Janones admite ter apagado mais de 500 mensagens do ‘Exército do Lula’
Deputado afirma que excluiu conteúdos depois do cumprimento de 'missões' de mobilização; canal foi liberado pelo TSE

• O deputado federal André Janones (Avante-MG) admitiu ter apagado mais de 500 mensagens do canal “Exército do Lula” no WhatsApp, durante entrevista coletiva na Câmara dos Deputados em 13 de outubro de 2026.
• Ele explicou que as exclusões ocorreram após
• Ele explicou que as exclusões ocorreram após o cumprimento de 'missões' que ele designava aos integrantes do canal, como atrair novos participantes e ampliar o alcance de conteúdos da campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O deputado federal André Janones (Rede-MG) admitiu, nesta terça-feira, 13, ter apagado mais de 500 mensagens do canal “Exército do Lula”, no WhatsApp.
A declaração ocorreu durante entrevista coletiva na Câmara dos Deputados, convocada para comentar as decisões do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) envolvendo o grupo utilizado na campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“Eu apaguei muitas mensagens, mais de 500 mensagens,
“Eu apaguei muitas mensagens, mais de 500 mensagens, por um motivo muito simples”, afirmou Janones.
Segundo o deputado, as exclusões ocorriam depois que os integrantes do canal cumpriam as chamadas “missões” determinadas por ele. Entre as tarefas mencionadas estão atrair novos participantes, seguir perfis e ampliar o alcance de conteúdos ligados à campanha.
“Eu dava a missão. Quando a missão era cumprida, eu apagava para não deixar poluído”, disse. “Existe o registro do que foi apagado.”
Janones afirmou ainda que parte do conteúdo excluído era antiga, de quando o canal tinha poucos participantes e também era utilizado para publicações pessoais. O parlamentar negou que tenha apagado mensagens para esconder a disseminação de informações falsas.
No domingo 11, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, determinou a suspensão do “Exército do Lula”, depois de um pedido apresentado pela campanha de Flávio Bolsonaro (PL).
Horas depois, o corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, derrubou a decisão e determinou o restabelecimento do canal. Cueva também encaminhou o caso para análise do plenário da Corte.
De acordo com a equipe de Flávio, o espaço on-line administrado por Janones tem o propósito de propagar notícias falsas contra ele. Por isso, a campanha do candidato do PL resolveu acionar o Poder Judiciário.
Nesta terça-feira, 13, Nunes Marques voltou a determinar a suspensão do canal. O presidente do TSE apontou a ausência de comunicação formal do endereço eletrônico à Justiça Eleitoral e condicionou a retomada à regularização.
Nesta noite, no entanto, Nines Marques liberou o “Exército do Lula” a permanecer ativo no WhatsApp. Atualmente, o canal conta com 4,4 milhões de seguidores.
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Em resumo
• O deputado federal André Janones (Avante-MG) admitiu ter apagado mais de 500 mensagens do canal “Exército do Lula” no WhatsApp, durante entrevista coletiva na Câmara dos Deputados em 13 de outubro de 2026. • Ele explicou que as exclusões ocorreram após o cumprimento de 'missões' que ele designava aos integrantes do canal, como atrair novos participantes e
O deputado federal André Janones (Rede-MG) admitiu, nesta terça-feira, 13, ter apagado mais de 500 mensagens do canal “Exército do Lula”, no WhatsApp. A declaração ocorreu durante entrevista coletiva na Câmara dos Deputados, convocada para comentar as decisões do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) envolvendo o grupo utilizado na campanha à reeleição do presid
“Eu apaguei muitas mensagens, mais de 500 mensagens, por um motivo muito simples”, afirmou Janones.
Segundo o deputado, as exclusões ocorriam depois que os integrantes do canal cumpriam as chamadas “missões” determinadas por ele. Entre as tarefas mencionadas estão atrair novos participantes, seguir perfis e ampliar o alcance de conteúdos ligados à campanha.
“Eu dava a missão. Quando a missão era cumprida, eu apagava para não deixar poluído”, disse. “Existe o registro do que foi apagado.”