Política Nacional · 2026-10-25 · Redação Notícia ES

Lula vota, agradece mobilizações e diz que povo brasileiro não vai permitir miliciano no Planalto

Presidente votou por volta das 9h30 deste domingo, em escola estadual de São Bernardo do Campo (SP)

Lula vota, agradece mobilizações e diz que povo brasileiro não vai permitir miliciano no Planalto
Lula vota, agradece mobilizações e diz que povo brasileiro não vai permitir miliciano no Planalto

O presidente Lula ( PT ) afirmou neste domingo (25) que as manifestações em apoio à sua candidatura no segundo turno foram "inexplicáveis" e que o mérito é do povo.

Após votar em um colégio estadual de São Bernardo

Após votar em um colégio estadual de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, ele também criticou o rival Flávio Bolsonaro ( PL ) e voltou a dizer que a sociedade não permitirá um "miliciano no comando do Palácio do Planalto".

"Do ponto de vista sociológico foi quase que inexplicável. Não foi partido político, não foi sindicato, não foi igreja, não foi eu nem Alckmin.

O povo foi pra rua para defender suas conquistas", afirmou Lula sobre as mobilizações ao longo do segundo turno. "Só estou aqui cumprindo esse papel por causa do povo brasileiro.

E o povo brasileiro sempre foi muito generoso comigo",

E o povo brasileiro sempre foi muito generoso comigo", acrescentou.

Com voz rouca um dia após participar dos atos de campanha no Rio de Janeiro e em São Paulo, Lula minimizou o resultado da pesquisa Datafolha divulgada no sábado (24). "A pesquisa de ontem."

Em suas falas, o petista também voltou a chamar o rival, Flávio Bolsonaro (PL), de desqualificado e mentiroso, além de reforçar falas sobre vínculos do senador com a milícia e sobre a ligação de Flávio com o ex-banqueiro e dono do Banco Master, Daniel Vorcaro.

"Eu estou convencido que o povo brasileiro jamais permitirá que um miliciano ocupe o Palácio do Planalto porque todo mundo sabe o domínio dos milicianos no Rio de Janeiro, todo mundo sabe a relação dele com Vorcaro, todo mundo sabe a relação dele com um policial que matou uma menina de cinco anos ", disse.

Lula falou a jornalistas após votar em colégio estadual de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, por volta das 9h20.

Ele estava acompanhado da primeira-dama, Janja, do vice-presidente Geraldo Alckmin, dos ministros Alexandre Padilha (Saúde), Leonardo Barchinni (Educação) e Paulo Pereira (Empreendedorismo), além dos ex-ministros Fernando Haddad (PT), Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB).

Recebido com gritos de apoiadores que o aguardavam, Lula desceu do carro e acenou antes de entrar no local de votação.

Mais cedo, ao sair de casa para votar, o presidente disse que sua disputa nesta eleição é contra um candidato chamado "mentira".

"Estamos disputando essas eleições com um cidadão chamado 'Mentira'. Ele não é capaz de dizer uma verdade uma verdade, em momento algum. As coisas mais elementares, em que ele poderia dizer a verdade, ele não diz.

Ele tem uma preferência por mentir. Por isso, eu acho que o povo não vai eleger um mentiroso", afirmou.

Receba no seu email destaques das campanhas, pesquisas e disputas nos estados

Lula também agradeceu aos seus eleitores pela campanha no segundo turno, dizendo que nunca havia sido tratado com tanto carinho.

"Eu acho que ninguém nunca viu, na vida. Eu estou com 80 anos, de 1989 participei de todas as campanhas. Eu sinceramente nunca vi nada igual.

Na Bahia, em Pernambuco, no Maranhão, no Pará, em Copacabana, na avenida Paulista. Acho que a Paulista nunca recebeu a quantidade de gente [de ontem] participando de um ato público.

Vou votar agradecido ao povo brasileiro. O que o povo fez comigo é algo que nunca vou conseguir pagar", disse o presidente.

Mais de 180 reportagens e análises publicadas a cada dia. Um time com mais de 200 colunistas e blogueiros.

Um jornalismo profissional que fiscaliza o poder público, veicula notícias proveitosas e inspiradoras, faz contraponto à intolerância das redes sociais e traça uma linha clara entre verdade e mentira.

O presidente Lula ( PT ) afirmou neste domingo (25) que as manifestações em apoio à sua candidatura no segundo turno foram "inexplicáveis" e que o mérito é do povo.

Após votar em um colégio estadual de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, ele também criticou o rival Flávio Bolsonaro ( PL ) e voltou a dizer que a sociedade não permitirá um "miliciano no comando do Palácio do Planalto".

Acompanhe na Folha em tempo real a apuração do 2º turno "Do ponto de vista sociológico foi quase que inexplicável. Não foi partido político, não foi sindicato, não foi igreja, não foi eu nem Alckmin.

O povo foi pra rua para defender suas conquistas", afirmou Lula sobre as mobilizações ao longo do segundo turno. "Só estou aqui cumprindo esse papel por causa do povo brasileiro.

E o povo brasileiro sempre foi muito generoso comigo", acrescentou.

Em resumo

O que aconteceu?

O presidente Lula ( PT ) afirmou neste domingo (25) que as manifestações em apoio à sua candidatura no segundo turno foram "inexplicáveis" e que o mérito é do povo.

Qual é o ponto principal?

Após votar em um colégio estadual de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, ele também criticou o rival Flávio Bolsonaro ( PL ) e voltou a dizer que a sociedade não permitirá um "miliciano no comando do Palácio do Planalto".

Quais são os dados mais importantes?

"Do ponto de vista sociológico foi quase que inexplicável. Não foi partido político, não foi sindicato, não foi igreja, não foi eu nem Alckmin. O povo foi pra rua para defender suas conquistas", afirmou Lula sobre as mobilizações ao longo do segundo turno. "Só estou aqui cumprindo esse papel por causa do povo brasileiro. E o povo brasileiro sempre foi muito

Qual é o contexto?

Com voz rouca um dia após participar dos atos de campanha no Rio de Janeiro e em São Paulo, Lula minimizou o resultado da pesquisa Datafolha divulgada no sábado (24). "A pesquisa de ontem."

Quais são os próximos desdobramentos?

Em suas falas, o petista também voltou a chamar o rival, Flávio Bolsonaro (PL), de desqualificado e mentiroso, além de reforçar falas sobre vínculos do senador com a milícia e sobre a ligação de Flávio com o ex-banqueiro e dono do Banco Master, Daniel Vorcaro.

Fontes