Sóstenes reconhece derrota do PL, mas defende Flávio:
O líder do PL na Câmara endossou a nota do partido que reconheceu a vitória de Lula e disse que é hora de “virar a página”. Em conversa com o CBN Rio, porém, ele defendeu a saída de Flávio Bolsonaro do país.

Sóstenes reconhece derrota do PL, mas defende Flávio: 'no lugar dele, faria a mesma coisa'
Líder do PL na Câmara, deputado federal Sóstenes Cavalcante
O líder do PL na Câmara, deputado federal Sóstenes Cavalcante (RJ), endossou a nota do partido que reconheceu a vitória de Lula (PT) e disse que é hora de “virar a página”.
Em conversa com o CBN Rio, nessa quarta-feira (28) , porém, ele defendeu a saída do senador Flávio Bolsonaro do país após a derrota e minimizou a carta com teor golpista em que o candidato derrotado se apresentou como “presidente eleito do Brasil”.
O texto foi depois corrigido para “líder do Brasil”.
Sétimo deputado federal mais votado do Rio em 2026,
Sétimo deputado federal mais votado do Rio em 2026, Sóstenes atribuiu a carta à frustração com o resultado e sugeriu que o erro pode não ter sido do próprio senador:
“Eu acho que ele está em um momento difícil. Todos nós entendíamos, até porque todas as pesquisas apontavam a chance da eleição dele como presidente do Brasil.
E como todos os institutos de pesquisa erraram, isso acaba criando um momento de frustração. Todos nós somos seres humanos e passíveis de erro.
Acho que ele, ou alguém que redigiu a carta, deve ter visto ali que a colocação não ficou adequada e fez a devida correção.”
Questionado se considerava a carta um equívoco, o deputado preferiu não fazer o julgamento ele mesmo: “quando ele corrige, ele mesmo reconhece o equívoco que houve.”
Sobre a saída do país, Sóstenes concordou: “Eu, no lugar dele, faria a mesma coisa.” Para o deputado, Flávio quis “preservar ele, a família dele, de uma perseguição que é clara”.
As críticas se concentraram no ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Segundo Sóstenes, é “inadmissível que sete minutos depois de você perder uma eleição você tenha uma decisão combinada entre a Polícia Federal e o ministro Alexandre de Moraes, pedindo seus passaportes”.
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Apesar da defesa, Sóstenes deixou claro que o comando da direita não passa pelo senador. “Nós somos liderados por Jair Messias Bolsonaro”, afirmou.
O ex-presidente está preso, condenado pelo STF por tentativa de golpe de Estado. Segundo o deputado, Flávio “cumpriu o papel a pedido do seu pai” e segue como “legítimo representante” dele.
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Em resumo
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Sétimo deputado federal mais votado do Rio em 2026, Sóstenes atribuiu a carta à frustração com o resultado e sugeriu que o erro pode não ter sido do próprio senador:
“Eu acho que ele está em um momento difícil. Todos nós entendíamos, até porque todas as pesquisas apontavam a chance da eleição dele como presidente do Brasil. E como todos os institutos de pesquisa erraram, isso acaba criando um momento de frustração. Todos nós somos seres humanos e passíveis de erro. Acho que ele, ou alguém que redigiu a carta, deve ter vi
Questionado se considerava a carta um equívoco, o deputado preferiu não fazer o julgamento ele mesmo: “quando ele corrige, ele mesmo reconhece o equívoco que houve.”