Governador do MA acusa Dino de não se 'desgarrar' da política local
Carlos Brandão (MDB) afirma que abriu mão de candidatura ao Senado para que grupo aliado ao ministro do STF não controlasse o Estado

Formado em jornalismo pela Universidade Nove de Julho e com especialização em jornalismo digital pela Escola Superior de Propaganda e Marketing. Com passagens por Comunique-se (onde foi de estagiário a editor-chefe), SBT News e site do Canal Rural. Atualmente, é o editor-assistente do site da Revista Oeste.
• O governador do Maranhão, Carlos Brandão (MDB), criticou
• O governador do Maranhão, Carlos Brandão (MDB), criticou o ministro do STF Flávio Dino. • O emedebista acusa o magistrado de atuar como agente político e tentar retomar o controle do Poder Executivo do Estado. • Brandão afirma que as cobranças por espaço na administração evoluíram para ameaças. • De acordo com ele, Dino não deveria julgar casos relacionados à estrutura política maranhense.
O governador do Maranhão, Carlos Brandão (MDB), direcionou críticas ao ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF) . De acordo com o emedebista, o hoje magistrado segue a atuar como agente político no Estado nordestino.
Brandão afirmou que o grupo político ligado a Dino tenta retomar o controle do Poder Executivo local. Para o governador, a estratégia conta com apoio do vice Felipe Camarão (PT).
“Não se desgarraram do governo”, afirmou o político do
“Não se desgarraram do governo”, afirmou o político do MDB, em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo . “Entendi que eles não queriam mais espaço. Eles queriam a chave do Palácio dos Leões.”
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O governador declarou que as cobranças por espaço na administração maranhense evoluíram para “um tom de ameaça”. “Começaram a me bater na tribuna [da Assembleia Legislativa do Maranhão] . “Depois começaram a mover processos, e aí foi se agravando.”
Alguns desses processos chegaram ao STF e tiveram Dino como relator. O ministro, de forma monocrática, barrou nomeações ao Tribunal de Contas do Maranhão. Além disso, o magistrado afastou Daniel Brandão, sobrinho do governador, da presidência da Corte de Contas.
Essas situações fazem Carlos Brandão criticar publicamente até mesmo o desempenho de Dino como juiz. De acordo com o emedebista, o ministro não poderia julgar casos referentes à política maranhense.
“Você acha justo um juiz julgar um amigo ou um adversário?”, indagou Brandão, durante a entrevista à Folha . “O correto seria ele se declarar impedido.”
Ainda em relação a Flávio Dino, Carlos Brandão afirmou que desistiu de se candidatar ao Senado nas eleições gerais deste ano justamente para não entregar o controle do Estado nordestino ao grupo político ligado ao ministro do STF.
Caso decidisse se candidatar a algum cargo público em 2026, Brandão teria de renunciar à função de governador até o começo de abril. Se isso ocorresse, Camarão, fã declarado de Dino, assumiria o comando da máquina pública estadual.
Em resumo
Formado em jornalismo pela Universidade Nove de Julho e com especialização em jornalismo digital pela Escola Superior de Propaganda e Marketing. Com passagens por Comunique-se (onde foi de estagiário a editor-chefe), SBT News e site do Canal Rural. Atualmente, é o editor-assistente do site da Revista Oeste.
• O governador do Maranhão, Carlos Brandão (MDB), criticou o ministro do STF Flávio Dino. • O emedebista acusa o magistrado de atuar como agente político e tentar retomar o controle do Poder Executivo do Estado. • Brandão afirma que as cobranças por espaço na administração evoluíram para ameaças. • De acordo com ele, Dino não deveria julgar casos relacionado
O governador do Maranhão, Carlos Brandão (MDB), direcionou críticas ao ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF) . De acordo com o emedebista, o hoje magistrado segue a atuar como agente político no Estado nordestino.
Brandão afirmou que o grupo político ligado a Dino tenta retomar o controle do Poder Executivo local. Para o governador, a estratégia conta com apoio do vice Felipe Camarão (PT).
“Não se desgarraram do governo”, afirmou o político do MDB, em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo . “Entendi que eles não queriam mais espaço. Eles queriam a chave do Palácio dos Leões.”