Mini-índice (WINZ26) tenta reação antes do Copom, mas viés segue baixista
Mini-índice (WINZ26): Confira os pontos de suporte e resistência nesta quarta (04). Confira também os minicontratos.

Os contratos de mini-índice WINZ26 , com vencimento em dezembro, encerraram a última sessão (03/11) em queda de 1,44% , aos 168.035 pontos .
Os números do levantamento
Os contratos de mini-índice deverão refletir a sexta queda consecutiva do Ibovespa, que recuou 1,42%, aos 165.528,92 pontos .
O mercado doméstico permaneceu pressionado pelas dúvidas fiscais, pelo debate sobre uma redução acelerada da Selic e pela indefinição da equipe econômica, com alta dos juros futuros e do dólar.
Vale ( VALE3 ), Petrobras ( PETR3 ; PETR4 ) e bancos pesaram sobre o índice, enquanto Santander ( SANB11 ), Embraer ( EMBJ3 ) e WEG ( WEGE3 ) limitaram as perdas.
Impactos e informações adicionais
No exterior, Wall Street terminou sem direção única, com as eleições de meio de mandato dos Estados Unidos no radar e o petróleo em queda.
Para os traders de mini-índice, o foco nesta quarta-feira estará nos dados do Caged e, principalmente, na decisão do Copom .
A reação da curva de juros será determinante para bancos, varejistas e demais empresas sensíveis ao custo de capital.
Os indicadores de emprego dos Estados Unidos, a prévia da inflação da zona do euro e o comportamento de Vale, Petrobras e do petróleo também deverão indicar se o contrato prolonga a pressão vendedora ou encontra espaço para um repique.
No gráfico de 15 minutos , observo que o mini-índice encerrou novamente em queda, mas apresentou uma recuperação na parte final da sessão e terminou acima das médias móveis de 9 e 21 períodos .
Esse movimento merece atenção, embora ainda não seja suficiente para confirmar uma reversão do fluxo predominante de baixa.
Para dar continuidade ao movimento negativo, será necessária a entrada de fluxo vendedor capaz de romper o primeiro suporte, situado em 167.365/166.685 pontos .
A perda dessa faixa poderá intensificar as vendas e levar o índice em direção a 166.240/166.025 pontos . Em uma extensão do movimento, o alvo mais distante ficará em 165.730/165.400 pontos .
No cenário comprador, uma recuperação dependerá da superação da resistência de 168.345/169.340 pontos . Caso o rompimento ocorra com volume, o mini-índice poderá avançar até 170.360/171.110 pontos . Acima dessa região, o próximo objetivo estará em 171.630/172.380 pontos .
No gráfico diário , vejo uma estrutura ainda predominantemente baixista. O índice permanece abaixo das médias de 9, 21 e 200 períodos , com afastamento expressivo dessas referências após a forte queda recente.
Esse movimento mantém aberta a possibilidade de novas perdas, embora o mercado já esteja bastante esticado e sujeito a um repique técnico — sinal que, até o momento, ainda não apareceu.
Para iniciar uma recuperação mais consistente, será necessária uma forte entrada de fluxo comprador e a superação das resistências em 169.340/178.700 pontos . Confirmado esse movimento, os objetivos seguintes estarão em 181.185/186.275 pontos .
Para prolongar o movimento de baixa, o mini-índice precisará romper os suportes de 166.470/162.145 pontos . Abaixo dessa faixa, o fluxo vendedor poderá ganhar força em direção a 156.720/150.485 pontos .
O IFR de 14 períodos está em 25,48 , dentro da região de sobrevenda. O indicador reforça o grau de esticamento da queda e recomenda cautela com novas posições vendidas, mas, isoladamente, não representa um sinal de reversão.
No gráfico de 60 minutos , observo que o mini-índice também encerrou em queda, mas terminou negociando entre as médias móveis de 9 e 21 períodos . Essa configuração indica um ponto de possível definição, especialmente após a volatilidade das últimas sessões.
Para retomar o movimento de alta, o índice precisará superar, com volume comprador, as resistências em 169.340/171.015/172.800 pontos . Acima dessa sequência, poderá buscar 174.325/178.700 pontos e, posteriormente, 181.185/182.490 pontos .
No campo negativo, a continuidade da baixa dependerá do rompimento dos suportes de 166.470/166.020 pontos . A perda dessa região poderá ampliar o fluxo vendedor em direção a 165.390/164.020 pontos . Os alvos mais longos estarão em 163.125/162.660 pontos .
Em resumo
Os contratos de mini-índice WINZ26 , com vencimento em dezembro, encerraram a última sessão (03/11) em queda de 1,44% , aos 168.035 pontos . Os contratos de mini-índice deverão refletir a sexta queda consecutiva do Ibovespa, que recuou 1,42%, aos 165.528,92 pontos .
Para os traders de mini-índice, o foco nesta quarta-feira estará nos dados do Caged e, principalmente, na decisão do Copom . A reação da curva de juros será determinante para bancos, varejistas e demais empresas sensíveis ao custo de capital.
No gráfico de 15 minutos , observo que o mini-índice encerrou novamente em queda, mas apresentou uma recuperação na parte final da sessão e terminou acima das médias móveis de 9 e 21 períodos . Esse movimento merece atenção, embora ainda não seja suficiente para confirmar uma reversão do fluxo predominante de baixa.
Para dar continuidade ao movimento negativo, será necessária a entrada de fluxo vendedor capaz de romper o primeiro suporte, situado em 167.365/166.685 pontos . A perda dessa faixa poderá intensificar as vendas e levar o índice em direção a 166.240/166.025 pontos . Em uma extensão do movimento, o alvo mais distante ficará em 165.730/165.400 pontos .
No cenário comprador, uma recuperação dependerá da superação da resistência de 168.345/169.340 pontos . Caso o rompimento ocorra com volume, o mini-índice poderá avançar até 170.360/171.110 pontos . Acima dessa região, o próximo objetivo estará em 171.630/172.380 pontos .