Política Nacional · 2026-08-30 · Redação Notícia ES

Suplente de Marina articula encontros com sindicatos para ampliar apoio em São Paulo

Antonio Neto, suplente na chapa de Marina Silva ao Senado, programou encontros regionais com dirigentes sindicais e movimentos populares.

Suplente de Marina articula encontros com sindicatos para ampliar apoio em São Paulo
Suplente de Marina articula encontros com sindicatos para ampliar apoio em São Paulo

O sindicalista Antonio Neto, do PDT, iniciou uma série de encontros regionais com dirigentes sindicais e representantes de movimentos populares para mobilizar apoio à candidatura de Marina Silva ao Senado por São Paulo. Neto integra a chapa como suplente e preside a Central dos Sindicatos Brasileiros.

A programação prevê dez encontros regionais. O primeiro ocorreu em Campinas e a estratégia busca aproximar a candidatura de lideranças sindicais espalhadas pelo estado, com a expectativa de culminar em uma plenária de maior porte.

Movimento sindical entra na agenda eleitoral

A aproximação acontece em um momento em que temas trabalhistas ganharam espaço na campanha nacional. O fim da escala 6x1, mudanças na jornada semanal e propostas de negociação trabalhista aparecem em atos públicos e discursos de candidatos de diferentes campos.

Neste domingo, centrais sindicais também realizaram manifestação na avenida Paulista pela redução da jornada de trabalho. O tema deverá continuar no centro do debate legislativo e eleitoral, ampliando o interesse de candidaturas em construir interlocução com sindicatos e trabalhadores.

Marina terá agenda com sindicatos

Segundo as informações divulgadas pela Folha de S.Paulo, Marina tem reunião prevista com representantes sindicais, em uma conversa voltada às demandas do mundo do trabalho. A movimentação não significa apoio automático de todas as centrais ou sindicatos, que possuem estruturas e posições políticas distintas.

Para a candidatura, os encontros regionais funcionam como instrumento de mobilização territorial. Para as entidades, são oportunidades de apresentar reivindicações e cobrar compromissos sobre emprego, renda, direitos trabalhistas, meio ambiente e desenvolvimento econômico.

O eleitor paulista escolherá dois nomes para o Senado em 2026, porque estão em disputa dois terços das cadeiras da Casa. A votação é majoritária, o que significa que os dois candidatos mais votados no estado conquistam as vagas, independentemente do desempenho dos partidos.

Fontes consultadas: Folha de S.Paulo, coluna Painel; UOL, cobertura do ato sindical pela escala de trabalho; Tribunal Superior Eleitoral, regras para a eleição de dois senadores em cada unidade da Federação em 2026.

Fontes