Flávio: Bolsonaro ficou "aliviado" com eleição de Carlos como senador em SC
Com vida política construída no Rio de Janeiro, irmão do presidenciável derrotou Esperidião Amin, político tradicional da direita catarinense, por exemplo

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou nesta quarta-feira (7) que o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), ficou "aliviado" com a eleição do irmão Carlos Bolsonaro (PL) como senador em Santa Catarina.
"Fiquei feliz que ele [Jair Bolsonaro] ficou feliz
"Fiquei feliz que ele [Jair Bolsonaro] ficou feliz com o resultado domingo. Ficou aliviado pela eleição do Carlos senador lá em Santa Catarina também.
Era uma preocupação dele", declarou Flávio, que passou para o segundo turno presidencial, a aliados em reunião geral do PL (Partido Liberal) nesta quarta.
Carlos Bolsonaro foi eleito a uma cadeira catarinense no Senado com 25,4% dos votos válidos , o equivalente a 2.041.840 votos.
Ele ficou em segundo lugar, atrás de Carol
Ele ficou em segundo lugar, atrás de Carol de Toni (PL), que obteve 33,5% dos votos válidos, o equivalente a 2.694.918 votos. Ambos serão senadores de primeiro mandato a partir do início de 2027.
Pesquisas de intenção de voto apontavam dúvidas sobre se Carlos realmente iria conseguir se eleger. Carlos construiu a carreira política como vereador do Rio de Janeiro e transferiu o título eleitoral para Santa Catarina no final do ano passado.
Um dos desafios enfrentados por Carlos foi derrotar o atual senador Esperidião Amin (PP), político tradicional da direita no estado que era candidato à reeleição e tratava Carlos como um forasteiro na campanha.
Antes mesmo ao longo das articulações para as eleições, a escolha por Carlos para uma das vagas ao Senado causou divergências na direita, cuja parte preferia Amin como o candidato oficial do bolsonarismo.
Também na mesma reunião, durante fala, a madrasta de Flávio e senadora eleita pelo Distrito Federal, Michelle Bolsonaro (PL), disse que Jair Bolsonaro "é uma ameaça para si só", ao comentar a necessidade de ela cuidar do marido enquanto tentava conciliar as atividades políticas.
O ex-presidente segue em prisão domiciliar e enfrenta problemas de saúde decorrentes da facada sofrida na campanha presidencial dele em 2018.
"Aqui não é engano pra ninguém que o meu marido...ele, se a gente não estiver ao lado dele, ele mesmo é uma ameaça para si só. Então, ele não toma medicação, não se alimenta, não faz as atividades.
Então, realmente eu tive que resumir tudo, toda nossa pauta, e tentando conciliar o cuidado com ele, porque ele precisa estar bem", disse Michelle.
Carlos Bolsonaro, à esquerda, e Jair Bolsonaro, à direita
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou nesta quarta-feira (7) que o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), ficou "aliviado" com a eleição do irmão Carlos Bolsonaro (PL) como senador em Santa Catarina.
"Fiquei feliz que ele [Jair Bolsonaro] ficou feliz com o resultado domingo. Ficou aliviado pela eleição do Carlos senador lá em Santa Catarina também.
Era uma preocupação dele", declarou Flávio, que passou para o segundo turno presidencial, a aliados em reunião geral do PL (Partido Liberal) nesta quarta.
Carlos Bolsonaro foi eleito a uma cadeira catarinense no Senado com 25,4% dos votos válidos , o equivalente a 2.041.840 votos.
Ele ficou em segundo lugar, atrás de Carol de Toni (PL), que obteve 33,5% dos votos válidos, o equivalente a 2.694.918 votos. Ambos serão senadores de primeiro mandato a partir do início de 2027. Leia Mais:
Em resumo
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou nesta quarta-feira (7) que o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), ficou "aliviado" com a eleição do irmão Carlos Bolsonaro (PL) como senador em Santa Catarina.
"Fiquei feliz que ele [Jair Bolsonaro] ficou feliz com o resultado domingo. Ficou aliviado pela eleição do Carlos senador lá em Santa Catarina também. Era uma preocupação dele", declarou Flávio, que passou para o segundo turno presidencial, a aliados em reunião geral do PL (Partido Liberal) nesta quarta.
Carlos Bolsonaro foi eleito a uma cadeira catarinense no Senado com 25,4% dos votos válidos , o equivalente a 2.041.840 votos. Ele ficou em segundo lugar, atrás de Carol de Toni (PL), que obteve 33,5% dos votos válidos, o equivalente a 2.694.918 votos. Ambos serão senadores de primeiro mandato a partir do início de 2027.
Pesquisas de intenção de voto apontavam dúvidas sobre se Carlos realmente iria conseguir se eleger. Carlos construiu a carreira política como vereador do Rio de Janeiro e transferiu o título eleitoral para Santa Catarina no final do ano passado.
Um dos desafios enfrentados por Carlos foi derrotar o atual senador Esperidião Amin (PP), político tradicional da direita no estado que era candidato à reeleição e tratava Carlos como um forasteiro na campanha. Antes mesmo ao longo das articulações para as eleições, a escolha por Carlos para uma das vagas ao Senado causou divergências na direita, cuja parte