Tecnologia · 2026-10-26 · Redação Notícia ES

Reeleito, Lula fala em criar IA brasileira e regular big techs

Presidente defendeu a regulação das plataformas digitais e investimentos em data centers

Reeleito, Lula fala em criar IA brasileira e regular big techs
Reeleito, Lula fala em criar IA brasileira e regular big techs

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), reeleito para um quarto mandato não consecutivo no domingo (25), falou na criação de uma inteligência artificial brasileira e em regular as big techs em discurso pós-reeleição, na Avenida Paulista, em São Paulo (SP).

"Iremos ensinar mais matemática e engenharia, porque eu

"Iremos ensinar mais matemática e engenharia, porque eu não quero ficar dependendo de inteligência artificial chinesa ou americana. Eu quero criar uma brasileira", afirmou.

Lula também falou em uma "intromissão vinda de fora através de plataformas digitais", em alusão ao caso da Meta .

Desde o início do período eleitoral, a coligação liderada pelo PT e adversários do presidente, como o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), acusaram a Meta de tentar interferir no pleito, supostamente influenciando métricas dos candidatos de um lado e bloqueando conteúdos de outros.

Na última semana da corrida eleitoral, a big tech

Na última semana da corrida eleitoral, a big tech voltou ao centro do debate, quando surgiram novas denúncias de interferência , cobranças da Justiça eleitoral e a admissão da própria empresa de que há "falhas recorrentes" no controle do conteúdo.

"Não podemos ter empresas monstruosas de grande ganhando milhões e bilhões, não pagando imposto, e tentando direcionar o resultado eleitoral desse país", disse Lula a apoiadores na Avenida Paulista.

Lula ainda afirmou que o Brasil é o País com maior potencial energético renovável para trazer data centers para solo nacional. No entanto, defendeu que as infraestruturas deverão armazenar também os dados brasileiros, não apenas o de empresas estrangeiras.

As falas de Lula durante o discurso repetem pontos que já foram apresentados no plano de governo.

O documento traz medidas relacionadas à soberania digital, com o desenvolvimento de um ecossistema nacional de tecnologia.

Isso inclui supercomputadores desenvolvidos e operados por instituições nacionais, e a expansão de data centers e de outras infraestruturas de IA no país — seja acompanhada de proteções socioambientais, incluindo impactos sobre o sistema elétrico, híbrido e população local.

No plano, Lula também prometeu a criação de um modelo de linguagem em português, voltado para os problemas do país, junto de uma plataforma nacional que forneça os dados de treinamento.

Sobre as plataformas, o plano de governo menciona mecanismos para “assegurar que o ambiente digital esteja submetido às leis brasileiras, proteja os direitos fundamentais e sirva ao interesse público” e a regulamentação das plataformas de jogos e dos ambientes digitais.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), reeleito para um quarto mandato não consecutivo no domingo (25), falou na criação de uma inteligência artificial brasileira e em regular as big techs em discurso pós-reeleição, na Avenida Paulista, em São Paulo (SP).

"Iremos ensinar mais matemática e engenharia, porque eu não quero ficar dependendo de inteligência artificial chinesa ou americana. Eu quero criar uma brasileira", afirmou.

Lula também falou em uma "intromissão vinda de fora através de plataformas digitais", em alusão ao caso da Meta . Leia Mais

Em resumo

O que aconteceu?

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), reeleito para um quarto mandato não consecutivo no domingo (25), falou na criação de uma inteligência artificial brasileira e em regular as big techs em discurso pós-reeleição, na Avenida Paulista, em São Paulo (SP).

Qual é o ponto principal?

"Iremos ensinar mais matemática e engenharia, porque eu não quero ficar dependendo de inteligência artificial chinesa ou americana. Eu quero criar uma brasileira", afirmou.

Quais são os dados mais importantes?

Lula também falou em uma "intromissão vinda de fora através de plataformas digitais", em alusão ao caso da Meta .

Qual é o contexto?

Desde o início do período eleitoral, a coligação liderada pelo PT e adversários do presidente, como o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), acusaram a Meta de tentar interferir no pleito, supostamente influenciando métricas dos candidatos de um lado e bloqueando conteúdos de outros. Na última semana da corrida eleitoral, a big tech voltou ao centro do debate, q

Quais são os próximos desdobramentos?

"Não podemos ter empresas monstruosas de grande ganhando milhões e bilhões, não pagando imposto, e tentando direcionar o resultado eleitoral desse país", disse Lula a apoiadores na Avenida Paulista.

Fontes