Governo Trump monitorou fuga de Flávio Bolsonaro e criou fake news para despistar imprensa e autoridades, diz jornal
Além disso, o presidente argentino, Javier Milei, pessoalmente pediu para seu assessor Santiago Caputo resolver a situação e recebeu telefonema dele após partida de Flávio Bolsonaro e familiares. O jato, segundo o Clarín, foi fretado por

O governo dos Estados Unidos monitorou todo o plano de fuga de Flávio Bolsonaro (PL) e da família e foi responsável por enviar fake news para a imprensa, a fim de despistar todo o plano nos veículos e entre as autoridades.
Informações foram divulgadas em uma reportagem pelo jornal Clarín,
As informações foram divulgadas em uma reportagem pelo jornal Clarín, destacando que veículos como a Reuters disseram que Flávio já havia chegado nos EUA, citando fontes confiáveis do Departamento de Estado.
Enquanto isso, Flávio e a família 'aguardavam instruções da Casa Rosada, via Caputo, para entrar no aeroporto de Foz do Iguaçu e concluir os procedimentos necessários para deixar o país'.
Ainda de acordo com a reportagem, o assessor foi responsável por providenciar o jatinho para levar a família. Além disso, ele foi designado diretamente por Javier Milei, presidente da Argentina, para resolver o caso.
Após Flávio deixar o país, Caputo ligou diretamente
Após Flávio deixar o país, Caputo ligou diretamente para Milei confirmando o sucesso do plano.
Diversos órgãos argentinos estiveram envolvidos no planejamento, entre eles a Secretaria de Inteligência, de Imigração, Polícia Aeroportuária e até mesmo a Entidade Binacional Yacyretá, responsável por administrar uma usina entre Argentina e Paraguai.
Além do jatinho que levou Flávio, outro pousou no mesmo aeroporto e ficou parado o dia inteiro para tentar criar uma distração.
O texto ainda diz que Caputo acompanhou a família até a pista do aeroporto para concluir os trâmites de imigração. O jato, segundo o Clarín, foi fretado por 'figuras influentes do Partido Republicano'.
O veículo destaca que a imigração brasileira não 'não realiza verificações em brasileiros que entram na Argentina'.
'As autoridades locais da província não foram informadas sobre a dimensão da operação nem sobre as autoridades que apareceram em Puerto Iguazú', completa o texto.
Flávio Bolsonaro chegando nos Estados Unidos. — Foto: RICARDO ARDUENGO/AFP
No final da tarde, o candidato derrotado por Lula no segundo turno publicou uma carta golpista em que se apresentou como o verdadeiro presidente eleito do Brasil.
Na primeira versão, Flávio usou o brasão antigo dos Estados Unidos do Brazil, com Z, da Velha República.
Depois, numa segunda versão, o senador se referiu a si mesmo como "líder do Brasil" e corrigiu o brasão para República Federativa do Brasil, o nome atualizado do país.
O governador não acreditava, mas aconteceu. Flávio Bolsonaro inicia a carta golpista sugerindo que teve ajuda do presidente argentino, Javier Milei, e de Donald Trump, para fugir.
Na carta, Flávio alega que houve uma fraude eleitoral no Brasil no segundo turno, sem apresentar qualquer prova.
Em resumo
O governo dos Estados Unidos monitorou todo o plano de fuga de Flávio Bolsonaro (PL) e da família e foi responsável por enviar fake news para a imprensa, a fim de despistar todo o plano nos veículos e entre as autoridades.
As informações foram divulgadas em uma reportagem pelo jornal Clarín, destacando que veículos como a Reuters disseram que Flávio já havia chegado nos EUA, citando fontes confiáveis do Departamento de Estado.
Enquanto isso, Flávio e a família 'aguardavam instruções da Casa Rosada, via Caputo, para entrar no aeroporto de Foz do Iguaçu e concluir os procedimentos necessários para deixar o país'.
Ainda de acordo com a reportagem, o assessor foi responsável por providenciar o jatinho para levar a família. Além disso, ele foi designado diretamente por Javier Milei, presidente da Argentina, para resolver o caso.
Após Flávio deixar o país, Caputo ligou diretamente para Milei confirmando o sucesso do plano.