Segurança cibernética: empresas de seguros digitais usam LGPD para proteção
Regidas por leis e normas, as Insurtechs realizam rigorosa proteção de dados em todas as etapas do processo de contratação de seguros automotivos

No Brasil, toda e qualquer empresa que movimente dados dos seus clientes é regida pela LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados - Lei nº 13.709/2018) desde 2018, não importando se os dados são físicos ou digitais.
Dessa forma, a estrutura em empresas digitais segue
Dessa forma, a estrutura em empresas digitais segue a mesma norma, devendo se comprometer com a segurança de dados de seus consumidores sob risco de sanções.
Para insurtechs como a Loovi, startups que trabalham com tecnologia para desburocratizar o segmento de seguros, que lidam diretamente com tratamento de dados através de inteligência artificial em seus processos, a LGPD está diretamente ligada às diretrizes e normas da SUSEP (Superintendência de Seguros Privados), portando os dados tratados dos consumidores de seguros digitais estão rigorosamente protegidos.
A LGPD estabelece que o fornecimento de dados é consentido, portanto, você não pode ter dados coletados sem a sua vontade.
No caso de cotações através do aplicativo ,
No caso de cotações através do aplicativo , para dar início aos processos, será necessário informar dados pessoais como CPF e placa do carro, sem a necessidade de dados sensíveis.
Para a aquisição de seguros digitais, se faz desnecessário adentrar em dados sensíveis pois eles são irrelevantes para a contratação do seguro.
A digitalização dos seguros vem simplificando etapas tradicionalmente baseadas em formulários extensos, documentos físicos, ligações e deslocamentos por processos feitos pelo celular.
Em modelos digitais, a cotação, a vistoria e parte do atendimento passam a ocorrer em ambientes online, com uso de automação e cruzamento de dados.
A Inteligência Artificial analisa apenas informações técnicas e cadastrais essenciais (como a placa do carro e dados públicos do veículo via API).
O processamento é feito de forma automatizada e criptografada para gerar o cálculo do valor sem expor ou armazenar dados pessoais para fins alheios ao contrato.
Sim. As fotos enviadas pelo aplicativo para a vistoria prévia (lataria, chassi e documentos) são tratadas estritamente para a validação da integridade do veículo e prevenção a fraudes.
Elas ficam armazenadas em ambientes em nuvem com criptografia de ponta a ponta e acesso restrito.
Não. Os dados são utilizados exclusivamente para a execução do serviço de proteção veicular e cumprimento das obrigações com a SUSEP.
Qualquer compartilhamento com parceiros tecnológicos (como provedores de guincho ou meios de pagamento) ocorre apenas na medida do estritamente necessário para prestar o serviço contratado.
Sim. A LGPD garante o direito à eliminação dos dados pessoais a qualquer momento.
Caso você decida cancelar o serviço ou não fechar o contrato, pode solicitar a exclusão das suas informações, respeitando apenas os prazos legais e regulatórios que exigem a manutenção de registros fiscais pela empresa.
Confiança e transparência no mercado de seguro digital
No Brasil, toda e qualquer empresa que movimente dados dos seus clientes é regida pela LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados - Lei nº 13.709/2018) desde 2018, não importando se os dados são físicos ou digitais.
Dessa forma, a estrutura em empresas digitais segue a mesma norma, devendo se comprometer com a segurança de dados de seus consumidores sob risco de sanções.
Para insurtechs como a Loovi, startups que trabalham com tecnologia para desburocratizar o segmento de seguros, que lidam diretamente com tratamento de dados através de inteligência artificial em seus processos, a LGPD está diretamente ligada às diretrizes e normas da SUSEP (Superintendência de Seguros Privados), portando os dados tratados dos consumidores de seguros digitais estão rigorosamente protegidos.
Em primeiro lugar, o uso de dados deve ser autorizado A LGPD estabelece que o fornecimento de dados é consentido, portanto, você não pode ter dados coletados sem a sua vontade.
No caso de cotações através do aplicativo , para dar início aos processos, será necessário informar dados pessoais como CPF e placa do carro, sem a necessidade de dados sensíveis.
A LGPD classifica dados da seguinte forma: Dados pessoais: Informações que identificam ou podem identificar uma pessoa natural (como nome, CPF, e-mail, endereço e IP).
Dados sensíveis: Informações sobre origem racial ou étnica, convicção religiosa, opinião política, filiação a sindicato, saúde, vida sexual, genética ou biometria.
Seguros digitais simplificam os processos Para a aquisição de seguros digitais, se faz desnecessário adentrar em dados sensíveis pois eles são irrelevantes para a contratação do seguro.
A digitalização dos seguros vem simplificando etapas tradicionalmente baseadas em formulários extensos, documentos físicos, ligações e deslocamentos por processos feitos pelo celular.
Em modelos digitais, a cotação, a vistoria e parte do atendimento passam a ocorrer em ambientes online, com uso de automação e cruzamento de dados. Leia Mais
Em resumo
No Brasil, toda e qualquer empresa que movimente dados dos seus clientes é regida pela LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados - Lei nº 13.709/2018) desde 2018, não importando se os dados são físicos ou digitais. Dessa forma, a estrutura em empresas digitais segue a mesma norma, devendo se comprometer com a segurança de dados de seus consumidores sob risco de s
Para insurtechs como a Loovi, startups que trabalham com tecnologia para desburocratizar o segmento de seguros, que lidam diretamente com tratamento de dados através de inteligência artificial em seus processos, a LGPD está diretamente ligada às diretrizes e normas da SUSEP (Superintendência de Seguros Privados), portando os dados tratados dos consumidores d
A LGPD estabelece que o fornecimento de dados é consentido, portanto, você não pode ter dados coletados sem a sua vontade.
No caso de cotações através do aplicativo , para dar início aos processos, será necessário informar dados pessoais como CPF e placa do carro, sem a necessidade de dados sensíveis.
Para a aquisição de seguros digitais, se faz desnecessário adentrar em dados sensíveis pois eles são irrelevantes para a contratação do seguro. A digitalização dos seguros vem simplificando etapas tradicionalmente baseadas em formulários extensos, documentos físicos, ligações e deslocamentos por processos feitos pelo celular. Em modelos digitais, a cotação,