Para presidente do Novo, resultado da eleição prova que Brasil não é democracia
Eduardo Ribeiro acusa PT de usar máquina pública e STF; partido tem 3 ações contra chapa de Lula

O presidente do Novo, Eduardo Ribeiro, criticou o resultado do segundo turno da eleição presidencial de 25 de outubro de 2026, alegando que o Brasil não é uma democracia.
Ele anunciou que o partido entrou com três ações
Ele anunciou que o partido entrou com três ações pedindo a cassação da chapa do presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva, que venceu com 4,4 milhões de votos de diferença sobre Flávio Bolsonaro.
Ribeiro acusou o PT de mentir durante a campanha e de usar a máquina pública e o STF para garantir a vitória.
O presidente do Novo, Eduardo Ribeiro, afirmou que o resultado do segundo turno da eleição presidencial, realizado neste domingo, 25, é “a prova de que o Brasil não é uma democracia”.
Partido apresentou três ações que pedem
O partido apresentou três ações que pedem a cassação da chapa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, reeleito com uma vantagem de 4,4 milhões de votos sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Ribeiro acusou o PT de mentir durante a campanha e de recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para vencer a disputa. “Como se não bastasse fazer uma campanha cheia de mentiras, o PT usou como nunca a máquina pública e o STF para se manter no poder”, disse.
O dirigente cobrou uma resposta da Justiça Eleitoral às ações do partido. “Temos três ações pedindo a cassação da chapa de Lula”, afirmou Ribeiro. “Cabe agora à Justiça cumprir seu papel, se ainda existe Justiça neste país.”
As críticas ao STF têm como pano de fundo a decisão do ministro Cristiano Zanin de prorrogar por duas horas a votação do segundo turno em todo o país.
Sorteado relator do caso, Zanin atendeu a um pedido da coligação de Lula, que alegou falta de ônibus para o transporte de eleitores em três cidades da Bahia: Salvador, Lauro de Freitas e Feira de Santana.
Segundo o despacho, o ministro tomou conhecimento dos fatos às 16h32 e considerou a situação urgente. A decisão foi divulgada pelo gabinete às 17h03, quando a votação já havia sido encerrada em boa parte do país.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) chegou a iniciar a totalização dos votos e a interrompeu por volta das 17h20.
Mais tarde, Zanin restringiu a medida às seções em que as urnas ainda estavam abertas no momento da ordem. Horas antes, o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, havia afirmado que as dificuldades no transporte de eleitores já estavam sendo corrigidas.
A campanha de Flávio também havia pedido a ampliação do horário de votação, mas apenas em Estados afetados pela chuva.
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Em resumo
O presidente do Novo, Eduardo Ribeiro, criticou o resultado do segundo turno da eleição presidencial de 25 de outubro de 2026, alegando que o Brasil não é uma democracia. Ele anunciou que o partido entrou com três ações pedindo a cassação da chapa do presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva, que venceu com 4,4 milhões de votos de diferença sobre Flávio
O presidente do Novo, Eduardo Ribeiro, afirmou que o resultado do segundo turno da eleição presidencial, realizado neste domingo, 25, é “a prova de que o Brasil não é uma democracia”. O partido apresentou três ações que pedem a cassação da chapa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, reeleito com uma vantagem de 4,4 milhões de votos sobre o senador Flávio
Ribeiro acusou o PT de mentir durante a campanha e de recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para vencer a disputa. “Como se não bastasse fazer uma campanha cheia de mentiras, o PT usou como nunca a máquina pública e o STF para se manter no poder”, disse.
O dirigente cobrou uma resposta da Justiça Eleitoral às ações do partido. “Temos três ações pedindo a cassação da chapa de Lula”, afirmou Ribeiro. “Cabe agora à Justiça cumprir seu papel, se ainda existe Justiça neste país.”
As críticas ao STF têm como pano de fundo a decisão do ministro Cristiano Zanin de prorrogar por duas horas a votação do segundo turno em todo o país. Sorteado relator do caso, Zanin atendeu a um pedido da coligação de Lula, que alegou falta de ônibus para o transporte de eleitores em três cidades da Bahia: Salvador, Lauro de Freitas e Feira de Santana.