Política Nacional · 2026-10-13 · Redação Notícia ES

Flávio acena a militares, quer civil na Defesa e generais longe do Planalto

Emissários do presidenciável levam às Forças Armadas recado de que não haverá "revanchismo" contra oficiais que se aproximaram de Lula

Flávio acena a militares, quer civil na Defesa e generais longe do Planalto
Flávio acena a militares, quer civil na Defesa e generais longe do Planalto

A cúpula das Forças Armadas recebeu avisos de que o candidato à Presidência da República pelo PL (Partido Liberal) , Flávio Bolsonaro , não adotará uma postura de "revanchismo", em caso de vitória no segundo turno, contra oficiais que se aproximaram do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ajudaram a pacificar os quartéis depois das eleições de 2022.

Flávio, segundo relatos feitos à CNN , pediu

Flávio, segundo relatos feitos à CNN , pediu a emissários que levassem um recado de que deseja "virar a página" e descarta uma "caça às bruxas" — expressões usadas por interlocutores diretos do candidato.

Ele quer um governo sem militares da ativa em cargos no Palácio do Planalto ou na Esplanada dos Ministérios, como ocorreu no governo de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Para o Ministério da Defesa, a escolha deverá ser por um civil. O mais cotado é Marcos Degaut, que era o principal executivo na América Latina do Grupo Edge na América Latina, uma empresa dos Emirados Árabes que tem avançado rapidamente na indústria bélica da região, com a compra das brasileiras SIATT, Condor e Akaer.

Com passagem pela SAE (Secretaria de Assuntos Estratégicos)

Com passagem pela SAE (Secretaria de Assuntos Estratégicos) na gestão Michel Temer (MDB) , Degaut foi secretário de Produtos de Defesa no governo Bolsonaro e é próximo de Eduardo, o filho do ex-presidente que hoje está autoexilado nos Estados Unidos , embora também tenha interlocução com Flávio.

Em 2022, Bolsonaro chegou a indicar Degaut para assumir a embaixada do Brasil nos Emirados Árabes, mas ele acabou não sendo sabatinado pelo Senado e desistiu da postulação, alegando questões de saúde.

No entorno de Flávio, está descartado manter os atuais comandantes das Forças Armadas , que foram escolhidos por Lula. A promessa, no entanto, é de que não haverá nenhum tipo de perseguição aos oficiais próximos a eles.

Um exemplo disso é a ausência de veto ao general Francisco Humberto Montenegro Junior , chefe do Estado-Maior do Exército, visto hoje nos quartéis como favorito para suceder Tomás Paiva no comando da força terrestre.

Campanha de Flávio Bolsonaro (PL) analisa impacto de declaração sobre Constituição

A cúpula das Forças Armadas recebeu avisos de que o candidato à Presidência da República pelo PL (Partido Liberal) , Flávio Bolsonaro , não adotará uma postura de "revanchismo", em caso de vitória no segundo turno, contra oficiais que se aproximaram do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ajudaram a pacificar os quartéis depois das eleições de 2022.

Flávio, segundo relatos feitos à CNN , pediu a emissários que levassem um recado de que deseja "virar a página" e descarta uma "caça às bruxas" — expressões usadas por interlocutores diretos do candidato.

Ele quer um governo sem militares da ativa em cargos no Palácio do Planalto ou na Esplanada dos Ministérios, como ocorreu no governo de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Leia Mais

Em resumo

O que aconteceu?

A cúpula das Forças Armadas recebeu avisos de que o candidato à Presidência da República pelo PL (Partido Liberal) , Flávio Bolsonaro , não adotará uma postura de "revanchismo", em caso de vitória no segundo turno, contra oficiais que se aproximaram do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ajudaram a pacificar os quartéis depois das eleições

Qual é o ponto principal?

Flávio, segundo relatos feitos à CNN , pediu a emissários que levassem um recado de que deseja "virar a página" e descarta uma "caça às bruxas" — expressões usadas por interlocutores diretos do candidato.

Quais são os dados mais importantes?

Ele quer um governo sem militares da ativa em cargos no Palácio do Planalto ou na Esplanada dos Ministérios, como ocorreu no governo de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Qual é o contexto?

Para o Ministério da Defesa, a escolha deverá ser por um civil. O mais cotado é Marcos Degaut, que era o principal executivo na América Latina do Grupo Edge na América Latina, uma empresa dos Emirados Árabes que tem avançado rapidamente na indústria bélica da região, com a compra das brasileiras SIATT, Condor e Akaer.

Quais são os próximos desdobramentos?

Com passagem pela SAE (Secretaria de Assuntos Estratégicos) na gestão Michel Temer (MDB) , Degaut foi secretário de Produtos de Defesa no governo Bolsonaro e é próximo de Eduardo, o filho do ex-presidente que hoje está autoexilado nos Estados Unidos , embora também tenha interlocução com Flávio.

Fontes