Mais de 30 países e UE reconhecem vitória de Lula; Trump e Milei ainda silenciam
China, Rússia, Japão, França, Alemanha e outras potências já felicitaram o petista; manifestações partem de governos de direita e de esquerda

Mais de 30 países e a União Europeia reconheceram a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições brasileiras, incluindo potências como China, Rússia, França, Alemanha e Japão.
Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o presidente do Conselho Europeu, António Costa, parabenizaram Lula, assim como líderes de direita e centro-direita, como o primeiro-ministro da Austrália e o presidente da Índia.
No entanto, Donald Trump e Javier Milei ainda não reconheceram a vitória.
Mais de 30 países, além da União Europeia (UE) , já reconheceram ou saudaram a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições brasileiras.
Manifestações atravessam diferentes continentes e orientações políticas e incluem
As manifestações atravessam diferentes continentes e orientações políticas e incluem algumas das principais potências mundiais.
Entre os países que já se pronunciaram, estão China, Rússia, França, Alemanha, Espanha, Portugal, Canadá, Austrália, Japão, Índia, Coreia do Sul, Malásia, África do Sul, Ucrânia, México, Chile, Peru, Equador, Paraguai, Uruguai, Bolívia, Panamá, Guatemala, República Dominicana, Cuba, Venezuela, Costa Rica, Guiana, Barbados, Bahamas, Seychelles, Cazaquistão, Sri Lanka, Vietnã e Irã.
A UE também se manifestou. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, felicitou Lula e afirmou que “a democracia e o multilateralismo venceram no Brasil”.
O presidente do Conselho Europeu, António Costa, também cumprimentou o petista e chegou a telefonar para Lula depois da divulgação do resultado.
Duas das principais potências fora do eixo ocidental também reconheceram a vitória. O governo da China felicitou Lula nesta segunda-feira, 26, e afirmou respeitar a escolha feita pelo povo brasileiro. Pequim também destacou a importância das relações entre os dois países.
A Rússia também reconheceu o resultado. O Kremlin felicitou Lula e destacou sua contribuição para o desenvolvimento das relações entre Brasil e Rússia, além da cooperação entre os países no Brics.
Outras potências e integrantes do G20 também se manifestaram. O primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese, felicitou Lula. Na Índia, Narendra Modi parabenizou o presidente pela reeleição e afirmou que pretende aprofundar a parceria estratégica entre os dois países.
No Japão, a primeira-ministra Sanae Takaichi enviou uma carta oficial com suas “sinceras felicitações” e manifestou interesse em aprofundar a Parceria Estratégica Global Brasil–Japão. Também houve manifestações de Canadá, Coreia do Sul, África do Sul e Malásia.
O reconhecimento não ficou restrito a governos de esquerda. Líderes identificados com a direita e o centro-direita também felicitaram Lula.
Entre eles, estão Sanae Takaichi, do Japão; José Antonio Kast, do Chile; Keiko Fujimori, do Peru; Daniel Noboa, do Equador; Santiago Peña, do Paraguai; José Raúl Mulino, do Panamá; Narendra Modi, da Índia; e Luís Montenegro, de Portugal.
Kast chegou a telefonar para Lula para cumprimentá-lo pelo resultado. Takaichi, por sua vez, formalizou a manifestação por meio de carta enviada ao presidente brasileiro.
Entre governos de esquerda e centro-esquerda, a vitória foi celebrada por líderes como Claudia Sheinbaum, do México; Miguel Díaz-Canel, de Cuba; Pedro Sánchez, da Espanha; e outros representantes latino-americanos.
As mensagens variaram de felicitações protocolares a manifestações políticas sobre democracia, integração regional e multilateralismo.
Duas ausências permanecem em destaque. Até o fim da manhã desta segunda-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump , e o presidente da Argentina, Javier Milei , ainda não haviam reconhecido publicamente a vitória de Lula nem divulgado mensagens de felicitação.
Trump afirmou durante a votação que acompanhava o processo eleitoral brasileiro, mas não comentou publicamente o resultado. Nos Estados Unidos, o senador Bernie Sanders, do Partido Democrata (de oposição a Trump), e outros políticos felicitaram Lula.
Donald Trump Jr., por outro lado, repercutiu críticas ao processo eleitoral brasileiro. Martin De Luca, advogado do Trump Media & Technology Group, questionou a extensão do horário de votação determinada pelo ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF) .
Em resumo
Mais de 30 países e a União Europeia reconheceram a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições brasileiras, incluindo potências como China, Rússia, França, Alemanha e Japão. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o presidente do Conselho Europeu, António Costa, parabenizaram Lula, assim como líderes de direita e centro-direita, com
Mais de 30 países, além da União Europeia (UE) , já reconheceram ou saudaram a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições brasileiras. As manifestações atravessam diferentes continentes e orientações políticas e incluem algumas das principais potências mundiais.
Entre os países que já se pronunciaram, estão China, Rússia, França, Alemanha, Espanha, Portugal, Canadá, Austrália, Japão, Índia, Coreia do Sul, Malásia, África do Sul, Ucrânia, México, Chile, Peru, Equador, Paraguai, Uruguai, Bolívia, Panamá, Guatemala, República Dominicana, Cuba, Venezuela, Costa Rica, Guiana, Barbados, Bahamas, Seychelles, Cazaquistão, S
A UE também se manifestou. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, felicitou Lula e afirmou que “a democracia e o multilateralismo venceram no Brasil”. O presidente do Conselho Europeu, António Costa, também cumprimentou o petista e chegou a telefonar para Lula depois da divulgação do resultado.
Duas das principais potências fora do eixo ocidental também reconheceram a vitória. O governo da China felicitou Lula nesta segunda-feira, 26, e afirmou respeitar a escolha feita pelo povo brasileiro. Pequim também destacou a importância das relações entre os dois países.