Lula retoma críticas a Trump: 'Quer ameaçar todo mundo'
Petista voltou a criticar o norte-americano durante evento de campanha no Rio de Janeiro, um dia depois dos discursos na ONU

Formado em jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero, escreve sobre política, esportes e internacional. Antes de fazer parte da Revista Oeste, colaborou na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo e no Sistema Brasileiro de Televisão (SBT).
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição,
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição, criticou Donald Trump durante um evento de campanha no Rio de Janeiro na noite de 23 de setembro de 2026. Lula afirmou que Trump se comporta de maneira ameaçadora e que sua estratégia é vencer na "narrativa", sem entrar em conflito militar. Ele comparou seu discurso com o de Trump na ONU, destacando a importância de um presidente de um país em desenvolvimento em contraste com um que enfatiza seu poder militar.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição, voltou a criticar Donald Trump na noite desta quarta-feira, 23. Durante um evento de campanha no Rio de Janeiro, o petista afirmou que o presidente dos Estados Unidos fala “como se estivesse ameaçando todo mundo”.
“Ele fala em toda reunião ‘eu sou o maior do mundo, eu tenho o maior do mundo, eu gosto do maior do mundo’”, afirmou Lula. “É como se tivesse ameaçando todo mundo.”
Na sequência, o petista disse que não pretende entrar
Na sequência, o petista disse que não pretende entrar em uma disputa militar com Trump. Segundo ele, a estratégia é disputar o que chamou de “narrativa”.
“Eu, como um ser do meu tamanho, eu não quero fazer guerra com ele”, declarou. “Eu quero ganhar dele na narrativa, e nós estamos ganhando na narrativa.”
Lula também mencionou o discurso que fez na terça-feira 22, durante a abertura da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) , em Nova York. O presidente disse que os eleitores deveriam comparar as falas dele e de Trump.
“É importante você comparar o discurso de um presidente de um país em desenvolvimento com o de um presidente que destaca o tamanho de seu poder militar”, afirmou.
Na ONU, Lula defendeu o que chamou de soberania brasileira e afirmou que o país não permitirá que adversários internos ou externos atentem contra a democracia. O petista também citou as eleições de outubro e disse que os brasileiros terão de escolher entre “democracia e negacionismo”.
A fala no Rio ocorreu um dia depois dos discursos dos dois presidentes na ONU. Lula foi o primeiro chefe de Estado a discursar na abertura da sessão. Trump falou na sequência, conforme a programação tradicional da Assembleia-Geral.
Leia mais: “Corrupção: impunidade de Estado” , artigo de Yasmin Alencar publicado na Edição 341 da Revista Oeste
O evento no Rio reuniu artistas e lideranças políticas. A ministra da Cultura, Margareth Menezes, e a primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, também participaram da agenda.
Em resumo
Formado em jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero, escreve sobre política, esportes e internacional. Antes de fazer parte da Revista Oeste, colaborou na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo e no Sistema Brasileiro de Televisão (SBT).
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição, criticou Donald Trump durante um evento de campanha no Rio de Janeiro na noite de 23 de setembro de 2026. Lula afirmou que Trump se comporta de maneira ameaçadora e que sua estratégia é vencer na "narrativa", sem entrar em conflito militar. Ele comparou seu discurso com o de Trump na ONU, destaca
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição, voltou a criticar Donald Trump na noite desta quarta-feira, 23. Durante um evento de campanha no Rio de Janeiro, o petista afirmou que o presidente dos Estados Unidos fala “como se estivesse ameaçando todo mundo”.
“Ele fala em toda reunião ‘eu sou o maior do mundo, eu tenho o maior do mundo, eu gosto do maior do mundo’”, afirmou Lula. “É como se tivesse ameaçando todo mundo.”
Na sequência, o petista disse que não pretende entrar em uma disputa militar com Trump. Segundo ele, a estratégia é disputar o que chamou de “narrativa”.