PF prende deputado e delegado na 8ª fase da Operação Unha e Carne
Polícia Federal apreendeu R$ 40 mil em espécie em imóvel de alto padrão, avaliado em R$ 22 milhões

Jornalista formada pela Universidade Federal de Mato Grosso, com extensão em jornalismo econômico pela Fundação Getulio Vargas. Atuou no jornal O Estado de S. Paulo. É repórter de Oeste em São Paulo.
Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira, 15, a 8ª fase
A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira, 15, a 8ª fase da Operação Unha e Carne no Rio de Janeiro, visando desarticular uma organização criminosa que lavava dinheiro por meio de postos de combustíveis.
Foram identificadas movimentações de R$ 7,6 bilhões nos últimos seis anos. O deputado estadual eleito Márcio Canella e o delegado Marcus Amim foram presos, junto a outros inspetores.
A operação inclui seis mandados de prisão e 16 ordens de busca em sete municípios.
Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quinta-feira, 15, a oitava
A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quinta-feira, 15, a oitava fase da Operação Unha e Carne no Estado do Rio de Janeiro.
A ação visa a desarticular uma organização criminosa que utilizava postos de combustíveis para lavagem de dinheiro.
O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) identificou movimentações de R$ 7,6 bilhões nos últimos seis anos.
A PF prendeu o deputado estadual eleito Márcio Canella (União) e o delegado Marcus Amim. Amim ocupou o cargo de secretário de Polícia Civil do Estado.
Os agentes também detiveram os inspetores Christiano Gaspar Fernandes, Giovanni Gaspar Fernandes, Pablo Jukia Felix Ferreira e José Carlos Alves de Souza. Todos os alvos de prisão preventiva estão sob custódia.
A apuração começou em dezembro de 2025 depois de indícios de vazamento de informações para o Comando Vermelho. Com o avanço das investigações, os peritos identificaram uma rede de proteção com a participação de agentes públicos e operadores financeiros.
Os agentes cumprem seis mandados de prisão preventiva e 16 ordens de busca. As ações ocorrem em sete municípios do Estado, incluindo a capital e Niterói. A Corregedoria da Polícia Civil acompanha o cumprimento das ordens contra agentes da corporação.
Os policiais encontraram pilhas de dinheiro em uma adega na casa do inspetor José Carlos Alves de Souza, em Niterói. A apreensão somou R$ 40 mil no imóvel de alto padrão, avaliado em R$ 22 milhões. A Justiça decretou o sequestro da propriedade.
Os suspeitos responderão por organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção, venda ilegal de combustíveis e formação de cartel. Os investigadores não descartam novas acusações no decorrer do processo.
A Justiça determinou a suspensão das atividades de 112 empresas vinculadas ao grupo criminoso. O conjunto inclui 96 postos de combustíveis utilizados para ocultar valores ilícitos. A rede funcionava como fachada para as movimentações financeiras da organização.
O bloqueio das 112 empresas representa uma das maiores medidas cautelares contra a lavagem de dinheiro no Estado. A decisão judicial também autorizou o congelamento de ativos e bens dos investigados.
Leia mais: “ PF aponta elo entre Márcio Canella e o Comando Vermelho ”
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Em resumo
Jornalista formada pela Universidade Federal de Mato Grosso, com extensão em jornalismo econômico pela Fundação Getulio Vargas. Atuou no jornal O Estado de S. Paulo. É repórter de Oeste em São Paulo.
A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira, 15, a 8ª fase da Operação Unha e Carne no Rio de Janeiro, visando desarticular uma organização criminosa que lavava dinheiro por meio de postos de combustíveis. Foram identificadas movimentações de R$ 7,6 bilhões nos últimos seis anos. O deputado estadual eleito Márcio Canella e o delegado Marcus Amim foram pre
A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quinta-feira, 15, a oitava fase da Operação Unha e Carne no Estado do Rio de Janeiro. A ação visa a desarticular uma organização criminosa que utilizava postos de combustíveis para lavagem de dinheiro. O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) identificou movimentações de R$ 7,6 bilhões nos últimos seis an
A PF prendeu o deputado estadual eleito Márcio Canella (União) e o delegado Marcus Amim. Amim ocupou o cargo de secretário de Polícia Civil do Estado. Os agentes também detiveram os inspetores Christiano Gaspar Fernandes, Giovanni Gaspar Fernandes, Pablo Jukia Felix Ferreira e José Carlos Alves de Souza. Todos os alvos de prisão preventiva estão sob custódia
A apuração começou em dezembro de 2025 depois de indícios de vazamento de informações para o Comando Vermelho. Com o avanço das investigações, os peritos identificaram uma rede de proteção com a participação de agentes públicos e operadores financeiros.