EUA ainda não reconheceram oficialmente vitória de Lula nas eleições; aliados de Trump contestam resultado
Entre eles estão o advogado de Trump, um senador republicano e o filho do presidente americano.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o governo americano ainda não reconheceram oficialmente a vitória de Lula nas eleições deste domingo (25) contra o senador Flávio Bolsonaro.
Movimento é diferente da vitória do petista em 2022,
O movimento é diferente da vitória do petista em 2022, rapidamente reconhecida pelo então presidente Joe Biden.
Apesar disso, aliados de Trump seguem a narrativa de Bolsonaro e contestam o resultado do pleito.
Uma das vozes mais ativas é o advogado Martin De Luca, que advoga para Trump Media, a empresa do presidente americano.
Ele publicou na rede social X que o 'mundo
Ele publicou na rede social X que o 'mundo só reconhecerá' as eleições caso 'algumas respostas' sejam dadas sobre a extensão do período de votação em duas horas.
Já o filho de Trump, Donald Trump Jr., publicou que se a extensão de horário fosse pedida por um 'governo conservador no Brasil, todo mundo na imprensa americana perderia a cabeça'.
O empresário Elon Musk, que já fez parte do governo republicano, repostou Martin apenas com um 'Wow' e depois escreveu em outro post que o que estavam fazendo era 'tão sombrio'.
O ex-conselheiro da Casa Branca e um dos principais aliados de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos, Jason Miller, republicou na rede social a declaração de Flávio Bolsonaro não reconhecendo o resultado das urnas.
Além deles, o senador Shane Jett, do estado de Oklahoma, que é casado com uma brasileira, publicou que a eleição foi 'roubada'.
Nunes Marques: 'Temos absoluta segurança de todo o processo eleitoral'
Lula discursa após vencer as eleições presidenciais no Brasil pela quarta vez — Foto: Foto por MIGUEL SCHINCARIOL / AFP
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, afirmou neste domingo (25) que a prorrogação do horário de votação é possível, mas precisa ser planejada e estruturada.
Segundo ele, a medida exige organização prévia para garantir a segurança do processo eleitoral.
Nunes Marques também destacou o trabalho da equipe técnica da Justiça Eleitoral na identificação de possíveis problemas durante a votação.
Ele explicou que foi necessário bloquear temporariamente o recebimento de boletins de urna para impedir que servidores ou integrantes do tribunal tivessem acesso aos dados antes do momento adequado.
A medida, no entanto, provocou um acúmulo extraordinário de boletins, o que gerou preocupação sobre a capacidade de armazenamento das informações.
Apesar dos desafios operacionais, o presidente do TSE afirmou que todos os aspectos foram avaliados e reforçou a confiança na condução das eleições. “Temos absoluta segurança de todo o processo eleitoral”, declarou.
Ministro do TSE Nunes Marques durante pronunciamento — Foto: Reprodução
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Em resumo
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o governo americano ainda não reconheceram oficialmente a vitória de Lula nas eleições deste domingo (25) contra o senador Flávio Bolsonaro. O movimento é diferente da vitória do petista em 2022, rapidamente reconhecida pelo então presidente Joe Biden.
Apesar disso, aliados de Trump seguem a narrativa de Bolsonaro e contestam o resultado do pleito.
Uma das vozes mais ativas é o advogado Martin De Luca, que advoga para Trump Media, a empresa do presidente americano. Ele publicou na rede social X que o 'mundo só reconhecerá' as eleições caso 'algumas respostas' sejam dadas sobre a extensão do período de votação em duas horas.
Já o filho de Trump, Donald Trump Jr., publicou que se a extensão de horário fosse pedida por um 'governo conservador no Brasil, todo mundo na imprensa americana perderia a cabeça'.
O empresário Elon Musk, que já fez parte do governo republicano, repostou Martin apenas com um 'Wow' e depois escreveu em outro post que o que estavam fazendo era 'tão sombrio'.