Relatórios internacionais reconhecem capacidade da Justiça Eleitoral, diz Nunes Marques | Jovem Pan
Segundo o presidente do TSE, observadores destacam o funcionamento das urnas eletrônicas, os mecanismos de auditoria e a transparência do processo eleitoral

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, afirmou neste sábado (24) que os relatórios preliminares de missões de observação eleitoral nacionais e internacionais já reconheceram a capacidade operacional da Justiça Eleitoral brasileira na realização do primeiro turno das eleições presidenciais de 2026.
Avaliações destacaram o funcionamento das urnas eletrônicas ,
As avaliações destacaram o funcionamento das urnas eletrônicas , a preparação dos mesários , os mecanismos de auditoria e transparência das etapas de transmissão , totalização e divulgação de resultados eleitorais , segundo ele.
“A OEA, o Parlasul, o Centro Carter, a Uniore e outras organizações reconheceram a capacidade operacional da Justiça Eleitoral, o funcionamento das urnas eletrônicas, a preparação dos mesários, os mecanismos de auditoria e a transparência das etapas de transmissão, totalização e divulgação dos resultados”, afirmou em cerimônias com os observadores internacionais na sede do TSE, em Brasília (DF).
Representantes de cerca de 44 países, incluindo os Estados Unidos, estiveram presentes.
Ainda assim, o ministro afirmou que o Brasil segue
Ainda assim, o ministro afirmou que o Brasil segue aberto para aperfeiçoamento e troca de ideias sobre o processo eleitoral se baseando em experiências internacionais apresentadas por observadores.
“A observação independente fortalece a transparência e oferece elementos concretos para o aperfeiçoamento das nossas práticas… O Brasil tem orgulho de apresentar sua experiência eleitoral e permanece aberto à cooperação e ao aprendizado recíproco.
A diretoria de Assuntos Internacionais do Tribunal Superior Eleitoral, Renata Gil, afirmou neste sábado que a Justiça eleitoral precisou agir com mais serenidade , preparo e firmeza diante de insinuações de interferência externa na eleição presidencial de 2026.
“Insinuações de interferência externa desafiaram a confiança pública. Nesse cenário, a justiça eleitoral precisou agir com serenidade, preparo e firmeza, distinguindo fatos de narrativas e assegurando que a vontade popular fosse livremente expressa”, afirmou durante a cerimônia.
Segundo o presidente do TSE, observadores destacam o funcionamento das urnas eletrônicas, os mecanismos de auditoria e a transparência do processo eleitoral
Lula celebra sucesso do ‘Exército do Lula’ e ironiza Trump: ‘Está preocupado’
Em live com o deputado federal André Janones (Rede), candidato à reeleição diz querer alcançar 13 milhões de usuários e afirma que mobilização busca defender a democracia
Qual é o maior colégio eleitoral do Brasil e quantos eleitores ele tem
Presidente da República tem avião oficial? Entenda como funcionam as viagens
Como o Distrito Federal votou para presidente no primeiro turno de 2026
Pode fotografar ou filmar a urna no segundo turno? Veja o que diz a legislação
Em resumo
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, afirmou neste sábado (24) que os relatórios preliminares de missões de observação eleitoral nacionais e internacionais já reconheceram a capacidade operacional da Justiça Eleitoral brasileira na realização do primeiro turno das eleições presidenciais de 2026.
As avaliações destacaram o funcionamento das urnas eletrônicas , a preparação dos mesários , os mecanismos de auditoria e transparência das etapas de transmissão , totalização e divulgação de resultados eleitorais , segundo ele.
“A OEA, o Parlasul, o Centro Carter, a Uniore e outras organizações reconheceram a capacidade operacional da Justiça Eleitoral, o funcionamento das urnas eletrônicas, a preparação dos mesários, os mecanismos de auditoria e a transparência das etapas de transmissão, totalização e divulgação dos resultados”, afirmou em cerimônias com os observadores internacio
Ainda assim, o ministro afirmou que o Brasil segue aberto para aperfeiçoamento e troca de ideias sobre o processo eleitoral se baseando em experiências internacionais apresentadas por observadores.
“A observação independente fortalece a transparência e oferece elementos concretos para o aperfeiçoamento das nossas práticas… O Brasil tem orgulho de apresentar sua experiência eleitoral e permanece aberto à cooperação e ao aprendizado recíproco. O show tem que continuar”, disse.