Lula vai ao Congresso para promulgação do fim da escala 6×1
Cerimônia ocorre a 9 dias do 2º turno, depois de senadores aprovarem mudança na jornada por 75 votos a 1 nas duas votações

Jornalista formada pela Universidade Católica de Brasília, atua na cobertura do Congresso Nacional e do Palácio do Planalto pela Revista Oeste. Antes, fez parte das redações de Poder360, Correio Braziliense, Alô Brasília e Aqui DF. Também foi editora na TV Brasília.
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa nesta sexta-feira,
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa nesta sexta-feira, 16, da cerimônia de promulgação da emenda constitucional que acaba com a escala de trabalho 6×1.
O ato no Congresso ocorre a nove dias do segundo turno das eleições, depois de o Senado aprovar a proposta na quarta-feira 14.
Marcada para esta manhã, a sessão será conduzida pelo presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre (União-AP), com participação do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).
Presença do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson
A presença do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin , ainda não foi confirmada.
A presença de Lula associa o presidente à formalização de uma das principais bandeiras de sua campanha à reeleição. Depois da cerimônia, ele tem compromissos eleitorais em Juiz de Fora e Ipatinga, em Minas Gerais.
A promulgação cabe às Mesas da Câmara e do Senado. Por se tratar de uma alteração constitucional, a medida não depende de sanção presidencial.
A PEC 221/2019 foi aprovada no Senado com 75 votos favoráveis, um contrário e nenhuma abstenção nos dois turnos. Hamilton Mourão (Republicanos-RS) foi o único senador a votar contra nas duas etapas.
Flávio Bolsonaro (PL-RJ), adversário de Lula na disputa presidencial, votou a favor em ambas.
As duas deliberações foram realizadas na mesma sessão graças à aprovação de um calendário especial.
O requerimento apresentado pela líder do governo, Teresa Leitão (PT-PE), e outros líderes abreviou os prazos regimentais, permitindo concluir a análise sem o intervalo habitual entre os turnos.
O texto havia passado pela Câmara em maio e pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado em setembro. No plenário, foi aprovado depois de cinco sessões de discussão em primeiro turno. O calendário especial dispensou as três sessões de discussão previstas para o segundo.
A emenda reduz a jornada máxima semanal de 44 para 40 horas e garante dois dias de repouso remunerado, sem redução salarial. A implementação será gradual.
Dois meses depois da publicação, o limite semanal deve cair para 42 horas, com a garantia dos dois dias de descanso, um deles preferencialmente aos domingos. Depois de mais 12 meses, a jornada máxima chegará a 40 horas semanais.
O limite de oito horas diárias será mantido. Acordos ou convenções coletivas devem estabelecer mecanismos de compensação, desde que assegurem, na média mensal, dois dias de repouso por semana e pelo menos uma folga a cada sete dias.
Os dois dias de descanso não precisarão ser consecutivos.
Salvar meus dados neste navegador para a próxima vez que eu comentar.
Em resumo
Jornalista formada pela Universidade Católica de Brasília, atua na cobertura do Congresso Nacional e do Palácio do Planalto pela Revista Oeste. Antes, fez parte das redações de Poder360, Correio Braziliense, Alô Brasília e Aqui DF. Também foi editora na TV Brasília.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa nesta sexta-feira, 16, da cerimônia de promulgação da emenda constitucional que acaba com a escala de trabalho 6×1. O ato no Congresso ocorre a nove dias do segundo turno das eleições, depois de o Senado aprovar a proposta na quarta-feira 14.
Marcada para esta manhã, a sessão será conduzida pelo presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre (União-AP), com participação do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). A presença do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin , ainda não foi confirmada.
A presença de Lula associa o presidente à formalização de uma das principais bandeiras de sua campanha à reeleição. Depois da cerimônia, ele tem compromissos eleitorais em Juiz de Fora e Ipatinga, em Minas Gerais.
A promulgação cabe às Mesas da Câmara e do Senado. Por se tratar de uma alteração constitucional, a medida não depende de sanção presidencial.