Mini-índice (WINZ26) busca estabilização com fiscal e exterior no radar
Mini-índice (WINZ26): Confira os pontos de suporte e resistência nesta terça (03). Confira também os minicontratos.

Os contratos de mini-índice WINZ26 , com vencimento em dezembro, encerraram a última sessão (30/10) em queda de 0,41% , aos 170.350 pontos .
Os números do levantamento
Os contratos de mini-índice deverão refletir a quinta queda consecutiva do Ibovespa, que recuou 0,75%, aos 167.921,80 pontos , e acumulou baixa de 18,12% na semana , a pior desde março de 2020.
A incerteza fiscal, a alta dos juros futuros e o desemprego em 5,2% ampliaram a pressão sobre bancos, siderúrgicas e empresas ligadas ao consumo.
Vale ( VALE3 ) e Petrobras ( PETR3 ; PETR4 ) limitaram as perdas, enquanto Wall Street despencou com as preocupações sobre os gastos das empresas de tecnologia com inteligência artificial.
Como interpretar os resultados
Para os traders de mini-índice, o foco na retomada das negociações estará nas sinalizações fiscais, na definição da equipe econômica e na aproximação da decisão do Copom .
A reação dos juros futuros e de setores sensíveis ao crédito, especialmente bancos e varejistas , será importante para medir o risco de novas quedas.
O desempenho de Vale, Petrobras e das ações de tecnologia em Nova York , além das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, também poderá definir se o contrato encontra espaço para um repique ou prolonga a pressão vendedora.
No gráfico de 15 minutos , observo que o mini-índice encerrou a última sessão com baixa, embora tenha permanecido ligeiramente acima e muito próximo das médias de 9 e 21 períodos . Essa proximidade exige cautela, pois ainda não representa uma reversão clara da pressão vendedora.
Para a continuidade do movimento de baixa, será necessária a entrada de fluxo vendedor capaz de romper o primeiro suporte, situado em 169.605/169.070 pontos .
A perda dessa faixa poderá intensificar o movimento e abrir espaço para um teste de 166.790/166.025 pontos . Em uma extensão da queda, o alvo mais distante fica em 165.465/165.225 pontos .
No cenário comprador, uma recuperação dependerá do rompimento da resistência de 170.645/171.455 pontos . Caso essa região seja superada com volume, o índice poderá avançar em direção a 172.455/173.915 pontos .
Acima dessa faixa, o próximo objetivo estará em 174.235/176.640 pontos .
No gráfico diário , vejo uma estrutura ainda predominantemente baixista. O índice encerrou novamente em queda e permanece abaixo das médias de 9, 21 e 200 períodos , com forte afastamento em relação a elas.
Esse quadro mantém aberta a possibilidade de novas perdas, embora o movimento já bastante esticado também exija atenção para um eventual repique técnico — sinal que, até o momento, ainda não apareceu.
Para retomar uma trajetória de alta, o mini-índice precisará de forte entrada de fluxo comprador e da superação sucessiva das resistências em 178.700 , 181.185 e 186.275 pontos .
Se esse movimento for confirmado, os objetivos seguintes estarão na região de 198.215/205.865 pontos .
Para dar continuidade à queda, o índice deverá romper os suportes de 166.790/162.145 pontos . Abaixo dessa faixa, o movimento vendedor poderá mirar 156.720/150.485 pontos .
O IFR de 14 períodos está em 26,66 , dentro da região de sobrevenda. O indicador reforça o grau de esticamento da queda e recomenda cautela com novas posições vendidas, mas, isoladamente, não confirma uma reversão.
No gráfico de 60 minutos , observo que o mini-índice encerrou em baixa e permanece abaixo das médias de 9 e 21 períodos . A configuração mantém o viés negativo, e o comportamento do preço nas regiões técnicas mais próximas deverá orientar o pregão.
Para prolongar o movimento de baixa, o índice precisará romper a faixa de suporte em 169.070/166.790 pontos . Se isso ocorrer, os próximos objetivos estarão em 166.020/165.390 pontos . A perda de 165.390 pontos poderá levar o ativo ao alvo mais longo de 164.020 pontos .
Já uma reação compradora dependerá de volume suficiente para superar a resistência de 171.015/172.800 pontos . Acima dessa região, o índice poderá buscar 174.325/178.700 pontos e, posteriormente, 181.185/182.490 pontos .
Em resumo
Os contratos de mini-índice WINZ26 , com vencimento em dezembro, encerraram a última sessão (30/10) em queda de 0,41% , aos 170.350 pontos . Os contratos de mini-índice deverão refletir a quinta queda consecutiva do Ibovespa, que recuou 0,75%, aos 167.921,80 pontos , e acumulou baixa de 18,12% na semana , a pior desde março de 2020.
Para os traders de mini-índice, o foco na retomada das negociações estará nas sinalizações fiscais, na definição da equipe econômica e na aproximação da decisão do Copom . A reação dos juros futuros e de setores sensíveis ao crédito, especialmente bancos e varejistas , será importante para medir o risco de novas quedas.
No gráfico de 15 minutos , observo que o mini-índice encerrou a última sessão com baixa, embora tenha permanecido ligeiramente acima e muito próximo das médias de 9 e 21 períodos . Essa proximidade exige cautela, pois ainda não representa uma reversão clara da pressão vendedora.
Para a continuidade do movimento de baixa, será necessária a entrada de fluxo vendedor capaz de romper o primeiro suporte, situado em 169.605/169.070 pontos . A perda dessa faixa poderá intensificar o movimento e abrir espaço para um teste de 166.790/166.025 pontos . Em uma extensão da queda, o alvo mais distante fica em 165.465/165.225 pontos .
No cenário comprador, uma recuperação dependerá do rompimento da resistência de 170.645/171.455 pontos . Caso essa região seja superada com volume, o índice poderá avançar em direção a 172.455/173.915 pontos . Acima dessa faixa, o próximo objetivo estará em 174.235/176.640 pontos .