Lula diz que o jeito de resolver problema fiscal é fazer economia crescer
Presidente defendeu a expansão da atividade econômica em vez de cortes que afetem a população pobre e disse apostar em medidas de renegociação de dívidas e crédito

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu o crescimento da economia como principal caminho para reduzir o déficit público e afirmou que o ajuste das contas do governo não deve ocorrer às custas da população de baixa renda.
" O jeito de você resolver o problema fiscal
" O jeito de você resolver o problema fiscal é fazer a economia crescer" , afirmou Lula durante sabatina à TV Globo nesta quinta-feira (15).
Segundo ele, medidas tradicionais de ajuste fiscal frequentemente penalizam os mais pobres, e o governo pretende buscar alternativas para evitar esse efeito.
Lula citou medidas de renegociação de dívidas , perdão de débitos de MEIs (microempreendedores individuais) e ampliação do crédito como instrumentos para estimular a atividade econômica.
Lula disse que ao tomar posse em 2023, 78%
Lula disse que ao tomar posse em 2023, 78% da população estava endividada e citou as duas primeiras fases do Desenrola Brasil , programa de renegociação de dívidas do governo. O governo agora prepara a terceira etapa.
O presidente também mencionou a possibilidade de " anistiar dívidas " dos MEIs com a União e a oferta de um pix de R$ 5.000 para ajudar esses trabalhadores a retomar suas atividades.
"As pessoas que estão devendo não conseguem fazer novos negócios porque estão no Serasa.
Então anistiar essas dívidas e dar o crédito é uma oportunidade de recomeçar, colocar a economia a todo vapor e reativar a atividade econômica. E estamos fazendo isso sem mexer no espaço fiscal ", afirmou.
Sobre não comprometer a parte fiscal, Lula relembrou o desempenho da economia durante seus primeiros mandatos.
Disse que o Brasil passou da 12ª para a 7ª posição entre as maiores economias do mundo e que o país acumulou reservas internacionais de US$ 270 bilhões e quitou uma dívida de US$ 30 bilhões com o FMI (Fundo Monetário Internacional).
Para o cenário atual, afirmou que o país já teria alcançado a 10ª posição e que espera chegar à 8ª em 2027.
“ Estou preocupado [com o fiscal]. Sei o que é dívida e sei que, se perdermos o controle do orçamento, a coisa quebra.
Mas toda vez que se resolve o problema fiscal, o povo pobre paga, e eu não quero que o povo pobre pague. O jeito de você resolver o problema fiscal é fazer a economia crescer ", disse.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante sabatina na TV Globo nesta quinta-feira (15)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu o crescimento da economia como principal caminho para reduzir o déficit público e afirmou que o ajuste das contas do governo não deve ocorrer às custas da população de baixa renda.
" O jeito de você resolver o problema fiscal é fazer a economia crescer" , afirmou Lula durante sabatina à TV Globo nesta quinta-feira (15).
Segundo ele, medidas tradicionais de ajuste fiscal frequentemente penalizam os mais pobres, e o governo pretende buscar alternativas para evitar esse efeito.
Lula citou medidas de renegociação de dívidas , perdão de débitos de MEIs (microempreendedores individuais) e ampliação do crédito como instrumentos para estimular a atividade econômica. Leia Mais
Em resumo
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu o crescimento da economia como principal caminho para reduzir o déficit público e afirmou que o ajuste das contas do governo não deve ocorrer às custas da população de baixa renda.
" O jeito de você resolver o problema fiscal é fazer a economia crescer" , afirmou Lula durante sabatina à TV Globo nesta quinta-feira (15).
Segundo ele, medidas tradicionais de ajuste fiscal frequentemente penalizam os mais pobres, e o governo pretende buscar alternativas para evitar esse efeito.
Lula citou medidas de renegociação de dívidas , perdão de débitos de MEIs (microempreendedores individuais) e ampliação do crédito como instrumentos para estimular a atividade econômica.
Lula disse que ao tomar posse em 2023, 78% da população estava endividada e citou as duas primeiras fases do Desenrola Brasil , programa de renegociação de dívidas do governo. O governo agora prepara a terceira etapa.