Sete disputas para o Senado que podem definir futuro do governo Trump
Todas as atenções estão voltadas para algumas disputas para o Senado que decidirão o controle da cobiçada câmara alta. Aqui está um guia rápido.

Milhões de americanos estão decidindo o futuro do Congresso controlado pelos republicanos em uma eleição de meio de mandato que terá um impacto significativo nos dois últimos anos do mandato do presidente Donald Trump.
O contexto do cenário político
Todas as atenções estão voltadas para algumas disputas pelo Senado que decidirão o controle da cobiçada câmara alta.
Uma conquista de quatro cadeiras pelos democratas lhes daria o controle — e, com ele, o poder de limitar as ambições de Trump, rejeitar suas indicações judiciais e investigar sua administração.
Bilhões de dólares estão sendo investidos nas 35 eleições em todo o país, mas apenas algumas delas têm resultado incerto.
Informações e repercussões do episódio
Durante grande parte da campanha eleitoral, a Cook Political Report, empresa independente de análise de eleições, classificou sete disputas para o Senado como indefinidas.
Aqui, traçamos o perfil das personalidades que estão causando impacto nessas competições tão assistidas.
A disputa pelo Senado no Alasca pode acabar sendo decisiva para determinar qual partido controlará o Senado, caso, como se espera, o estado seja um dos estados a demorar mais para definir o resultado.
Lá, a campanha foi marcada por uma controvérsia devido à presença de um segundo candidato chamado Dan Sullivan na cédula.
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O senador republicano de mesmo nome enfrenta forte concorrência de Mary Peltola e acusa sua campanha de recrutar o segundo Dan Sullivan, um candidato independente, para entrar na disputa com o objetivo de confundir os eleitores, o que ela nega.
Peltola é ex-integrante da Câmara dos Representantes. Ela fez campanha com a plataforma "peixe, família, liberdade" e criticou o histórico de Sullivan como comissário de recursos naturais do Alasca.
Aos 53 anos, ela cresceu pescando salmão com o pai e se tornou a primeira pessoa indígena do Alasca eleita para o Congresso.
Já o senador Sullivan, que está em seu segundo mandato, é um reservista de longa data do Corpo de Fuzileiros Navais e também foi procurador-geral do Alasca. Ele se aposentou após uma carreira de 30 anos que incluiu missões no Afeganistão e no Oriente Médio.
O sistema de votação por ordem de preferência do Alasca também aumenta a incerteza, e o estado historicamente é difícil de pesquisar: as pesquisas costumam subestimar os eleitores republicanos.
Uma das poucas senadoras republicanas que votaram pela condenação de Trump durante seu processo de impeachment, em 2021, Susan Collins tem consistentemente superado o desempenho de seu partido neste estado de tendência democrata, em parte por se apresentar como uma rebelde.
Seu adversário, Troy Jackson, usa sua experiência como lenhador para convencer os eleitores da classe trabalhadora do Maine de que é capaz de compreender suas preocupações.
Em resumo
Milhões de americanos estão decidindo o futuro do Congresso controlado pelos republicanos em uma eleição de meio de mandato que terá um impacto significativo nos dois últimos anos do mandato do presidente Donald Trump.
Todas as atenções estão voltadas para algumas disputas pelo Senado que decidirão o controle da cobiçada câmara alta.
Uma conquista de quatro cadeiras pelos democratas lhes daria o controle — e, com ele, o poder de limitar as ambições de Trump, rejeitar suas indicações judiciais e investigar sua administração.
Bilhões de dólares estão sendo investidos nas 35 eleições em todo o país, mas apenas algumas delas têm resultado incerto.
Durante grande parte da campanha eleitoral, a Cook Political Report, empresa independente de análise de eleições, classificou sete disputas para o Senado como indefinidas.