Lula diz que eleição opõe democracia e 'barbárie' e afirma que vai vencer
Depois de votar em São Bernardo do Campo, presidente fala com a imprensa e diz que resultado das urnas será acatado

Letícia Alves nasceu em Fortaleza e se formou em jornalismo na Universidade Federal do Ceará. Atuou no jornal O Povo, Poder360, Brasil sem Medo e Gazeta do Povo. Atualmente, é repórter na Revista Oeste.
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, após votar
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, após votar em São Bernardo do Campo no dia 4 de outubro de 2026, afirmou que os brasileiros devem escolher entre "o fortalecimento do regime democrático ou a barbárie".
Ele expressou confiança na vitória e ressaltou que o resultado das eleições será respeitado. Lula criticou a venda de armas e a atuação de milicianos, defendendo a distribuição de livros didáticos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste domingo, 4, que os brasileiros terão de escolher entre “o fortalecimento do regime democrático ou a barbárie”.
Em declaração à imprensa depois de votar
Em declaração à imprensa depois de votar em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, ele disse estar confiante na vitória e afirmou que o resultado das urnas será acatado.
“O que está em jogo é um projeto de Brasil”, afirmou. “O povo vai ter que escolher entre o fortalecimento do regime democrático ou a barbárie. Entre o positivismo e o negacionismo. Entre o desenvolvimento e o atraso, entre o crescimento econômico e o retrocesso.”
Lula votou pela manhã na Escola Estadual João Firmino, no bairro Assunção. Ele estava acompanhado do vice-presidente Geraldo Alckmin e dos candidatos Marina Silva, Simone Tebet e Fernando Haddad.
Lula atribuiu sua confiança ao governo e ao trabalho durante a campanha. “Estou certo que nós temos uma participação a nível nacional muito grande e estou certo que vamos ganhar essas eleições ”, disse.
Na declaração, o presidente criticou a facilitação da venda de armas e defendeu, em contraponto, a distribuição de livros didáticos nas escolas. Também mencionou “milicianos” e o Banco Master.
“O Brasil não irá pra frente com miliciano, com essa orgia que se faz em torno da quadrilha do Banco Master, mas com seriedade, comportamento de caráter e dignidade de seus governantes”, afirmou.
O presidente, no entanto, omitiu seus aliados envolvidos no escândalo com Daniel Vorcaro.
Se vencer, Lula exercerá o quarto mandato no Palácio do Planalto e chegará a 16 anos como presidente. Ao defender a continuidade de seu governo, Lula afirmou que ainda há trabalho a fazer.
“São 500 anos de atraso, e não se resolve 500 anos em 10 anos, 15 anos, 20 anos”, disse. “É preciso muito tempo pra gente consertar esse país.”
Salvar meus dados neste navegador para a próxima vez que eu comentar.
Em resumo
Letícia Alves nasceu em Fortaleza e se formou em jornalismo na Universidade Federal do Ceará. Atuou no jornal O Povo, Poder360, Brasil sem Medo e Gazeta do Povo. Atualmente, é repórter na Revista Oeste.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, após votar em São Bernardo do Campo no dia 4 de outubro de 2026, afirmou que os brasileiros devem escolher entre "o fortalecimento do regime democrático ou a barbárie". Ele expressou confiança na vitória e ressaltou que o resultado das eleições será respeitado. Lula criticou a venda de armas e a atuação de milicianos,
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste domingo, 4, que os brasileiros terão de escolher entre “o fortalecimento do regime democrático ou a barbárie”. Em declaração à imprensa depois de votar em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, ele disse estar confiante na vitória e afirmou que o resultado das urnas será acatado.
“O que está em jogo é um projeto de Brasil”, afirmou. “O povo vai ter que escolher entre o fortalecimento do regime democrático ou a barbárie. Entre o positivismo e o negacionismo. Entre o desenvolvimento e o atraso, entre o crescimento econômico e o retrocesso.”
Lula votou pela manhã na Escola Estadual João Firmino, no bairro Assunção. Ele estava acompanhado do vice-presidente Geraldo Alckmin e dos candidatos Marina Silva, Simone Tebet e Fernando Haddad.