Justiça · 2026-10-22 · Redação Notícia ES

Nunes Marques: eleições de 2026 têm ‘judicialização sem precedentes’

Presidente do TSE reconheceu que Justiça Eleitoral ‘precisa responder a críticas relacionadas à suposta morosidade’

Nunes Marques: eleições de 2026 têm ‘judicialização sem precedentes’
Nunes Marques: eleições de 2026 têm ‘judicialização sem precedentes’

Jornalista formado pela Cásper Líbero, é pós-graduado em marketing político e propaganda eleitoral pela USP. Trabalhou no site da ESPN, pelo qual foi à China para cobrir a Olimpíada de Pequim, em 2008.

Também teve passagens por Metrópoles, InfoMoney, O Antagonista, iG

Também teve passagens por Metrópoles, InfoMoney, O Antagonista, iG e Terra, cobrindo política e economia. Como assessor de imprensa, atuou na Câmara dos Deputados e no Ministério da Cultura.

É autor dos livros “Dias: a Vida do Maior Jogador do São Paulo nos Anos 1960” e “20 Jogos Eternos do São Paulo”.

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Nunes Marques, afirmou que as eleições gerais de 2026 estão sendo marcadas por um nível de "judicialização sem precedentes", com um aumento significativo de processos relacionados à propaganda eleitoral, passando de 613, em 2022, para 1.223 até 20 de outubro de 2026.

Ele enfatizou a importância de garantir que os eleitores

Ele enfatizou a importância de garantir que os eleitores tenham acesso a informações confiáveis e reconheceu as críticas sobre a morosidade da Justiça Eleitoral.

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Nunes Marques , afirmou que as eleições gerais de 2026 foram marcadas por um processo de “judicialização sem precedentes na história do país”, com uma série de liminares e pedidos de exclusão de publicações nas redes sociais por parte das campanhas dos principais candidatos.

Segundo Nunes Marques, o tribunal enfrentou um grande desafio para dar respostas rápidas aos pedidos apresentados pelos candidatos, que se intensificaram nas últimas semanas. O segundo turno das eleições acontece no próximo domingo, 25.

“Em 2026, o cenário é ainda mais desafiador, com uma disputa marcada por um nível de judicialização sem precedentes na história do país.

Em 2022, foram registrados 613 processos relacionados à propaganda eleitoral, considerando o primeiro e o segundo turnos.

Neste ano, até 20 de outubro, já são 1.223 representações e pedidos de direito de resposta, um aumento de quase 100% em relação ao pleito anterior”, afirmou o presidente do TSE ao Metrópoles.

De acordo com Nunes Marques, que também é ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) , uma das missões da Justiça Eleitoral é garantir que os eleitores tenham acesso a conteúdo confiável e legítimo nesta reta final de campanha.

“É a reta final para os eleitores que precisam decidir em quem votar e também para os candidatos que intensificam suas campanhas em busca de conquistar a confiança do eleitorado e vencer a disputa”, disse Nunes Marques.

“A Justiça Eleitoral conhece bem os desafios de trabalhar com prazos curtos. A demora em julgar um processo pode permitir que uma mensagem irregular continue sendo veiculada ou ainda fazer com que um candidato perca parte do mandato, deixando de atender à população que o elegeu”, prosseguiu o magistrado.

Nunes Marques reconheceu que a Justiça Eleitoral “ainda precisa responder a críticas relacionadas à suposta morosidade”.

“No entanto, a celeridade é uma das premissas que orientam a atuação da instituição, que trabalha para garantir a qualidade das decisões e o cumprimento dos prazos legais“, disse.

O segundo turno das eleições de 2026 acontece no próximo domingo, dia 25 de outubro. A votação ocorrerá das 8h às 17h (pelo horário de Brasília) em todo o país.

Mais de 158 milhões de eleitores estão aptos a voltar às urnas para escolher o presidente e o vice-presidente da República.

Também haverá votação para governador e vice-governador em seis unidades da Federação: Acre, Amazonas, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Tocantins e Distrito Federal.

Salvar meus dados neste navegador para a próxima vez que eu comentar.

Em resumo

O que aconteceu?

Jornalista formado pela Cásper Líbero, é pós-graduado em marketing político e propaganda eleitoral pela USP. Trabalhou no site da ESPN, pelo qual foi à China para cobrir a Olimpíada de Pequim, em 2008. Também teve passagens por Metrópoles, InfoMoney, O Antagonista, iG e Terra, cobrindo política e economia. Como assessor de imprensa, atuou na Câmara dos Deput

Qual é o ponto principal?

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Nunes Marques, afirmou que as eleições gerais de 2026 estão sendo marcadas por um nível de "judicialização sem precedentes", com um aumento significativo de processos relacionados à propaganda eleitoral, passando de 613, em 2022, para 1.223 até 20 de outubro de 2026. Ele enfatizou a importância de garantir q

Quais são os dados mais importantes?

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Nunes Marques , afirmou que as eleições gerais de 2026 foram marcadas por um processo de “judicialização sem precedentes na história do país”, com uma série de liminares e pedidos de exclusão de publicações nas redes sociais por parte das campanhas dos principais candidatos.

Qual é o contexto?

Segundo Nunes Marques, o tribunal enfrentou um grande desafio para dar respostas rápidas aos pedidos apresentados pelos candidatos, que se intensificaram nas últimas semanas. O segundo turno das eleições acontece no próximo domingo, 25.

Quais são os próximos desdobramentos?

“Em 2026, o cenário é ainda mais desafiador, com uma disputa marcada por um nível de judicialização sem precedentes na história do país. Em 2022, foram registrados 613 processos relacionados à propaganda eleitoral, considerando o primeiro e o segundo turnos. Neste ano, até 20 de outubro, já são 1.223 representações e pedidos de direito de resposta, um aument

Fontes