PGR deve seguir Polícia Federal e fatiar denúncias do caso Master
De acordo com o analista Matheus Teixeira, a Procuradoria-Geral da República deve dividir o inquérito em núcleos político, operacional e do BRB

A Procuradoria-Geral da República deve seguir o mesmo rito adotado pela Polícia Federal e dividir em partes o inquérito que apura fraudes envolvendo operações entre o Banco Master e o BRB.
Tendência, segundo apuração do analista de política Matheus Teixeira,
A tendência, segundo apuração do analista de política Matheus Teixeira, é que as denúncias sejam fatiadas por núcleos de investigação.
"É uma investigação muito grande, que pega uma gama de pessoas gigantesca", descreveu Teixeira durante o CNN 360º desta quinta-feira (29).
O primeiro núcleo a ser formalizado, de acordo com Teixeira, é o relacionado ao BRB , considerado o mais adiantado na investigação.
Estima-se que o rombo decorrente da operação fraudulenta
Estima-se que o rombo decorrente da operação fraudulenta de compra do Banco Master pelo Banco Regional de Brasília possa ser superior a R$ 10 bilhões .
Além desse, deverá ser constituído um núcleo político , focado nos parlamentares que mantinham relação próxima com o ex-banqueiro.
"Senadores e deputados de oposição, de situação e de centro. Independentemente da ideologia, havia atores com relação com Daniel Vorcaro ", afirmou Teixeira.
A investigação contempla ainda outros núcleos. Um deles é composto por indivíduos que executavam ações de intimidação e ameaça a adversários , liderados por Luiz Phillipi Mourão, conhecido como Sicário, que morreu na prisão.
Outro núcleo identificado é o de hackers , responsáveis por invasões a publicações e sistemas fechados.
"A tendência é que a PGR inicie uma leva de denúncias pela questão do BRB e depois vá por partes denunciando os demais envolvidos", afirmou Teixeira.
Na quarta-feira (29), a PF indiciou o ex-banqueiro Daniel Vorcaro , o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa e outras 13 pessoas no inquérito que apura as supostas fraudes envolvendo a operação de compra do Banco Master pelo Banco Regional de Brasília.
PGR deve seguir rito da PF e fatiar denúncias de caso Master; entenda | CNN 360º
A Procuradoria-Geral da República deve seguir o mesmo rito adotado pela Polícia Federal e dividir em partes o inquérito que apura fraudes envolvendo operações entre o Banco Master e o BRB.
A tendência, segundo apuração do analista de política Matheus Teixeira, é que as denúncias sejam fatiadas por núcleos de investigação.
"É uma investigação muito grande, que pega uma gama de pessoas gigantesca", descreveu Teixeira durante o CNN 360º desta quinta-feira (29).
O primeiro núcleo a ser formalizado, de acordo com Teixeira, é o relacionado ao BRB , considerado o mais adiantado na investigação.
Estima-se que o rombo decorrente da operação fraudulenta de compra do Banco Master pelo Banco Regional de Brasília possa ser superior a R$ 10 bilhões .
Em resumo
A Procuradoria-Geral da República deve seguir o mesmo rito adotado pela Polícia Federal e dividir em partes o inquérito que apura fraudes envolvendo operações entre o Banco Master e o BRB. A tendência, segundo apuração do analista de política Matheus Teixeira, é que as denúncias sejam fatiadas por núcleos de investigação.
"É uma investigação muito grande, que pega uma gama de pessoas gigantesca", descreveu Teixeira durante o CNN 360º desta quinta-feira (29).
O primeiro núcleo a ser formalizado, de acordo com Teixeira, é o relacionado ao BRB , considerado o mais adiantado na investigação. Estima-se que o rombo decorrente da operação fraudulenta de compra do Banco Master pelo Banco Regional de Brasília possa ser superior a R$ 10 bilhões .
Além desse, deverá ser constituído um núcleo político , focado nos parlamentares que mantinham relação próxima com o ex-banqueiro.
"Senadores e deputados de oposição, de situação e de centro. Independentemente da ideologia, havia atores com relação com Daniel Vorcaro ", afirmou Teixeira.