Flávio Bolsonaro minimiza Dark Horse após reportagem sobre Vorcaro; PF nega depoimento ligando Lula
A Polícia Federal negou que o Vorcaro tenha prestado depoimento ou entregue documentos na tentativa de delação premiada a respeito de um suposto financiamento do documentário sobre Lula; PGR negou que a proposta de colaboração contivesse o relato descrito pela revista Veja.

Flávio Bolsonaro minimiza Dark Horse após reportagem sobre Vorcaro; PF nega depoimento ligando Lula
Candidato à presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, comentou agora
O candidato à presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, comentou agora há pouco, numa agenda no Rio, a reportagem da revista Veja que afirma que áudios e documentos atribuídos a Daniel Vorcaro indicariam um suposto repasse de R$ 30 milhões para financiar um documentário sobre Lula, além de outros pagamentos ao Instituto Lula.
Flávio fez uma comparação com o dinheiro enviado pelo ex-dono do Banco Master para o filme 'Dark Horse', sobre a vida de Jair Bolsonaro:
"Eu fui injustiçado. Você não sabe como é difícil disputar um cargo público tomando tanta pancada com mentira.
E muita gente me pré-julgou porque eu fui pedir
E muita gente me pré-julgou porque eu fui pedir um patrocínio para um empresário para um filme privado do presidente Bolsonaro sem absolutamente nenhuma contrapartida pelo fato de eu ser senador da República.
E o que nós vimos agora com o áudio do próprio Vorcaro dizendo o que eu sempre falei desde o dia 1. Com o filme do Bolsonaro não tem nada de errado. Já com o filme do Lula foi dinheiro por fora.
A Polícia Federal negou que o Vorcaro tenha prestado depoimento ou entregue documentos na tentativa de delação premiada a respeito de um suposto financiamento do documentário sobre Lula.
Nesta sexta, o grupo jurídico Prerrogativas pediu à Polícia Federal a abertura de um inquérito para investigar suspeitas de que Vorcaro teria sido incentivado a prestar um depoimento com informações falsas sobre o financiamento à produção audiovisual.
Segundo os advogados, Vorcaro receberia em troca a liberdade.
Entre as supostas contrapartidas estariam a soltura imediata do pai do banqueiro, Henrique Vorcaro, após o segundo turno das eleições, e a possibilidade de Vorcaro deixar a prisão na virada do ano, em regime domiciliar e com tornozeleira eletrônica.
Mais cedo, o portal UOL também divulgou a informação de que, nas conversas no celular de Vorcaro, não aparece nenhuma menção a pagamento ou patrocínio para um documentário sobre o presidente Lula.
A PF apreendeu o aparelho em novembro de 2025, quando o ex-banqueiro foi preso pela primeira vez.
O documentário "Lula" foi lançado em maio de 2024 e produzido entre 2022 e 2023, ou seja, em um período coberto pela extração do celular de Vorcaro.
A reportagem da Revista Veja aponta que o relato sobre o suposto repasse ao filme sobre Lula teria sido feito à Procuradoria-Geral da República numa tentativa de fechar um acordo de delação premiada.
No entanto, a PGR negou que a proposta de colaboração contivesse o relato descrito pela revista. A proposta de delação não foi aceita.
Em resumo
Flávio Bolsonaro minimiza Dark Horse após reportagem sobre Vorcaro; PF nega depoimento ligando Lula
O candidato à presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, comentou agora há pouco, numa agenda no Rio, a reportagem da revista Veja que afirma que áudios e documentos atribuídos a Daniel Vorcaro indicariam um suposto repasse de R$ 30 milhões para financiar um documentário sobre Lula, além de outros pagamentos ao Instituto Lula.
Flávio fez uma comparação com o dinheiro enviado pelo ex-dono do Banco Master para o filme 'Dark Horse', sobre a vida de Jair Bolsonaro:
"Eu fui injustiçado. Você não sabe como é difícil disputar um cargo público tomando tanta pancada com mentira. E muita gente me pré-julgou porque eu fui pedir um patrocínio para um empresário para um filme privado do presidente Bolsonaro sem absolutamente nenhuma contrapartida pelo fato de eu ser senador da República. E o que nós vimos agora com o áudio
A Polícia Federal negou que o Vorcaro tenha prestado depoimento ou entregue documentos na tentativa de delação premiada a respeito de um suposto financiamento do documentário sobre Lula.