Política Nacional · 2026-10-08 · Redação Notícia ES

Flávio volta a falar sobre mandato de 5 anos e afirma que decisão será do Congresso | Jovem Pan

Ele disse ainda esperar que a mudança não seja só no futuro, mas já para ele, caso seja eleito presidente no segundo turno

Flávio volta a falar sobre mandato de 5 anos e afirma que decisão será do Congresso | Jovem Pan
Flávio volta a falar sobre mandato de 5 anos e afirma que decisão será do Congresso | Jovem Pan

O candidato do PL à Presidência também voltou a defender, nesta quinta-feira (8), o fim da possibilidade de reeleição para o Executivo do país e afirmou que, caso vença o presidente Lula (PT) no segundo turno, não pretende concorrer a um novo mandato.

Ele afirmou ainda que será o Congresso quem

Ele afirmou ainda que será o Congresso quem vai decidir, mas espera que a mudança já aconteça em um possível mandato que ele venha a presidir no Executivo nacional.

Em discurso na quarta-feira (7), ele já havia comentado da possibilidade de uma mandato de cinco anos, e afirmou que não disputa o poder, mas o “futuro do país”.

“Eu não estou disputando o poder; estou disputando o futuro do meu país, o futuro para as minhas filhas, para as filhas de vocês que estão aqui, para quem nos está a assistir. Então fiz o compromisso de não concorrer à reeleição”, declarou.

Senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse

O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse na terça-feira (6) que quer usar os parlamentares na Câmara e no Senado para eleger um aliado na presidência da Câmara e então mudar a Constituição Federal e “redemocratizar o país”.

A declaração foi feita em evento em Goiânia para receber apoio, no segundo turno das eleições de 2026, do ex-candidato Ronaldo Caiado (PSD) e do governador eleito de Goiás, Daniel Vilela (MDB).

Segundo o candiadato, ele é o único capaz de não permitir que o Brasil vire “uma Venezexuela”. “Hoje eu sou o único empecilho para este país não virar uma Venezuela”, afirmou.

A Constituição Federal tem cláusulas pétreas, que só podem ser alteradas para ampliar direitos, e não para restringir.

No entanto, é possível fazer mudanças na Constituição Federal do Brasil pelas Propostas de Emenda à Constituição (PEC), que antes precisam ser aprovadas pela maioria dos parlamentares na Câmara e no Senado.

Ele disse ainda esperar que a mudança não seja só no futuro, mas já para ele, caso seja eleito presidente no segundo turno

A decisão de dar suporte ao senador se deu depois de 'uma longa conversa' entre os dois e a assinatura de um compromisso público

Datafolha: Flávio aparece com 52% dos votos válidos no 2º turno, contra 48% de Lula

Celina Leão lidera 2º turno para o governo do DF com 55%, contra 37% de Grass, diz Datafolha

Eduardo Bolsonaro diz que Moraes ‘tumultua o país’ após ministro ordenar início de pena

TRE fará no sábado a retotalização de votos da eleição ao governo do RJ

Em resumo

O que aconteceu?

O candidato do PL à Presidência também voltou a defender, nesta quinta-feira (8), o fim da possibilidade de reeleição para o Executivo do país e afirmou que, caso vença o presidente Lula (PT) no segundo turno, não pretende concorrer a um novo mandato.

Qual é o ponto principal?

Ele afirmou ainda que será o Congresso quem vai decidir, mas espera que a mudança já aconteça em um possível mandato que ele venha a presidir no Executivo nacional.

Quais são os dados mais importantes?

Em discurso na quarta-feira (7), ele já havia comentado da possibilidade de uma mandato de cinco anos, e afirmou que não disputa o poder, mas o “futuro do país”.

Qual é o contexto?

“Eu não estou disputando o poder; estou disputando o futuro do meu país, o futuro para as minhas filhas, para as filhas de vocês que estão aqui, para quem nos está a assistir. Então fiz o compromisso de não concorrer à reeleição”, declarou.

Quais são os próximos desdobramentos?

O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse na terça-feira (6) que quer usar os parlamentares na Câmara e no Senado para eleger um aliado na presidência da Câmara e então mudar a Constituição Federal e “redemocratizar o país”.

Fontes