Economia · 2026-10-21 · Redação Notícia ES

Maioria prefere ter negócio próprio a carteira assinada, diz pesquisa

Dado da Meio/Ideia apareceu quando os entrevistados foram questionados sobre o que significa "melhorar de vida"

Maioria prefere ter negócio próprio a carteira assinada, diz pesquisa
Maioria prefere ter negócio próprio a carteira assinada, diz pesquisa

O ponto que mais chamou atenção das duas campanhas na pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira (21) foi o quanto a maior parte do eleitor disse preferir ter um negócio próprio do que a carteira assinada.

Dado apareceu quando os entrevistados foram questionados

O dado apareceu quando os entrevistados foram questionados sobre o que significa "melhorar de vida".

Para 43,3% , a resposta é ter o próprio negócio ou trabalhar por conta própria. Para outros 32,0% , é trabalhar com carteira assinada e ter direitos garantidos.

Ao destrinchar os números, outro dado relevante. A maioria dos eleitores de Flávio Bolsonaro ( 62,3% ) prefere um negócio próprio, enquanto a maioria dos eleitores de Lula ( 65,4% ) respondeu que prefere a carteira assinada.

Na análise distribuída pelo Meio/Ideia redigida pelo CEO

Na análise distribuída pelo Meio/Ideia redigida pelo CEO do Meio, Pedro Doria, é assinalado que essa não se trata de uma questão de diferença de renda, uma vez que os dois grupos têm praticamente a mesma distribuição nesse quesito e a divisão aparece em todas elas.

O documento menciona que na classe C, que ganha de 1 a 3 salários mínimos, quem quer o próprio negócio dá 67,8% a Flávio, e quem quer a carteira dá 63,0% a Lula.

“Também não é questão de ocupação. Entre os que já trabalham por conta própria ou são empresários, a vantagem de Flávio é menor: 55,9% a 38,9% . O que move o voto não é ser empreendedor. É o querer ser.”, conclui o texto.

Afirma ainda que “a aspiração pesa tanto quanto a religião”.

“Os evangélicos dão 69,6% a Flávio, e os católicos, 55,0% a Lula. Mas é entre os católicos que a pergunta nova faz diferença. O eleitor católico que quer o próprio negócio vota em Flávio por 53,6% a 42,3% .

O que quer a carteira assinada vota em Lula por 76,7% a 20,1% . Entre os evangélicos, Flávio vence até entre quem prefere a carteira: 58,3% a 36,7% .

De todas as questões, nenhuma outra demarca tão claramente a diferença entre as características e os sonhos dos eleitores de Flávio e Lula quanto estas duas”, conclui.

A pesquisa colocou Flávio Bolsonaro na frente de Lula e na análise diz que o voto está cristalizado e que Lula chegou ao teto.

O ponto que mais chamou atenção das duas campanhas na pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira (21) foi o quanto a maior parte do eleitor disse preferir ter um negócio próprio do que a carteira assinada.

O dado apareceu quando os entrevistados foram questionados sobre o que significa "melhorar de vida". Para 43,3% , a resposta é ter o próprio negócio ou trabalhar por conta própria.

Para outros 32,0% , é trabalhar com carteira assinada e ter direitos garantidos. Ao destrinchar os números, outro dado relevante.

A maioria dos eleitores de Flávio Bolsonaro ( 62,3% ) prefere um negócio próprio, enquanto a maioria dos eleitores de Lula ( 65,4% ) respondeu que prefere a carteira assinada. Leia Mais

Em resumo

O que aconteceu?

O ponto que mais chamou atenção das duas campanhas na pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira (21) foi o quanto a maior parte do eleitor disse preferir ter um negócio próprio do que a carteira assinada.

Qual é o ponto principal?

O dado apareceu quando os entrevistados foram questionados sobre o que significa "melhorar de vida".

Quais são os dados mais importantes?

Para 43,3% , a resposta é ter o próprio negócio ou trabalhar por conta própria. Para outros 32,0% , é trabalhar com carteira assinada e ter direitos garantidos.

Qual é o contexto?

Ao destrinchar os números, outro dado relevante. A maioria dos eleitores de Flávio Bolsonaro ( 62,3% ) prefere um negócio próprio, enquanto a maioria dos eleitores de Lula ( 65,4% ) respondeu que prefere a carteira assinada.

Quais são os próximos desdobramentos?

Na análise distribuída pelo Meio/Ideia redigida pelo CEO do Meio, Pedro Doria, é assinalado que essa não se trata de uma questão de diferença de renda, uma vez que os dois grupos têm praticamente a mesma distribuição nesse quesito e a divisão aparece em todas elas. O documento menciona que na classe C, que ganha de 1 a 3 salários mínimos, quem quer o próprio

Fontes