Justiça Eleitoral nega prisão de secretário de Transporte e presidente da SPTrans
PT alegou que empresas responsáveis pelo transporte coletivo por ônibus em São Paulo estariam operando com 60% da frota

Jornalista formado pela Cásper Líbero, é pós-graduado em marketing político e propaganda eleitoral pela USP. Trabalhou no site da ESPN, pelo qual foi à China para cobrir a Olimpíada de Pequim, em 2008.
Também teve passagens por Metrópoles, InfoMoney, O Antagonista, iG
Também teve passagens por Metrópoles, InfoMoney, O Antagonista, iG e Terra, cobrindo política e economia. Como assessor de imprensa, atuou na Câmara dos Deputados e no Ministério da Cultura.
É autor dos livros “Dias: a Vida do Maior Jogador do São Paulo nos Anos 1960” e “20 Jogos Eternos do São Paulo”.
A Justiça Eleitoral de São Paulo rejeitou o pedido de prisão do secretário de Mobilidade Urbana, Celso Jorge Caldeira, e do diretor da SPTrans, Victor Hugo Borges, em meio a denúncias sobre a redução da frota de ônibus no dia 25 de outubro de 2026, durante o segundo turno das eleições.
Juiz eleitoral Tiago Ducati Lino Machado afirmou
O juiz eleitoral Tiago Ducati Lino Machado afirmou que não havia provas suficientes para justificar a prisão.
O pedido foi feito pela Federação Brasil da Esperança, que alegou que a frota operava com apenas 60% da capacidade.
A Justiça Eleitoral de São Paulo negou o pedido de prisão do secretário municipal de Mobilidade Urbana e Transporte, Celso Jorge Caldeira, e do diretor-presidente da SPTrans , Victor Hugo Borges, em meio a denúncias sobre a suposta redução da frota de ônibus em São Paulo neste domingo, 25, data do segundo turno das eleições.
A SPTrans é uma empresa estatal municipal de São Paulo responsável por gerenciar, planejar e fiscalizar o sistema de transporte público por ônibus na cidade.
De acordo com o juiz eleitoral Tiago Ducati Lino Machado, não há elementos concretos que justifiquem flagrante delito envolvendo Caldeira e Borges.
O pedido de prisão foi apresentado ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP) pela Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PC do B e PV.
No documento, o presidente do diretório estadual do PT de São Paulo, Kiko Celeguim, diz ter recebido informações de que as empresas responsáveis pelo transporte coletivo por ônibus na capital paulista estariam operando com apenas 60% da frota disponível.
Neste sábado, 24, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) determinou que a prefeitura da capital paulista mantivesse 100% da frota de ônibus em operação para o segundo turno da eleição.
Em nota, a SPTrans afirmou que “agiu de forma diligente e proativa, comunicando todas as concessionárias responsáveis pelos 32 lotes operacionais da cidade e transmitindo a determinação judicial para adoção das providências necessárias ao seu cumprimento”.
Ainda segundo a SPTrans, “a ampliação da frota em prazo tão reduzido impõe desafios operacionais concretos”.
“Os operadores relataram dificuldades para readequar, de forma imediata, escalas de trabalho, jornadas e rotinas previamente organizadas.
A programação dos profissionais também havia considerado o direito à folga e a organização necessária para assegurar o exercício do voto, o que torna ainda mais complexa uma alteração dessa magnitude na véspera da eleição”, afirmou o órgão.
Por volta das 17 horas, horário inicialmente previsto para o encerramento da votação em todo o país, o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF) , atendeu a um pedido do PT e determinou a prorrogação da votação até as 19 horas .
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Em resumo
Jornalista formado pela Cásper Líbero, é pós-graduado em marketing político e propaganda eleitoral pela USP. Trabalhou no site da ESPN, pelo qual foi à China para cobrir a Olimpíada de Pequim, em 2008. Também teve passagens por Metrópoles, InfoMoney, O Antagonista, iG e Terra, cobrindo política e economia. Como assessor de imprensa, atuou na Câmara dos Deput
A Justiça Eleitoral de São Paulo rejeitou o pedido de prisão do secretário de Mobilidade Urbana, Celso Jorge Caldeira, e do diretor da SPTrans, Victor Hugo Borges, em meio a denúncias sobre a redução da frota de ônibus no dia 25 de outubro de 2026, durante o segundo turno das eleições. O juiz eleitoral Tiago Ducati Lino Machado afirmou que não havia provas s
A Justiça Eleitoral de São Paulo negou o pedido de prisão do secretário municipal de Mobilidade Urbana e Transporte, Celso Jorge Caldeira, e do diretor-presidente da SPTrans , Victor Hugo Borges, em meio a denúncias sobre a suposta redução da frota de ônibus em São Paulo neste domingo, 25, data do segundo turno das eleições.
A SPTrans é uma empresa estatal municipal de São Paulo responsável por gerenciar, planejar e fiscalizar o sistema de transporte público por ônibus na cidade.
De acordo com o juiz eleitoral Tiago Ducati Lino Machado, não há elementos concretos que justifiquem flagrante delito envolvendo Caldeira e Borges. O pedido de prisão foi apresentado ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP) pela Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PC do B e PV.