Justiça · 2026-11-03 · Redação Notícia ES

Infraestrutura brasileira fica abaixo da média em índice do Confea

Levantamento avalia as 27 unidades da Federação; mobilidade registra o pior desempenho entre os 2 eixos analisados

Infraestrutura brasileira fica abaixo da média em índice do Confea
Infraestrutura brasileira fica abaixo da média em índice do Confea

A infraestrutura brasileira obteve nota 56,92 no índice Infra-BR, criado pelo Confea, indicando um desempenho insatisfatório para um país de grande porte econômico.

O contexto da decisão judicial

O presidente do Confea, Vinicius Marchese, destacou que a nota é baixa e reflete a necessidade de priorização em investimentos, especialmente em saneamento básico, que impacta diretamente oportunidades e educação.

O estudo, que analisou mais de 60 indicadores em seis dimensões, revelou que a mobilidade teve o pior resultado, com 53,84 pontos.

A infraestrutura brasileira recebeu nota 56,92, numa escala de 0 a 100, no Infra-BR, índice criado pelo Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea).

Como interpretar os resultados

O levantamento avalia as condições de infraestrutura nos 26 Estados e no Distrito Federal e revela um desempenho abaixo do esperado para um país com o tamanho e a capacidade econômica do Brasil.

O presidente do Confea, Vinicius Marchese, considera o resultado baixo. “Numa escola, que você tem a nota de 0 a 10 e a média 6, a gente não passou de ano”, afirmou à emissora CNN. “Então, realmente, o número é baixo.”

O índice foi elaborado com base em dados oficiais e reúne mais de 60 indicadores de cobertura, qualidade, eficiência e acesso aos serviços.

Eles estão divididos em seis dimensões: água, saneamento básico , mobilidade, energia e conectividade, bem-estar social e meio ambiente e resiliência.

Entre os dois grandes eixos avaliados, a mobilidade teve o pior resultado, com 53,84 pontos. A área reúne logística e transporte por rodovias, aeroportos e portos. Energia e conectividade alcançaram 61,82 pontos.

O estudo também aponta diferenças expressivas entre os Estados. Para Marchese, o país ainda não conseguiu converter seu peso econômico em uma infraestrutura compatível com suas necessidades.

O dirigente reconhece que a dimensão continental do território impõe obstáculos, mas afirma que isso não explica o atraso.

“É uma dificuldade que já era para estar superada”, disse. “Por que ela não está superada? Eu falo para você: não é falta de recursos. É realmente falta de priorizar.”

O presidente do Confea defende a ideia de que os números do Infra-BR orientem investimentos e sirvam para cobrar os gestores públicos. Na visão dele, o saneamento básico deve estar no topo da lista.

Marchese pondera que a falta de acesso a água tratada e esgoto compromete oportunidades ao longo da vida, inclusive o desempenho escolar das crianças.

Ele também cobra mais articulação entre os governos federal, estaduais e municipais para reduzir as deficiências da infraestrutura no país.

Em resumo

O que aconteceu?

A infraestrutura brasileira obteve nota 56,92 no índice Infra-BR, criado pelo Confea, indicando um desempenho insatisfatório para um país de grande porte econômico.

Qual é o ponto principal?

A infraestrutura brasileira recebeu nota 56,92, numa escala de 0 a 100, no Infra-BR, índice criado pelo Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea). O levantamento avalia as condições de infraestrutura nos 26 Estados e no Distrito Federal e revela um desempenho abaixo do esperado para um país com o tamanho e a capacidade econômica do Brasil.

Quais são os dados mais importantes?

O presidente do Confea, Vinicius Marchese, considera o resultado baixo. “Numa escola, que você tem a nota de 0 a 10 e a média 6, a gente não passou de ano”, afirmou à emissora CNN. “Então, realmente, o número é baixo.”

Qual é o contexto?

O índice foi elaborado com base em dados oficiais e reúne mais de 60 indicadores de cobertura, qualidade, eficiência e acesso aos serviços. Eles estão divididos em seis dimensões: água, saneamento básico , mobilidade, energia e conectividade, bem-estar social e meio ambiente e resiliência.

Quais são os próximos desdobramentos?

Entre os dois grandes eixos avaliados, a mobilidade teve o pior resultado, com 53,84 pontos. A área reúne logística e transporte por rodovias, aeroportos e portos. Energia e conectividade alcançaram 61,82 pontos.

Fontes