligação com Flávio.
Segundo ele, ao final, a equipe do candidato do PL aceitou a condição para incluir as informações sobre a companhia na abertura do sigilo.
Lula assinou digitalmente o documento e Bucchianeri assinou com procuração de Flávio. O documento foi elaborado pela campanha do petista.
A petição indica que o texto não significa reconhecimento de titularidade ou de propriedade direta ou indireta de contas ou empresas de terceiros.
O acordo também prevê que, após o envio das informações pelos órgãos e pelas empresas de telefonia, os dados sejam divulgados simultaneamente em um site de acesso público.
"É bom lembrar que é bom lembrar que o presidente Lula fez o desafio no domingo e o Flávio Bolsonaro só foi se posicionar na quarta-feira, ontem [...] É importante que abra antes das eleições para que o povo brasileiro possa saber quem é quem e poder tomar sua decisão domingo", declarou Camilo.
A três dias do segundo turno, o “desafio dos sigilos” ocupa o centro da campanha presidencial e mobiliza as campanhas. Lula lançou o desafio no debate da Band , no domingo (18).
Na terça (20), apresentou ao TSE e ao STF (Supremo Tribunal Federal) uma autorização para abrir os sigilos bancário, fiscal e telefônico dele e de seus familiares dos últimos oito anos, desde que o adversário fizesse o mesmo.
Em petição ao TSE na quarta, dirigida ao ministro André Mendonça , Flávio chamou a oferta de “gaveta vazia” e afirmou que o patrimônio do rival não está em seu nome, mas no de terceiros.
Ao impor uma série de condições, o senador autorizou o levantamento de seus sigilos bancário, fiscal e telefônico dos últimos 20 anos e dos de empresas das quais é sócio ou administrador.
Disse também não se opor à abertura das mensagens que trocou com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro .
Entre as exigências para a apresentação, o candidato do PL pediu a abertura dos sigilos telefônico, telemático, bancário e fiscal do ex-chefe de gabinete de Lula, Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola , e documentos sobre as relações do governo com Vorcaro e com a lobista Roberta Luchsinger , investigada no caso INSS.
Cobrou ainda os gastos do cartão corporativo da Presidência desde 2023, a agenda de Janja anterior a fevereiro de 2025, quando a primeira-dama passou a divulgá-la, e informações sobre as visitas dos filhos do presidente ao Palácio da Alvorada, o uso de helicóptero e as despesas do palácio.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ)
A equipe de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quinta-feira (22) ter concordado com as exigências do adversário Flávio Bolsonaro (PL) para a divulgação da quebra de sigilo dos dois candidatos.
Lula e a advogada de Flávio, a ex-ministra Maria Claudia Bucchianeri , assinaram, na sede do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), uma petição em que aceitam a quebra de seus respectivos sigilos, de familiares e empresas associadas.
A informação foi anunciada pelos coordenadores da campanha petista, o presidente nacional do PT, Edinho Silva , e o senador Camilo Santana (PT-CE), após encontro entre as campanhas no TSE.
Uma foto veiculada mostra a assinatura também de Bucchianeri. "O presidente Lula não tem nenhuma restrição, não colocou nenhuma restrição", afirmou Edinho em entrevista a jornalistas no TSE.
Camilo afirmou que, inicialmente, houve divergência entre as campanhas sobre a inclusão na autorização da Alcaraz Holding , uma empresa pertencente ao advogado Willer Tomaz , que supostamente teria ligação com Flávio.
Segundo ele, ao final, a equipe do candidato do PL aceitou a condição para incluir as informações sobre a companhia na abertura do sigilo. Leia Mais:
Em resumo
A equipe de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quinta-feira (22) ter concordado com as exigências do adversário Flávio Bolsonaro (PL) para a divulgação da quebra de sigilo dos dois candidatos.
Lula e a advogada de Flávio, a ex-ministra Maria Claudia Bucchianeri , assinaram, na sede do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), uma petição em que aceitam a quebra de seus respectivos sigilos, de familiares e empresas associadas.
A informação foi anunciada pelos coordenadores da campanha petista, o presidente nacional do PT, Edinho Silva , e o senador Camilo Santana (PT-CE), após encontro entre as campanhas no TSE. Uma foto veiculada mostra a assinatura também de Bucchianeri.
"O presidente Lula não tem nenhuma restrição, não colocou nenhuma restrição", afirmou Edinho em entrevista a jornalistas no TSE.
Camilo afirmou que, inicialmente, houve divergência entre as campanhas sobre a inclusão na autorização da Alcaraz Holding , uma empresa pertencente ao advogado Willer Tomaz , que supostamente teria ligação com Flávio. Segundo ele, ao final, a equipe do candidato do PL aceitou a condição para incluir as informações sobre a companhia na abertura do sigilo.