Economia · 2026-10-28 · Redação Notícia ES

Juros e política fiscal desafiam planos de longo prazo, diz diretor da S&P

Gregory Vadala afirma que cenário de juros, câmbio e política fiscal exige equilíbrio entre decisões de curto e longo prazo. Leia no Poder360.

Juros e política fiscal desafiam planos de longo prazo, diz diretor da S&P
Juros e política fiscal desafiam planos de longo prazo, diz diretor da S&P

Gregory Vadala afirma que cenário de câmbio e política fiscal exige equilíbrio entre decisões de curto e longo prazo

Juros, câmbio e política fiscal tornam mais exigente

Juros, câmbio e política fiscal tornam mais exigente o equilíbrio entre decisões imediatas e objetivos de longo prazo para consultores e investidores no Brasil.

A avaliação é de Gregory Vadala, diretor-gerente e chefe de vendas para as Américas da S&P Dow Jones Indices , durante a abertura do Encontro Anual Sobre Índices e ETFs no Brasil 2026 , realizado nesta 4ª feira (28.out.2026), em São Paulo.

Vadala afirmou que, com a eleição ainda recente e os mercados instáveis, a perspectiva de longo prazo é importante. O executivo, porém, não detalhou expectativas sobre o próximo governo nem atribuiu a instabilidade dos mercados a um fator específico.

“A perspectiva para as taxas de juros, o real

“A perspectiva para as taxas de juros, o real brasileiro e a política fiscal torna o equilíbrio entre decisões imediatas e objetivos de longo prazo particularmente exigente”, afirmou Gregory Vadala.

Ele também destacou o compromisso de longo prazo com o desenvolvimento do mercado brasileiro.

O Brasil é atualmente o maior mercado de ETFs (fundos negociados em Bolsa) da América Latina, segundo Vadala. O setor cresceu nos últimos anos, com aumento dos ativos e expansão da oferta de produtos.

O foco dos participantes, afirmou, passou a incluir não apenas a obtenção de exposição a determinados mercados, mas também a forma como esses investimentos atendem às necessidades de cada portfólio.

Entre os movimentos recentes, o executivo mencionou a expansão dos ETFs de renda fixa, o aumento da alocação internacional por investidores brasileiros e a entrada dos ativos digitais nas discussões sobre investimentos.

No 1º semestre de 2026, a renda fixa respondeu pela maior parte dos fluxos de ETFs no país, segundo ele.

Para Vadala, esses movimentos refletem a busca dos investidores por formas mais precisas de executar suas estratégias. “A significância não é simplesmente mais escolha. É a conexão entre o design do produto e as necessidades dos investidores que usam esses produtos”, afirmou.

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Juros, câmbio e política fiscal tornam mais exigente o equilíbrio entre decisões imediatas e objetivos de longo prazo para consultores e investidores no Brasil. A avaliação é de Gregory Vadala, diretor-gerente e chefe de vendas

“A perspectiva para as taxas de juros, o real brasileiro e a política fiscal torna o equilíbrio entre decisões imediatas e objetivos de longo prazo particularmente exigente”, afirmou Gregory Vadala.

Em resumo

O que aconteceu?

Gregory Vadala afirma que cenário de câmbio e política fiscal exige equilíbrio entre decisões de curto e longo prazo

Qual é o ponto principal?

Juros, câmbio e política fiscal tornam mais exigente o equilíbrio entre decisões imediatas e objetivos de longo prazo para consultores e investidores no Brasil. A avaliação é de Gregory Vadala, diretor-gerente e chefe de vendas para as Américas da S&P Dow Jones Indices , durante a abertura do Encontro Anual Sobre Índices e ETFs no Brasil 2026 , realizado

Quais são os dados mais importantes?

Vadala afirmou que, com a eleição ainda recente e os mercados instáveis, a perspectiva de longo prazo é importante. O executivo, porém, não detalhou expectativas sobre o próximo governo nem atribuiu a instabilidade dos mercados a um fator específico.

Qual é o contexto?

“A perspectiva para as taxas de juros, o real brasileiro e a política fiscal torna o equilíbrio entre decisões imediatas e objetivos de longo prazo particularmente exigente”, afirmou Gregory Vadala. Ele também destacou o compromisso de longo prazo com o desenvolvimento do mercado brasileiro.

Quais são os próximos desdobramentos?

O Brasil é atualmente o maior mercado de ETFs (fundos negociados em Bolsa) da América Latina, segundo Vadala. O setor cresceu nos últimos anos, com aumento dos ativos e expansão da oferta de produtos. O foco dos participantes, afirmou, passou a incluir não apenas a obtenção de exposição a determinados mercados, mas também a forma como esses investimentos ate

Fontes